
QUIZ DE FILOSOFIA | 1º E 2º BIMESTRE | 2ª SÉRIE EM
Este quiz tem por finalidade ser um recurso pedagógico para recompor a aprendizagem dos alunos da 2ª Série do EM. Os temas abordados serão os do 1º e 2º Bimestre.
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(FILOSOFIA MEDIEVAL - EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS501) A Filosofia Medieval, diferente da Filosofia Antiga, está principalmente voltada para:
A defesa de que a razão é suficiente para explicar tudo, sem necessidade de fé.
A conciliação entre a fé religiosa e o uso da razão para compreender os mistérios divinos.
A exaltação do homem como centro do universo, ignorando qualquer transcendência.
A busca da verdade exclusivamente por meio da observação da natureza.
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(FILOSOFIA MEDIEVAL - EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS501) A Patrística, filosofia dos primeiros séculos do Cristianismo, tinha como objetivo principal:
Conciliar os ensinamentos cristãos com elementos da filosofia greco-romana, especialmente o platonismo.
Combater toda influência do pensamento greco-romano.
Defender que a verdade religiosa deveria ser questionada pela razão humana.
Abandonar totalmente o uso da razão em nome da fé cega.
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(FILOSOFIA MEDIEVAL - EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS501) A Escolástica, que se desenvolveu na Baixa Idade Média, caracteriza-se por:
Separar totalmente a fé da razão, sem qualquer diálogo entre elas.
Promover a síntese entre razão e fé, usando métodos racionais para aprofundar o entendimento das verdades reveladas.
Rejeitar a razão em nome da fé absoluta.
Defender que apenas a experiência sensível poderia levar ao conhecimento verdadeiro.
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(FILOSOFIA MEDIEVAL - EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS501) A expressão “Crer para compreender”, associada a Santo Agostinho, significa:
Que é possível compreender os mistérios divinos apenas pela experiência sensível.
Que não é necessário compreender nada, apenas aceitar sem questionar.
Que a razão deve ser usada antes da fé para compreender o divino.
Que a fé é o ponto de partida para que a razão possa buscar compreender os mistérios de Deus.
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(FILOSOFIA MEDIEVAL - EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS501) Na Filosofia Medieval, sobre a relação entre a Lei de Deus e a lei humana, é correto afirmar:
A lei humana é sempre superior à Lei de Deus.
A Lei de Deus serve como base e referência para a construção da lei humana, guiando os princípios éticos e sociais.
A lei humana não tem qualquer relação com os princípios religiosos.
A Lei de Deus se ocupa apenas dos assuntos políticos e não espirituais.
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(RENASCIMENTO CULTURAL: EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS106 - EM13CHS203 - EM13CHS204 - EM13CHS501) O Renascimento cultural foi um movimento que promoveu:
Uma nova concepção de ser humano, natureza e mundo, centrada na razão, na observação e na valorização da experiência.
A defesa da submissão total do homem aos dogmas da Igreja, sem espaço para a razão.
O fortalecimento das explicações míticas e religiosas da natureza.
A negação do uso da ciência nas explicações sobre o mundo.
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(RENASCIMENTO CULTURAL: EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS106 - EM13CHS203 - EM13CHS204 - EM13CHS501) Sobre o pensamento político de Maquiavel, é correto afirmar que:
A manutenção do poder exige que o governante use tanto a força quanto a astúcia, priorizando a eficácia em vez da moral tradicional.
O príncipe deve sempre agir guiado pela moral religiosa, mesmo que isso prejudique a eficácia política.
A política deve estar dissociada da realidade, focando apenas em princípios utópicos.
O governante deve se submeter completamente às leis naturais e à vontade divina.
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(RENASCIMENTO CULTURAL: EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS106 - EM13CHS203 - EM13CHS204 - EM13CHS501) No Renascimento, o Humanismo e o Racionalismo promovem:
A valorização do ser humano como centro do conhecimento, defendendo o uso da razão e a busca pela verdade por meio da experiência e da ciência.
A volta completa às crenças mágicas como forma de entender o mundo.
A condenação do saber científico em favor da tradição religiosa.
A ideia de que o ser humano é incapaz de conhecer a realidade e deve se resignar.
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(RENASCIMENTO CULTURAL: EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS106 - EM13CHS203 - EM13CHS204 - EM13CHS501) A dessacralização da natureza no período renascentista significa:
Que a natureza deveria ser adorada como entidade sagrada.
O retorno ao pensamento mítico para compreender a natureza.
A compreensão de que a natureza funciona de acordo com leis racionais, podendo ser estudada, medida e representada geometricamente.
A ideia de que os fenômenos naturais só poderiam ser explicados pela vontade divina.
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(RENASCIMENTO CULTURAL: EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS106 - EM13CHS203 - EM13CHS204 - EM13CHS501) A respeito da relação entre ciência e arte no Renascimento, é correto afirmar que:
A ciência foi considerada desnecessária para a produção artística.
O desenvolvimento da perspectiva, da proporção e da geometrização dos espaços na arte reflete o avanço do pensamento científico e racionalista.
A arte se distanciou da razão, priorizando apenas a intuição e o misticismo.
