↯ IMAGINE; COM HAN JISUNG  pt.FINAL ☾

↯ IMAGINE; COM HAN JISUNG pt.FINAL ☾

⊹₊ ⋆Continuação pra vocês !! - ᵉʳᵃ: ℬ𝓁𝒶𝒸𝓀ℴ𝓊𝓉 Pedido de: cecilia luiza & anita kapopeira(cell da Camila) '' Promete? "

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1
A noite caiu, e com ela, o peso do que aconteceu mais cedo.

Jisung estava sentado na escada do prédio da escola, o rosto enterrado nas mãos. Ele revivia cada segundo em looping: o momento em que ela se virou, a expressão no rosto dela, o som dos passos apressados de S/N se afastando... e o silêncio que ficou depois.

Ele tentou. Chamou por ela. Pediu.

Mas ela foi.

E isso doeu mais do que ele esperava.

A noite caiu, e com ela, o peso do que aconteceu mais cedo. Jisung estava sentado na escada do prédio da escola, o rosto enterrado nas mãos. Ele revivia cada segundo em looping: o momento em que ela se virou, a expressão no rosto dela, o som dos passos apressados de S/N se afastando... e o silêncio que ficou depois. Ele tentou. Chamou por ela. Pediu. Mas ela foi. E isso doeu mais do que ele esperava.

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2
Horas depois, já era noite, e ele ainda estava lá. O casaco jogado no chão, o celular na mão — desbloqueando e relendo a última mensagem que escreveu e não teve coragem de enviar:
"Me desculpa. Por tudo. Mas volta."

Foi quando ele ouviu passos.

Levantou os olhos rápido. Por um segundo, achou que era só a mente pregando peça.

Mas não.

Era ela.

Horas depois, já era noite, e ele ainda estava lá. O casaco jogado no chão, o celular na mão — desbloqueando e relendo a última mensagem que escreveu e não teve coragem de enviar: "Me desculpa. Por tudo. Mas volta." Foi quando ele ouviu passos. Levantou os olhos rápido. Por um segundo, achou que era só a mente pregando peça. Mas não. Era ela.

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3
S/N apareceu na escada, o cabelo bagunçado pelo vento, as mãos frias segurando firme as alças da mochila. O olhar? Uma mistura de raiva, saudade e... saudade. Muita.

Jisung levantou, sem saber o que dizer.

Ela falou primeiro.

— Eu fui embora. Mas não porque eu queria.

Ele a encarou, confuso.

— Então por quê?

— Porque se eu ficasse, eu ia te dizer coisas que talvez você não estivesse pronto pra ouvir.

— Tipo...? — a voz dele falhou.

Ela deu um passo, parando bem na frente dele.

— Tipo que eu te amo.

Silêncio.

S/N apareceu na escada, o cabelo bagunçado pelo vento, as mãos frias segurando firme as alças da mochila. O olhar? Uma mistura de raiva, saudade e... saudade. Muita. Jisung levantou, sem saber o que dizer. Ela falou primeiro. — Eu fui embora. Mas não porque eu queria. Ele a encarou, confuso. — Então por quê? — Porque se eu ficasse, eu ia te dizer coisas que talvez você não estivesse pronto pra ouvir. — Tipo...? — a voz dele falhou. Ela deu um passo, parando bem na frente dele. — Tipo que eu te amo. Silêncio.

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4
O peito de Jisung quase explodiu. Ele piscou devagar, como se tentando entender se aquilo era real.

— Você… o quê?

Ela riu, com lágrimas nos olhos.

— Você ouviu.

E aí ele fez o que tava tentando não fazer o dia inteiro.

Ele a puxou pra ele, com as mãos segurando o rosto dela como se tivesse medo que ela sumisse de novo. O beijo veio como uma confissão muda — urgente, terno, cheio de tudo o que ficou preso entre os dois.

— Eu também amo você, sua teimosa. — ele sussurrou contra os lábios dela, depois do beijo.

Ela mordeu o sorriso.

— Você ainda tá com ciúmes do Taehyung?

— Tô. — ele respondeu direto, e ela riu.
— Mas agora ele sabe que você me escolheu.

O peito de Jisung quase explodiu. Ele piscou devagar, como se tentando entender se aquilo era real. — Você… o quê? Ela riu, com lágrimas nos olhos. — Você ouviu. E aí ele fez o que tava tentando não fazer o dia inteiro. Ele a puxou pra ele, com as mãos segurando o rosto dela como se tivesse medo que ela sumisse de novo. O beijo veio como uma confissão muda — urgente, terno, cheio de tudo o que ficou preso entre os dois. — Eu também amo você, sua teimosa. — ele sussurrou contra os lábios dela, depois do beijo. Ela mordeu o sorriso. — Você ainda tá com ciúmes do Taehyung? — Tô. — ele respondeu direto, e ela riu. — Mas agora ele sabe que você me escolheu.

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5
S/N passou os dedos devagar pelos fios bagunçados do cabelo dele, sentindo a respiração de Jisung ainda descompassada. Ele encostou a testa na dela e fechou os olhos, como se o simples fato dela estar ali agora curasse tudo. O polegar dele acariciava levemente a bochecha dela, e o silêncio entre os dois não era mais pesado — era confortável, como se as palavras já tivessem sido ditas com o toque, com o beijo, com a presença.

— Me promete uma coisa? — ele sussurrou, abrindo os olhos.
— O quê? — ela respondeu baixinho, ainda tão perto.
— Da próxima vez que quiser ir embora... me leva junto.

Ela sorriu, com os olhos marejando outra vez, e puxou ele pra mais um beijo — lento, profundo, cheio de tudo que ainda sentiam.
Ali, nos braços dele, ela não precisou dizer mais nada. Ele já sabia.

S/N passou os dedos devagar pelos fios bagunçados do cabelo dele, sentindo a respiração de Jisung ainda descompassada. Ele encostou a testa na dela e fechou os olhos, como se o simples fato dela estar ali agora curasse tudo. O polegar dele acariciava levemente a bochecha dela, e o silêncio entre os dois não era mais pesado — era confortável, como se as palavras já tivessem sido ditas com o toque, com o beijo, com a presença. — Me promete uma coisa? — ele sussurrou, abrindo os olhos. — O quê? — ela respondeu baixinho, ainda tão perto. — Da próxima vez que quiser ir embora... me leva junto. Ela sorriu, com os olhos marejando outra vez, e puxou ele pra mais um beijo — lento, profundo, cheio de tudo que ainda sentiam. Ali, nos braços dele, ela não precisou dizer mais nada. Ele já sabia.

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