ⵓ ֞ IMAGINE; COM LEE MINHO pt.2 .ຳ

ⵓ ֞ IMAGINE; COM LEE MINHO pt.2 .ຳ

Como eu disse no aviso que está aqui no meu perfil, Mudei a ideia do " One Day with.." e vai ser agora "Imagine; com..", então a partir daqui eu vou continuar a do Lino. Pedido de: 𝑲𝒊𝒎 𝑾𝒊𝒇𝒆 𝒅𝒐 𝑳𝒆𝒆 𝒌𝒏𝒐𝒘 " Meu Vizinho "

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1
O beijo ainda pairava nos seus lábios , mesmo depois de ele ter se afastado novamente. Mas dessa vez, não era por arrependimento… era hesitação. Minho a olhava como se estivesse tentando entender se tudo aquilo era real. Os olhos dele percorriam o seu rosto como se ele memorizasse cada traço — e talvez estivesse mesmo.

— Minho… — você chamou, baixinho.

— Isso foi… inesperado — ele disse, com um sorrisinho nervoso.

— Eu sempre esperei, na verdade — você respondeu, sentindo o coração bater tão forte que parecia ecoar no silêncio da sala.

Ele franziu o cenho, surpreso. — Esperou?

— Desde que eu tinha 10 anos — você disse, desviando o olhar por um segundo. — Desde que você mudou pra casa ao lado e me emprestou um guarda-chuva no primeiro dia de chuva do outono. Você sempre foi… diferente.

O beijo ainda pairava nos seus lábios , mesmo depois de ele ter se afastado novamente. Mas dessa vez, não era por arrependimento… era hesitação. Minho a olhava como se estivesse tentando entender se tudo aquilo era real. Os olhos dele percorriam o seu rosto como se ele memorizasse cada traço — e talvez estivesse mesmo. — Minho… — você chamou, baixinho. — Isso foi… inesperado — ele disse, com um sorrisinho nervoso. — Eu sempre esperei, na verdade — você respondeu, sentindo o coração bater tão forte que parecia ecoar no silêncio da sala. Ele franziu o cenho, surpreso. — Esperou? — Desde que eu tinha 10 anos — você disse, desviando o olhar por um segundo. — Desde que você mudou pra casa ao lado e me emprestou um guarda-chuva no primeiro dia de chuva do outono. Você sempre foi… diferente.

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2
Ele não respondeu de imediato. Levantou-se do sofá, andando até a janela como se o ar ali estivesse pesado demais. Vc se sentou devagar, abraçando um travesseiro, o clima carregado de uma tensão doce e estranha.

— Você nunca disse nada — ele falou, sem virar pra vc.

— E você? Sempre fingiu que eu era só a menininha vizinha.

Ele riu, sem humor. — Eu fingia porque… se eu deixasse de fingir, ia acabar exatamente assim — ele se virou, com os olhos presos aos seus. — Sentado na sala da sua casa, tentando me convencer de que beijar você de novo não é a pior ideia do mundo.

Vc ficou de pé, lentamente. — E é?

Ele balançou a cabeça. — É a melhor. E é por isso que me assusta tanto.

Ele não respondeu de imediato. Levantou-se do sofá, andando até a janela como se o ar ali estivesse pesado demais. Vc se sentou devagar, abraçando um travesseiro, o clima carregado de uma tensão doce e estranha. — Você nunca disse nada — ele falou, sem virar pra vc. — E você? Sempre fingiu que eu era só a menininha vizinha. Ele riu, sem humor. — Eu fingia porque… se eu deixasse de fingir, ia acabar exatamente assim — ele se virou, com os olhos presos aos seus. — Sentado na sala da sua casa, tentando me convencer de que beijar você de novo não é a pior ideia do mundo. Vc ficou de pé, lentamente. — E é? Ele balançou a cabeça. — É a melhor. E é por isso que me assusta tanto.

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3
Vc caminhou até ele, com passos calmos. — Então para de fugir.

Minho respirou fundo. você ficou de frente pra ele, tão perto que conseguia sentir o cheiro suave do perfume dele, misturado com o calor da respiração. Ele olhou pra sua boca  e depois para os olhos, os dois parecendo falar sem dizer uma palavra.

— Se eu te beijar de novo, não vai ter volta, S/n — ele sussurrou.

Vc ergueu o rosto e respondeu com firmeza: — Então não volta.

Ele sorriu. Um daqueles sorrisos tortos e raros que ele dava quando deixava as barreiras caírem. E então, sem mais palavras, ele a puxou com delicadeza pela cintura e beijou como se o tempo tivesse esperado por aquilo. Como se todos os anos de distância tivessem sido apenas o prólogo de um capítulo que os dois finalmente estavam prontos pra viver.

Dessa vez, não houve hesitação.

