Manejo alimentar em pastagens e conservação de forragens

Manejo alimentar em pastagens e conservação de forragens

Este quiz visa revisar alguns assuntos sobre manejo alimentar em pastagens e conservação de forragens (silagem e feno)

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Rayane Helen

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O que é estacionalidade de produção forrageira?

É a variação na quantidade e qualidade da forragem ao longo do ano. Primavera/verão: crescimento rápido das forrageiras (calor + chuva); outono/inverno: queda na produção e qualidade
É a variação na quantidade e qualidade da forragem ao longo do ano. Primavera/verão: crescimento decline das forrageiras; outono/inverno: aumento na produção e qualidade
É a variação na quantidade que o animal ingere ao longo do ano. Primavera/verão: crescimento rápido das forrageiras (calor + chuva); outono/inverno: queda na produção e qualidade
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Qual a influência da estacionalidade na qualidade de forragem?

No outono e inverno as forragens crescem rapidamente com maior teor de umidade, menor fibra e maior concentração de nutrientes digestíveis. Na primavera e verão há uma queda na qualidade com aumento de fibra, redução de proteína e energia, ocasionando em uma baixa digestibilidade
Na primavera e verão as forragens crescem rapidamente com maior teor de umidade, menor fibra e maior concentração de nutrientes digestíveis. No outono e inverno há uma queda na qualidade com aumento de fibra, redução de proteína e energia, ocasionando em uma baixa digestibilidade
Na primavera e verão as forragens crescem rapidamente com maior teor de umidade, menor fibra e maior concentração de nutrientes digestíveis. No outono e inverno há uma queda na qualidade com aumento de fibra, redução de proteína e energia, ocasionando em uma alta digestibilidade
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Quais são os dois objetivos da suplementação estratégica?

Corrigir falta de P e K, aumentando acabamento de carcaça
Corrigir deficiências nutricionais de forragens e potencializar o desempenho animal
Facilita na antecipação de abate e acabamento de carcaça, aumentando o rendimento e corrigindo a má digestibilidade de forragens
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Quais as vantagens da suplementação estratégica?

Supre a carência de nutrientes dos animais
Ajuda na má digestibilidade de forragens
Adianta o abate suprindo as carências de energia do animal
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Em quais aspectos devemos nos basear para definir como e qual quantidade suplementar?

Pela qualidade da forragem, categoria animal, meta de desempenho, fatores climáticos e custos de mercado
Pela qualidade da forragem, gênero do animal, objetivo de digestibilidade, fatores do solo e custos de mercado
Pela qualidade do suplemento, idade do animal, meta de beleza, fatores climáticos e custos de mercado
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Qual a deficiência nutricional básica de uma pastagem? Quais deficiências nutricionais o capim pode apresentar ao longo do ano?

Básica: PB; Ao longo do ano: Fósforo, sódio, zinco, cobre, cobalto, cálcio, magnésio, selênio e enxofre
Básica: PB; Ao longo do ano: Fósforo, sódio, zinco
Básica: Fósforo, sódio, zinco, cobre, cobalto, cálcio, magnésio, selênio e enxofre; Ao longo do ano: PB
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Quais os tipos de suplemento?

Mineral; mineral com ureia; mineral energético; mineral proteico energético
Mineral; mineral com ureia; mineral proteico; mineral proteico ureado
Mineral; mineral com ureia; mineral proteico; mineral proteico energético
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Qual o nível de suplementação podemos atingir? (Qual a quantidade mínima e máxima que podemos considerar como suplemento).

De 0,1% a 3% do PV, dependendo da estratégia, objetivo e categoria animal
De 0,1% a 0,2% do PV, dependendo da estratégia, objetivo e categoria animal
De 1% a 3% do PV, dependendo da estratégia, objetivo e categoria animal
De 0,1% a 2% do PV, dependendo da estratégia, objetivo e categoria animal
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Quais os três possíveis efeitos da suplementação estratégica?

Substitutivo: o aumento na quantidade de suplementação resulta no aumento de consumo de energia total e mantém o consumo de forragem; Aditivo: aumento na quantidade de suplementação resulta na diminuição do consumo de forragem sem alterar o consumo total. ; Combinado: o aumento na quantidade de suplementação resulta, ao mesmo tempo, na diminuição do consumo de forragem e acréscimo no consumo total
Substitutivo: o aumento na quantidade de suplementação resulta, ao mesmo tempo, na diminuição do consumo de forragem e acréscimo no consumo total. Aditivo: o aumento na quantidade de suplementação resulta no aumento de consumo de energia total e mantém o consumo de forragem; Combinado: aumento na quantidade de suplementação resulta na diminuição do consumo de forragem sem alterar o consumo total
Substitutivo: aumento na quantidade de suplementação resulta na diminuição do consumo de forragem sem alterar o consumo total. Aditivo: o aumento na quantidade de suplementação resulta no aumento de consumo de energia total e mantém o consumo de forragem; Combinado: o aumento na quantidade de suplementação resulta, ao mesmo tempo, na diminuição do consumo de forragem e acréscimo no consumo total
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Qual efeito esperado da suplementação estratégica na seca?

No começo temo efeito substitutivo, ou seja, consumo de forragem se mantém, o consumo de concentrado aumenta e a energia total aumenta, mas no decorrer se torna efeito combinado, onde o consumo de forragem cai e o de concentrado e energia total aumenta. Até 0,3% PV > aditivo; Acima de 0,3% PV > combinado
No começo temo efeito combinado, ou seja, consumo de forragem se mantém, o consumo de concentrado aumenta e a energia total aumenta, mas no decorrer se torna efeito aditivo, onde o consumo de forragem cai e o de concentrado e energia total aumenta. Até 0,3% PV > aditivo; Acima de 0,3% PV > combinado
No começo temo efeito aditivo, ou seja, consumo de forragem se mantém, o consumo de concentrado aumenta e a energia total aumenta, mas no decorrer se torna efeito combinado, onde o consumo de forragem cai e o de concentrado e energia total aumenta. Até 0,3% PV > aditivo; Acima de 0,3% PV > combinado
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Qual o efeito esperado da suplementação estratégica nas águas?