A arte permaneceu exclusivamente ligada aos dogmas da Igreja, sem nenhuma influência da ciência.
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DO MUNDO FECHADO AO UNIVERSO INFINITO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS504) A transição do “mundo fechado” para o “universo infinito” representou:
A volta ao pensamento mitológico como explicação principal do cosmos.
A ruptura com a visão medieval de um cosmos limitado e hierarquizado, dando lugar à ideia de um universo infinito, regido por leis naturais.
A reafirmação das crenças antigas de que o universo era fixo, finito e imutável.
A rejeição total da ciência em favor da tradição religiosa.
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DO MUNDO FECHADO AO UNIVERSO INFINITO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS504) O movimento barroco reflete:
Um período de transição, marcado pela tensão entre o mundo medieval e as novas visões renascentistas, trazendo contrastes, dualidades e incertezas.
A aceitação completa das ideias iluministas, sem conflitos.
A negação das transformações culturais e científicas da época.
A ruptura total com qualquer influência religiosa nas artes.
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DO MUNDO FECHADO AO UNIVERSO INFINITO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS504) O conceito de “Carpe diem”, muito presente nas expressões culturais da modernidade e do barroco, significa:
Valorizar o futuro e esquecer os prazeres da vida.
Rejeitar o presente em nome de uma vida focada no sofrimento e na penitência.
Buscar apenas a salvação espiritual, sem nenhuma preocupação com a vida terrena.
Aproveitar o momento presente, já que a vida é passageira e incerta.
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DO MUNDO FECHADO AO UNIVERSO INFINITO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS504) A teoria heliocêntrica de Nicolau Copérnico foi revolucionária porque:
Defendia que não havia necessidade de estudar os movimentos dos astros.
Colocava o Sol no centro do sistema, rompendo com o geocentrismo e inaugurando uma nova visão do cosmos.
Defendia que a Terra era o centro do universo, reforçando a visão tradicional.
Confirmava que o Sol girava ao redor da Terra.
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DO MUNDO FECHADO AO UNIVERSO INFINITO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS504) A obra de Isaac Newton teve enorme impacto filosófico porque:
Demonstrou que o mundo físico funciona de acordo com leis universais, mensuráveis e previsíveis, consolidando a matematização da natureza.
Afirmava que a ciência era incapaz de explicar os movimentos da matéria.
Defendia que os fenômenos naturais não podiam ser explicados por leis, mas apenas por forças sobrenaturais.
Abandonou completamente o uso da matemática para compreender a natureza.
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UMA REVOLUÇÃO NO PENSAMENTO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS501 - EM13CHS504) A chamada Revolução Científica dos séculos XVI e XVII provocou uma transformação no pensamento ao:
Abandonar completamente a matemática na investigação da natureza.
Fortalecer a ideia de que todo conhecimento deveria partir exclusivamente da tradição e da autoridade.
Romper com a visão escolástica, promovendo um conhecimento baseado na observação, na experiência e na razão, separando o saber científico do saber religioso.
Defender que apenas os sentidos, sem a razão, seriam suficientes para o conhecimento.
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UMA REVOLUÇÃO NO PENSAMENTO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS501 - EM13CHS504) Francis Bacon, considerado pai do empirismo, defendia que:
As ideias inatas eram a única fonte de conhecimento seguro.
O conhecimento deveria se basear unicamente na especulação metafísica.
A razão pura era suficiente para a descoberta da verdade, sem necessidade de experimentação.
A ciência deveria ser prática, experimental e útil, colocando-se a serviço da melhoria da vida humana.
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UMA REVOLUÇÃO NO PENSAMENTO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS501 - EM13CHS504) Para René Descartes, considerado o pai do racionalismo moderno:
A tradição e a autoridade religiosa são as únicas fontes legítimas de conhecimento.
Não existe separação entre sujeito e objeto na busca pelo saber.
A subjetividade é o ponto de partida do saber, expressa na célebre frase “Penso, logo existo”, que estabelece a consciência como fundamento do conhecimento.
Todo conhecimento vem dos sentidos e da experiência, rejeitando qualquer papel para a razão.
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UMA REVOLUÇÃO NO PENSAMENTO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS501 - EM13CHS504) David Hume, filósofo empirista, afirmava que:
O conhecimento é construído a partir de impressões sensíveis, sendo que o hábito ou a costumeira repetição das experiências guia nossas ações e crenças sobre o mundo.
A razão é soberana e suficiente para compreender a realidade.
As ideias inatas existem desde o nascimento e são mais importantes que as experiências.
O ser humano possui certeza absoluta sobre as causas e efeitos do mundo.
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UMA REVOLUÇÃO NO PENSAMENTO (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS106 - EM13CHS501 - EM13CHS504) Para Immanuel Kant, a chamada “crise do pensamento metafísico” se supera a partir da compreensão de que:
O sujeito não é apenas passivo, mas organiza as experiências a partir de categorias a priori, realizando uma síntese entre empirismo e racionalismo.
A verdade está apenas na revelação religiosa, e a razão não tem função no processo do saber.
Todo conhecimento vem exclusivamente da experiência sensível, sem intervenção da razão.
O mundo não pode ser conhecido de nenhuma forma, restando apenas a ignorância.