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1
No início do conto, Ana é descrita como uma mulher que organiza meticulosamente sua vida doméstica. A expressão "E alimentava anonimamente a vida" (p. 5) sugere que sua existência é marcada por:
Realização artística plena
Heroísmo na maternidade
Dissolução da individualidade
Conflitos conjugais intenso
2
O encontro de Ana com o cego mascando chicletes desencadeia uma crise existencial. Esse episódio pode ser interpretado como:
Uma metáfora do acaso cotidiano
Uma crítica à indiferença social
Um símbolo da ruptura da rotina
Uma alegoria da cegueira espiritual
3
No Jardim Botânico, Ana experimenta uma epifania ao perceber que "a morte não era o que pensávamos" (p. 9). Essa percepção está associada ao seguinte tema:
A violência intrínseca da natureza
A efemeridade da existência humana
A artificialidade dos valores burgueses
A fragilidade das relações familiares
4
A descrição do Jardim Botânico como um lugar onde "a decomposição era profunda, perfumada" (p. 9) evidencia o uso de:
Eufemismo
Ironia
Hipérbole
Paradoxo
5
A "rede de tricô" mencionada no conto simboliza:
A opressão do matrimônio
A fragilidade das aparências
A criatividade artística de Ana
A segurança da vida doméstica
6
A expressão "vertigem de bondade" (p. 12) refere-se à:
Generosidade excessiva do marido
Culpa de Ana por negligenciar os filhos
Hipocrisia das relações familiares
Transformação passageira de Ana após a crise
7
A frase "O mal estava feito" (p. 7) indica que o encontro com o cego:
Provocou um acidente fatal
Destruiu o casamento de Ana
Rompeu a ilusão de controle sobre a vida
Revelou a pobreza urbana
8
A reação de Ana ao abraçar o filho com força excessiva (p. 10) revela:
Medo de perder o controle maternal
Conflito entre proteção e repulsa
Desejo de compensar a ausência paterna
Ciúme da independência da criança
9
A "piedade de leão" (p. 11) atribuída a Ana sugere que sua compaixão é:
Superficial e performática
Religiosa e dogmática
Genuína e humilde
Violenta e possessiva
10
O trecho "a vida sadia [...] parecia-lhe um modo moralmente louco de viver" (p. 10) critica:
A hipocrisia da classe média
A negligência com os pobres
A falta de ambição profissional
A racionalização da existência
11
A imagem dos ovos quebrados no bonde (p. 7) representa:
O desperdício de recursos
A fertilidade interrompida
A violência urbana
A fragilidade da ordem cotidiana
12
A frase "O assassinato era profundo" (p. 9) refere-se à:
Brutalidade do cego
Crise conjugal de Ana
Culpa pelo abandono dos filhos
Violência simbólica da natureza
13
A expressão "demônio da fé" (p. 10) indica que Ana:
Abraçou o misticismo religioso
Confrontou sua contradição interna
Adotou um fanatismo perigoso
Renunciou à vida material
14
A descrição do fogão como "enguiçado" e "dando estouros" (p. 5) simboliza:
A rotina doméstica opressiva
A precariedade econômica
A instabilidade emocional de Ana
O perigo da tecnologia
15
A "náusea doce" (p. 8) sentida por Ana reflete:
Desejo de abandonar a família
Saudade da juventude perdida
Repulsa e fascínio pela vida
Medo da morte iminente
16
O final do conto, em que Ana retoma suas tarefas domésticas, sugere:
A superação definitiva do conflito
A reconciliação conjugal
A vitória da razão sobre o caos
A permanência da crise latente
17
A frase "o mundo se tornara de novo um mal-estar" (p. 7) está relacionada ao conceito de:
Angústia existencial
Nostalgia patológica
Epifania religiosa
Alienação social
18
A figura do cego mascando chicletes contrasta com a rotina de Ana porque:
Representa a marginalidade urbana
Simboliza a cegueira moral
Evidencia a fragilidade humana
Rompe a lógica do controle doméstico
19
A expressão "ela amava o mundo, amava o que fora criado — amava com nojo" (p. 10) exemplifica:
Antítese
Ironia
Metáfora
Hipérbole
20
O conto explora a tensão entre:
Tradição e modernidade
Rural e urbano
Aparência e essência
Razão e emoção