
‧₊˚ IMAGINE; COM HAN JISUNG ‧₊˚
Imagine de hoje, com o Rãn di Sunga! Pedido de: Anita kapopeira no cell da irmã + velha " Na Batida do SEU coração ! "
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O volume da música estava alto demais, mas S/N nem se importou. Ela estava na sala de prática da escola, tentando terminar a composição para o festival, mas nada parecia encaixar. As palavras travavam. As notas soavam forçadas. Até que a porta se abriu com um estrondo. — "TÁ MUITO TÉCNICO!" S/N levou um susto. Era, claro, Han Jisung. O garoto que sempre surgia no pior momento... ou talvez, no melhor. — Você invade assim e já dá pitaco? Quer que eu te expulse agora ou depois? — ela disse, tentando parecer séria, mas segurando o riso. Ele se aproximou com aquele sorrisinho típico e se jogou no sofá ao lado.
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— Tô falando sério, S/N. Tá afinado, tá bonito... mas não tem você aí. Você sempre escreve com sentimento. Agora tá parecendo que foi feito pra agradar professor. Ela suspirou. Sabia que ele tava certo — e odiava o fato de que ele sempre sabia. — É porque eu tô travada. Tô tentando não errar. — "Então erra. E coloca tudo o que você tá sentindo. Tipo... isso aqui." De repente, ele tirou o celular do bolso, colocou uma batida que ele mesmo produziu e começou a cantar baixinho, sem aviso. Era uma letra sobre confusão, medo e... paixão. Cravando bem no meio do peito. S/N olhou pra ele em silêncio. Quando a música parou, ela ainda tava sem fala. — Você fez isso agora? — perguntou, num sussurro. — Fiz pra você. — ele respondeu, encarando os olhos dela. Sério. Sem piadinhas.
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O silêncio ficou pesado — mas de um jeito bom. E antes que ela pudesse pensar, ele já tava mais perto. — Posso errar agora? — ele disse, olhando pra boca dela. Ela só assentiu. E ele beijou. O beijo que S/N e Jisung compartilharam naquela sala vazia ainda estava fresco na mente de ambos. Por mais que tivessem tentado esconder, algo havia mudado entre eles. A cada ensaio, a cada olhar furtivo, o que antes era rivalidade começou a se transformar em algo mais confuso, mais intenso. Depois daquele momento, S/N se viu incapaz de olhar para Jisung do mesmo jeito. Ele estava em todos os seus pensamentos, e isso a irritava. Como podia se distrair assim com ele? O garoto que nunca a deixava em paz. E, claro, ele sabia disso.
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4

Naquele dia, a sala de música estava especialmente silenciosa, com todos os alunos de instrumentos tentando se concentrar. Jisung estava com os fones de ouvido, fazendo algo com seu celular, provavelmente escrevendo uma nova letra. S/N, por outro lado, tentava se concentrar na sua composição, mas algo a desconcentrava. Foi quando Jisung se levantou e, sem aviso, se aproximou dela. Ele parecia bem mais sério do que o normal. — S/N… Ela levantou os olhos lentamente, encarando ele com uma mistura de curiosidade e exasperação. Ele não parecia o mesmo, como se estivesse tentando falar sério pela primeira vez. — “Eu queria que a gente ensaiasse junto. Só nós dois. — ele disse, com um brilho nos olhos que S/N não sabia como interpretar. Ela hesitou por um momento, olhando pra ele e depois para o violão, com uma pontinha de dúvida na mente. — Jisung, não vamos ficar fazendo isso... Vamos acabar brigando de novo. — ela respondeu, já se preparando para a discussão que costumava seguir qualquer interação entre os dois. Mas ele não parecia interessado em brigar. Ele deu um passo mais perto, colocando a mão no violão dela. — Não é briga, S/N. Eu só quero passar mais tempo com você. — a voz dele estava mais suave do que ela jamais imaginou que fosse, como se ele estivesse sendo genuíno. Ele baixou o olhar para as mãos dela, tocando levemente a palma de S/N. O toque causou um arrepio instantâneo. Ela ficou sem palavras, sem saber como reagir.
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5

Por um segundo, o mundo à sua volta desapareceu. Só existia aquele momento, o toque dele, a proximidade entre eles. A tensão que havia começado na sala vazia agora tomava conta de tudo. S/N olhou para ele e respirou fundo, tentando quebrar o silêncio. — Você sabe que não é fácil pra mim… Antes que ela pudesse continuar, Jisung se inclinou lentamente, como se estivesse prestes a beijá-la novamente. S/N teve a sensação de que ele estava tentando mais uma vez testar os limites deles. Aquele momento era um jogo para ele, mas ao mesmo tempo, algo no jeito dele estava dizendo que não era mais uma brincadeira. Foi então que ela se afastou, tocando sua testa com a mão. — Acho que precisamos de mais ensaios… ou talvez mais tempo. — ela disse, tentando disfarçar a confusão em seus olhos. Ela sabia que algo tinha mudado entre eles, mas não sabia se estava pronta para lidar com isso. Jisung sorriu, como se estivesse esperando por essa resposta, mas ainda assim, algo em seu sorriso dizia que ele não ia desistir tão fácil. — Eu gosto de você, S/N. Isso é óbvio. — ele falou, a voz baixa, quase como se fosse um segredo. Ela olhou pra ele, com os olhos um pouco mais suaves do que antes. — “Eu também gosto de você, Jisung... Mas não sei se isso é uma boa ideia.” Ele sorriu de novo, mas dessa vez, o sorriso era mais gentil. — Bom, talvez a gente descubra juntos.
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