Vc caminhou até ele, com passos calmos. — Então para de fugir. Minho respirou fundo. você ficou de frente pra ele, tão perto que conseguia sentir o cheiro suave do perfume dele, misturado com o calor da respiração. Ele olhou pra sua boca e depois para os olhos, os dois parecendo falar sem dizer uma palavra. — Se eu te beijar de novo, não vai ter volta, S/n — ele sussurrou. Vc ergueu o rosto e respondeu com firmeza: — Então não volta. Ele sorriu. Um daqueles sorrisos tortos e raros que ele dava quando deixava as barreiras caírem. E então, sem mais palavras, ele a puxou com delicadeza pela cintura e beijou como se o tempo tivesse esperado por aquilo. Como se todos os anos de distância tivessem sido apenas o prólogo de um capítulo que os dois finalmente estavam prontos pra viver. Dessa vez, não houve hesitação.

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4
Vcs ainda estavam grudados um no outro, o beijo se desfazendo devagar, como se o tempo tivesse desacelerado só para aquele momento durar mais.

— Eu acho que a gente passou da fase de “só vizinhos” agora — ele disse com um sorriso torto, os dedos ainda na cintura dela.

Vc sorriu de volta, com as bochechas quentes. — Já passou da fase faz tempo, Minho.

Antes que ele pudesse responder, um miado fino cortou o clima. Os dois olharam pro lado, e ali estava ela: a pequena gatinha branca de S/n, com os olhos atentos e o rabinho balançando devagar. A peluda caminhou até os dois, parando bem aos pés de Minho e soltando outro miado, dessa vez mais insistente.

Vcs ainda estavam grudados um no outro, o beijo se desfazendo devagar, como se o tempo tivesse desacelerado só para aquele momento durar mais. — Eu acho que a gente passou da fase de “só vizinhos” agora — ele disse com um sorriso torto, os dedos ainda na cintura dela. Vc sorriu de volta, com as bochechas quentes. — Já passou da fase faz tempo, Minho. Antes que ele pudesse responder, um miado fino cortou o clima. Os dois olharam pro lado, e ali estava ela: a pequena gatinha branca de S/n, com os olhos atentos e o rabinho balançando devagar. A peluda caminhou até os dois, parando bem aos pés de Minho e soltando outro miado, dessa vez mais insistente.

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5
— Aparentemente, ela quer atenção — ele disse, se agachando e passando a mão delicadamente pelas costas do bichinho. — Você tá com ciúmes, é isso?

Vc riu, se abaixando junto com ele. — Ela sempre faz isso quando vê alguém muito grudado em mim. Mas com você... ela parece até gostar.

— Claro que gosta — Minho disse, passando os dedos pelas orelhinhas da gata. — Gatos são inteligentes. Sabem quem presta.

Vc observou a forma como ele falava com a gatinha, como seus olhos ficavam mais suaves, como o carinho dele era calmo e cheio de afeto. Aquela cena parecia tão normal, mas ao mesmo tempo tão surreal. Quem diria que o vizinho que ela admirava há tantos anos estaria ali, na sala dela, acariciando sua gata e ainda com o gosto do beijo nos lábios?

— Você devia vir mais vezes — você soltou, sem pensar.

Ele olhou pra cima, ainda com os dedos no pelo da gatinha. — Tá me convidando oficialmente?

— Tô — você confirmou. — Mas não só pela gata.

Ele riu, se levantando e estendendo a mão pra ajudá-la a subir também. — Eu viria por você, mesmo se não tivesse uma gata fofa me encarando com esses olhos julgadores.

Vc entrelaçou os dedos nos dele, ainda surpresa de como aquilo parecia certo. Como se o que eles estavam construindo fosse, na verdade, só a continuação de algo que já existia havia muito tempo — só não tinha nome.

Minho passou o polegar devagar sobre sua mão e perguntou:

— Quer continuar o filme… ou começar algo novo?

Vc sorriu. — Acho que quero começar algo novo.

A gata miou de novo, como se aprovasse.

— Aparentemente, ela quer atenção — ele disse, se agachando e passando a mão delicadamente pelas costas do bichinho. — Você tá com ciúmes, é isso? Vc riu, se abaixando junto com ele. — Ela sempre faz isso quando vê alguém muito grudado em mim. Mas com você... ela parece até gostar. — Claro que gosta — Minho disse, passando os dedos pelas orelhinhas da gata. — Gatos são inteligentes. Sabem quem presta. Vc observou a forma como ele falava com a gatinha, como seus olhos ficavam mais suaves, como o carinho dele era calmo e cheio de afeto. Aquela cena parecia tão normal, mas ao mesmo tempo tão surreal. Quem diria que o vizinho que ela admirava há tantos anos estaria ali, na sala dela, acariciando sua gata e ainda com o gosto do beijo nos lábios? — Você devia vir mais vezes — você soltou, sem pensar. Ele olhou pra cima, ainda com os dedos no pelo da gatinha. — Tá me convidando oficialmente? — Tô — você confirmou. — Mas não só pela gata. Ele riu, se levantando e estendendo a mão pra ajudá-la a subir também. — Eu viria por você, mesmo se não tivesse uma gata fofa me encarando com esses olhos julgadores. Vc entrelaçou os dedos nos dele, ainda surpresa de como aquilo parecia certo. Como se o que eles estavam construindo fosse, na verdade, só a continuação de algo que já existia havia muito tempo — só não tinha nome. Minho passou o polegar devagar sobre sua mão e perguntou: — Quer continuar o filme… ou começar algo novo? Vc sorriu. — Acho que quero começar algo novo. A gata miou de novo, como se aprovasse.

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