
ヾ‧₊IMAGINE; COM KIM SEUNGMIN ‹‹
HEHEHHHEHEHEHEHHE OI ᵉʳᵃ: ℬ𝓁𝒶𝒸𝓀ℴ𝓊𝓉 Pedido de: Leticia_07, Vittoria Souza & Geovanna Silva
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Você trabalhava com eles há meses, e sempre teve uma queda especial por ele. O Seungmin. O calado debochado, que parecia te ignorar metade do tempo, mas sempre sabia quando você precisava de ajuda. Ou de uma provocação. Naquela noite, o clima tava leve. Você tinha ido ajudar com umas anotações no dormitório, mas os outros tinham saído. Só estavam vocês dois, e o silêncio, e aquela tensão que crescia toda vez que ele te olhava com aquele sorrisinho torto. — Por que cê tá tão quieta hoje? — ele perguntou, largado no sofá com o cabelo bagunçado e um moletom que parecia duas vezes maior que ele. — Tô só... concentrada — você disse, desviando o olhar do dele. — Concentrada em mim? Você travou. Ele sorriu. — Eu vejo o jeito que você me olha, sabe? — ele continuou, a voz mais baixa, mais lenta, como se estivesse te testando. — E é engraçado… você age como se fosse toda profissional. Mas sempre fica sem ar quando eu chego perto. — Você se acha muito, Seungmin.
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Ele se levantou devagar, andando até você com passos tranquilos. Mas o olhar? Intenso. Firme. Ele parou bem na sua frente, abaixou o rosto e sussurrou: — Não é que eu me acho. É que eu sei o efeito que eu tenho em você. Antes que você respondesse, ele segurou seu queixo com delicadeza, fazendo você encarar ele de perto — muito perto. — Acha que eu não percebi? Os olhares. As desculpas pra encostar em mim. As risadinhas nervosas? Ele colou os lábios nos seus sem aviso. E foi devagar. Mas profundo. Quente. Uma mistura de desejo guardado e certeza. Você gemeu baixo, quase sem querer, e ele sorriu contra sua boca. — É disso que eu gosto — ele murmurou. — Ver você sair desse controle todo. Porque, no fim das contas… Ele te puxou pela cintura, te encaixando no sofá, por baixo dele, as mãos firmes na sua pele: — …quem manda aqui sou eu. E você adora quando eu provo isso.
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3

Você ainda tava tentando entender como o Seungmin, o Seungmin que fazia piada com tudo e vivia te zoando, tava ali em cima de você, com o corpo pressionando o seu, o olhar escuro e a respiração pesada. — Tá com vergonha agora? — ele provocou, roçando os lábios no seu queixo, no seu pescoço, nas suas clavículas, como se tivesse todo o tempo do mundo. — Onde foi parar toda aquela sua pose? Você segurava no moletom dele, como se fosse sua única âncora. Mas o pior (ou melhor) era o sorriso no rosto dele enquanto seus olhos imploravam por mais. — Tá tão quietinha... — ele continuou, a voz baixa, quente. — Aposto que se eu mandar, você senta no meu colo agora mesmo, sem nem pensar duas vezes. Você encarou ele, entre desafiada e entregue. E ele se afastou só um pouquinho, sentando no sofá e abrindo as pernas devagar, o olhar fixo no seu. — Vem. Simples. Um comando. Seu corpo respondeu antes da sua cabeça. Você foi até ele, sentando em seu colo, uma perna de cada lado. Ele mordeu o lábio ao ver você ali, exatamente onde ele queria. — Boa menina.
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4

As mãos dele seguraram firme sua cintura, e a boca foi direto pro seu pescoço, beijando, sugando, marcando. A cada gemido seu, ele apertava mais. A cada reboladinha sua, ele suspirava rouco no seu ouvido. — Você não faz ideia do quanto eu esperei por isso. Você arranhava de leve os braços dele por baixo do moletom, e ele riu baixinho: — Tá tentando me provocar? Porque se continuar assim, eu não respondo pelos meus atos. E ele não respondeu mesmo. Na verdade, respondeu com a boca. Beijando sua clavícula, descendo pro seu ombro, te fazendo arquear o corpo inteiro enquanto ele sussurrava: — Hoje você vai sair daqui sem dúvidas. — De quê? — você perguntou, ofegante. Ele te puxou pra um beijo profundo, até você ficar sem ar, e respondeu no seu ouvido, com a voz rouca, baixa, completamente no controle: — De que é só minha.
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5

Seungmin te pegou no colo sem esforço, as mãos firmes na sua coxa e aquele olhar torto que te fazia derreter por dentro. Ele te levou pro quarto dele com passos lentos, como se quisesse prolongar a tensão no ar. A porta se fechou com um click, e o silêncio foi engolido pelo som da sua respiração descompassada. — Deita — ele mandou, e você obedeceu sem pensar. Ele te olhou de cima, com aquele sorriso de canto que escondia fogo atrás dos olhos. — Tão bonitinha assim… toda obediente. Mas será que consegue continuar quieta? Ele subiu na cama e se posicionou sobre você, os braços de cada lado da sua cabeça, o corpo praticamente colado no seu, mas sem tocar. Ele gostava de te ver nervosa, ansiosa, quase implorando. Com calma, ele começou a levantar sua blusa, os dedos gelados na sua pele quente, os olhos fixos nos seus como se estivesse lendo cada reação sua. — Se fizer barulho demais… — ele sussurrou contra seu ouvido, mordendo de leve seu lóbulo — …os meninos vão ouvir. Vai conseguir se segurar? Você tentou responder, mas tudo que saiu foi um suspiro preso na garganta. Ele riu, satisfeito. — Eu duvido.
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6

E então ele beijou sua barriga devagar, subindo centímetro por centímetro, as mãos deslizando pela sua cintura, te mantendo no lugar enquanto a boca dele explorava cada pedacinho. Quando chegou nos seus lábios de novo, ele parou, olhando fundo nos seus olhos. — Eu gosto de te ver assim, sabia? — Assim como? Ele roçou os lábios nos seus, quase sem encostar, e sussurrou com aquela voz baixa, cheia de veneno doce: — Entregue. Desesperada. Toda minha. E quando ele finalmente te beijou de novo, foi com tudo. Com fome. Com posse. Com um desejo que já não dava mais pra esconder — nem você, nem ele. E ali, no quarto, entre suspiros abafados e mãos que não paravam de explorar, Seungmin te mostrou que por trás daquela fachada de menino debochado e fofo… existia um homem que sabia muito bem o que tava fazendo. E você? Já não queria mais sair dali.
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