୧ IMAGINE; COM SEO CHANGBIN ෆ

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Imagine com a Hello Kitty marombeira kskskskk! Pedido de: # 🍁 𝐴𝓷𝓲𝓽𝓪 𝐾𝓪𝓹𝓸𝓹𝓮𝓲𝓻𝓪

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1

Era só mais uma segunda-feira no prédio da JYPE. S/N corria de um lado pro outro, organizando as próximas entrevistas, entregando cronogramas, lidando com telefonemas, mensagens, pedidos absurdos e, claro… o chefe. Aquele mesmo. Arrogante, grosso, e cada dia mais insuportável. — Você entregou isso com DOIS minutos de atraso. Quer ser demitida? — ele disparou, a voz tão alta que algumas pessoas no corredor olharam. Você abaixou a cabeça, tentando manter a compostura. — Me desculpa, o tradutor demorou pra enviar a última correção— — Desculpa não apaga a sua incompetência. Ou faz direito, ou pede pra sair. Você sentiu o rosto queimar de vergonha. Ninguém dizia nada. Só cochichos, olhares. Até que, atrás do homem, uma sombra apareceu. — Repete isso. — disse uma voz firme, grave, e extremamente nada feliz. Changbin.

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Ele estava com uma garrafinha de água na mão, suado do treino, mas o olhar? Gélido. O chefe se virou, surpreso, tentando manter o tom de superioridade. — Isso aqui não é da sua conta, Changbin-ssi. Volte ao seu trabalho, isso é um assunto interno do setor administrativo. Changbin cruzou os braços, com um sorrisinho sarcástico. — Ela trabalha com a gente. Ela cuida da nossa agenda, nos protege de erros de produção e aguenta você gritando feito criança mimada todo santo dia. Então, sim. Isso é da minha conta. O chefe arregalou os olhos.

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— Você tá fora de lugar, garoto. — E você tá fora da linha. Falar com ela assim? Ridículo. Frustrado. Fraco. — Changbin deu um passo pra frente, ficando entre você e o homem. — Tenta falar mais uma vez nesse tom com ela. Tenta. Vê se sobra coragem. Um silêncio tenso pairou no corredor. O chefe bufou, ajustou a gravata e saiu resmungando. Você ficou ali, parada, meio sem saber o que dizer. O coração batendo no pescoço, os olhos marejados, sem saber se era de raiva, vergonha ou… alívio. Changbin se virou devagar e te olhou com suavidade. — Você tá bem? — Agora tô — você disse, a voz embargada. Ele se aproximou devagar, encostando de leve a mão no seu ombro. — Não deixa esse idiota fazer você duvidar do quanto é incrível no que faz, tá? A gente vê tudo. Eu vejo. E se ele encostar em você de novo… não vai ser só uma conversa. Você soltou uma risadinha, aliviada. — Você parecia pronto pra dar uma voadora nele.

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4
— Não prometo que da próxima vez eu não dou.

Você riu de verdade agora, e Changbin te olhou com aquele sorrisinho torto, meio orgulhoso.

— Obrigada por… por me defender. Mesmo.

Ele deu de ombros.

— Quando a gente se importa com alguém, a gente protege. Eu faria isso mil vezes, S/N.

E antes que você respondesse, ele estendeu a mão com o celular.

— Agora bora sair pra respirar um pouco? Te devo um café… e você me deve um sorriso sem estar forçado.

Você aceitou a mão dele. E o café virou conversa. A conversa virou riso. E o riso… bem, você já tava imaginando o que podia virar depois.

— Não prometo que da próxima vez eu não dou. Você riu de verdade agora, e Changbin te olhou com aquele sorrisinho torto, meio orgulhoso. — Obrigada por… por me defender. Mesmo. Ele deu de ombros. — Quando a gente se importa com alguém, a gente protege. Eu faria isso mil vezes, S/N. E antes que você respondesse, ele estendeu a mão com o celular. — Agora bora sair pra respirar um pouco? Te devo um café… e você me deve um sorriso sem estar forçado. Você aceitou a mão dele. E o café virou conversa. A conversa virou riso. E o riso… bem, você já tava imaginando o que podia virar depois.

