
꒰ IMAGINE; COM YANG JEONGIN pt.2
Parte two do " One Day with" dele! Pedido de: ♡.Hyunjinnie.♡ & Anita kapopeira no cell da irmã + velha " Ciúmes "
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1

Desde aquele beijo no pátio, as coisas mudaram. Não de um jeito estranho. Pelo contrário — estava tudo mais leve, mais bobo, mais cheio de risadinhas entre uma troca de olhares e outra no meio da aula de História. Jeongin agora fazia questão de sentar do seu lado em todas as aulas. Se algum professor reclamava, ele soltava um “preciso manter a atenção dela ou ela dorme”, e todo mundo ria, menos você — que estava mais ocupada enfiando a cara no caderno pra esconder o sorriso. Na terça-feira, ele te deixou um bilhetinho grudado na sua mesa, escrito com letra feia e cheia de coração torto: "Esse é um bilhete secreto, então não conte pra ninguém que eu te amo (ou conto eu mesmo na hora do recreio?) 💌 - Jeongin" Você riu tanto que o professor achou que você estava tendo uma crise. E o pior: você respondeu com outro bilhete, mais debochado ainda, que ele leu no meio da aula de geografia e quase caiu da cadeira.
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Mas é claro que, com essa nova fase, vinham os boatos. — Gente, é verdade que o Jeongin e a S/n tavam se beijando no pátio? — Eu vi eles trocando um chocolate na boca! — Dizem que ele tá escrevendo música pra ela!! Vocês só sabiam rir. E claro, alimentar o caos. — Vamos continuar fingindo que somos só amigos? — você perguntou, um dia, enquanto ele mexia no seu cabelo durante a aula de literatura. — Sim. Amigos que se beijam atrás da biblioteca, seguram a mão debaixo da mesa e mandam mensagem de "já tô com saudade" 10 minutos depois de se ver — respondeu ele, com um sorriso convencido. — E que vão se enroscar todo no intervalo de hoje? — você provocou, erguendo uma sobrancelha. Jeongin fingiu pensar por um segundo. — Isso não seria fingir. Isso seria um crime. De charme. Você quer ser presa comigo?
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3

Você riu alto, e o professor lançou aquele olhar mortal. — Desculpa, professor! — ele falou, tentando parecer sério. — Foi ela que me seduziu com o sorriso. Eu sou só a vítima aqui. E assim, entre provas adiadas, bilhetes bregas e beijos escondidos, vocês iam escrevendo uma história que todo mundo adorava comentar — mas que só vocês dois realmente entendiam. Porque não era só romance. Era amizade, zoeira, carinho, conexão. Era amor disfarçado de “só mais um dia normal na escola”.
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4

A semana começou esquisita. Jeongin estava diferente. Mais quieto, mais seco. E o pior: distante. Ele não mandou mensagem de bom dia como sempre. Não apareceu no pátio antes da aula. Nem te esperou no corredor pra fazer aquele teatrinho de "vem cá, amor da minha vida" que ele fazia só pra te irritar — e te fazer rir logo depois. No intervalo, você foi direto na jugular: — Tá acontecendo alguma coisa? — perguntou, encostando no armário dele. — Nada. Tá tudo tranquilo — respondeu ele, sem nem olhar direito. — Jeongin, você não é discreto. Se tivesse mais frio do que você tá, eu tava de casaco agora. Ele soltou uma risadinha sem humor, e aí virou pra você, finalmente te encarando. Só que o olhar dele não era o de sempre. Era o olhar de alguém com ciúmes.
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5

— Eu vi você com o garoto novo hoje cedo — soltou ele, cruzando os braços. — O tal do Jaemin. Ele te levou até a sala, né? — Se você tá com medo de me perder, então fala. Não me trata como culpada por algo que eu nem fiz. Ou… — a voz falhou um pouquinho — ou me deixa em paz de uma vez. O sinal bateu. Você virou as costas antes que ele dissesse algo. Porque se ficasse mais um segundo ali, ia acabar chorando. E você odiava chorar. Principalmente por causa dele. Você arqueou a sobrancelha, surpresa e já meio irritada. — Você tá bravo por causa do Jaemin? Ele só perguntou onde era a sala de química, Jeongin! — E precisava ficar rindo daquele jeito todo com ele? — MEU DEUS, você tá com ciúmes? Agora rir com outro cara é traição? — Não é isso. É só que… — ele passou a mão no cabelo, nervoso — você nem olhava assim pra mim quando a gente era só amigo. Agora tá rindo à toa com qualquer um? Aquilo te feriu mais do que você esperava. — Sabe o que é engraçado? Você pode brincar com qualquer garota da escola, sorrir, tocar, abraçar… e ninguém nunca questiona. Mas basta eu rir com um cara e você já me olha como se eu tivesse te traído. Ele ficou em silêncio. Mas você não. Tava cansada de engolir as coisas. — Se você tá com medo de me perder, então fala. Não me trata como culpada por algo que eu nem fiz. Ou… — a voz falhou um pouquinho — ou me deixa em paz de uma vez. O sinal bateu. Você virou as costas antes que ele dissesse algo. Porque se ficasse mais um segundo ali, ia acabar chorando. E você odiava chorar. Principalmente por causa dele.
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