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5
Você nem lembrava direito como tinham saído da JYPE. Tudo aconteceu rápido: uma troca de olhares, o convite inesperado e agora, ali estavam vocês. Sentados num café discreto, numa rua mais afastada, onde ninguém incomodava e tudo parecia mais calmo. A cidade continuava girando lá fora, mas dentro daquele espaço pequeno, era só você e ele.

Changbin estava com os braços cruzados sobre a mesa, te observando com aquele olhar curioso e intenso. O café dele já tinha esfriado, mas ele nem parecia notar.

— Tá melhor agora? — ele perguntou, o tom mais suave, sem o peso da tensão de antes.

Você assentiu, mexendo na sua bebida com o canudo.

— Bem melhor. Obrigada por me tirar de lá. Eu tava prestes a explodir… ou chorar.

— Se quiser explodir na frente de alguém, explode comigo. — ele deu um sorrisinho de canto. — Eu aguento. Agora… chorar? Não deixa aquele babaca ganhar esse tipo de poder sobre você.

Você mordeu o lábio, meio sem jeito. O jeito como ele falava — firme, protetor, mas tão próximo — dava um nó gostoso no seu estômago. E era impossível não reparar no quanto ele ficava ainda mais lindo de moletom, cabelo bagunçado e aquele jeito despreocupado que só quem te defendia de verdade podia ter.

— Você sempre é assim com todo mundo? — você perguntou. — Sai no soco pelos outros?

Changbin riu, jogando o corpo pra trás na cadeira.

— Só quando é com alguém que eu me importo.

Seu coração bateu mais rápido.

— E você se importa comigo?

Ele te encarou, direto, sem hesitar.

— Me importo mais do que devia.

O silêncio entre vocês ficou pesado, mas não desconfortável. Era tensão. Da boa. Daquela que faz a gente prender o ar esperando o que vem depois.

— Changbin… — você começou, sem saber exatamente o que ia dizer.


....

Vem aí a parte 2..hehehhehehe

Você nem lembrava direito como tinham saído da JYPE. Tudo aconteceu rápido: uma troca de olhares, o convite inesperado e agora, ali estavam vocês. Sentados num café discreto, numa rua mais afastada, onde ninguém incomodava e tudo parecia mais calmo. A cidade continuava girando lá fora, mas dentro daquele espaço pequeno, era só você e ele. Changbin estava com os braços cruzados sobre a mesa, te observando com aquele olhar curioso e intenso. O café dele já tinha esfriado, mas ele nem parecia notar. — Tá melhor agora? — ele perguntou, o tom mais suave, sem o peso da tensão de antes. Você assentiu, mexendo na sua bebida com o canudo. — Bem melhor. Obrigada por me tirar de lá. Eu tava prestes a explodir… ou chorar. — Se quiser explodir na frente de alguém, explode comigo. — ele deu um sorrisinho de canto. — Eu aguento. Agora… chorar? Não deixa aquele babaca ganhar esse tipo de poder sobre você. Você mordeu o lábio, meio sem jeito. O jeito como ele falava — firme, protetor, mas tão próximo — dava um nó gostoso no seu estômago. E era impossível não reparar no quanto ele ficava ainda mais lindo de moletom, cabelo bagunçado e aquele jeito despreocupado que só quem te defendia de verdade podia ter. — Você sempre é assim com todo mundo? — você perguntou. — Sai no soco pelos outros? Changbin riu, jogando o corpo pra trás na cadeira. — Só quando é com alguém que eu me importo. Seu coração bateu mais rápido. — E você se importa comigo? Ele te encarou, direto, sem hesitar. — Me importo mais do que devia. O silêncio entre vocês ficou pesado, mas não desconfortável. Era tensão. Da boa. Daquela que faz a gente prender o ar esperando o que vem depois. — Changbin… — você começou, sem saber exatamente o que ia dizer. .... Vem aí a parte 2..hehehhehehe

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