Efeito aditivo, o CMS forragem diminui e o CMS total aumenta
Efeito substitutivo, o CMS forragem diminui e o CMS total aumenta
Efeito combinado, o CMS forragem diminui e o CMS total aumenta
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Explique por que o diferimento deve ser sempre aliado a uma suplementação estratégica?

O diferimento vai garantir volume de forragem, porém, baixa qualidade, assim, a suplementação vai corrigir as deficiências garantindo o desempenho
O diferimento vai diminuir volume de forragem, porém, baixa qualidade, assim, a suplementação vai corrigir as deficiências garantindo o desempenho
O diferimento vai garantir volume de forragem, porém, de alta qualidade, assim, a suplementação vai aumentar as deficiências garantindo o desempenho
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Quais são os principais fatores que interferem na densidade da massa ensilada?

Teor de matéria seca, tamanho das partículas, altura das camadas, peso e pressão de compactação e altura do silo
Tamanho de matéria seca, tamanho das partículas, altura das camadas, tipo de equipamento usado na compactação e densidade do silo
Teor de matéria seca, densidade das partículas, comprimento das camadas, peso e pressão de compactação e altura do silo
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Quais os fatores que predispõe ao aquecimento da silagem? Quais as consequências do aquecimento excessivo da silagem (acima de 40ºC)?

A entrada de ar, vedação ruim. Consequências: aumento de pH, perda de ms, produção de amônia, menor valor nutritivo, reação de Maillard
A entrada de CO2, vedação boa. Consequências: aumento de pH, perda de ms, produção de amônia, menor valor nutritivo, reação de Maillard
A entrada de amônia, vedação ruim. Consequências: aumento de pH, perda de ms, produção de O2, maior valor nutritivo, reação de Maillard
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Qual a importância da etapa de vedação do silo para a conservação da silagem? Quais aspectos devem ser observados para uma adequada vedação?

A vedação evita a entrada de O2, mantendo a anaerobiose, essencial para conservar a silagem. Aspectos: eliminação total de O2, compactação adequada, tipo e qualidade da lona, local e maneira adequada de retirar o silo
A vedação evita a entrada de O2, mantendo a anaerobiose, essencial para conservar a silagem. Aspectos: eliminação total de amônia, compactação adequada, tipo e qualidade da gaze, local e maneira adequada de retirar o silo
A vedação evita a entrada de O2, mantendo a anaerobiose, essencial para conservar a silagem. Aspectos: eliminação total de CO2, compactação inadequada, tipo e qualidade da lona, local e maneira adequada de retirar o silo
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Quais os problemas associados a leveduras na conservação por meio de silagens?

Crescem na presença de O2, geram nutrientes e produzem esfriamento, reduzem o valor nutritivo e favorecem a proliferação de fungos
Crescem na presença de O2, degradam nutrientes e produzem calor, reduzem o valor nutritivo e favorecem a proliferação de fungos
Crescem na presença de O2, degradam nutrientes e produzem calor, aumentam o valor nutritivo e deixam desfavorável para a proliferação de fungos
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Quais características influenciam na escolha do tipo de silo a ser utilizado?

Custos da construção, facilidade de carregamento, eficiência na conservação, tipo de silagem
Custos da construção, dificuldade de carregamento, eficiência na compactação, tipo de silagem
Custos elevados da construção, facilidade de carregamento, desfavorável na conservação, tipo de silagem
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Existe relação entre o teor de matéria seca e o teor de carboidratos solúveis presentes na planta forrageira a ser ensilada?

Sim, para uma boa fermentação é necessário 28 - 35% de MS e 13 - 16% de CHOs. Uma alta porcentagem de MS com uma baixa porcentagem de CHOs pode prejudicar a fermentação
Não, para uma boa fermentação é necessário que não estejam iguais
Não, para uma boa fermentação é necessário que sejam de porcentagens iguais
Sim, para uma boa fermentação é necessário 13 - 16% de MS e 28 - 35% de CHOs. Uma alta porcentagem de MS com uma baixa porcentagem de CHOs pode prejudicar a fermentação
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O que é Capacidade Fermentativa, o que ela envolve? Quais os valores ideais?

É a capacidade da forragem de gerar ácido acetato suficiente para favorecer a silagem. Envolve MS, CHOs e poder tampão
É a capacidade da forragem de gerar ácido propionato suficiente para desfavorecer a silagem. Envolve MS, CHOs e poder tampão
É a capacidade da forragem de gerar ácido lático suficiente para conservar a silagem. Envolve MS, CHOs e poder tampão
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O que são as BAL. Destaque sua importância no processo de ensilagem.

Bactérias ácido líticas. Responsáveis por produzir ácidos que reduzem o pH, conservando a silagem
Bactérias ácido láticas. Responsáveis por produzir ácidos que reduzem o pH, conservando a silagem
Bactérias ácido láticas. Responsáveis por produzir gases que reduzem o pH, conservando a silagem
Bactérias alíticas. Responsáveis por produzir ácidos que reduzem o pH, conservando a silagem
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Quais os princípios básicos da fenação e quais as características relevantes das plantas a serem fenadas?

Conservação do valor nutritivo pela rápida desidratação. Características: alta produção de forragem, baixo valor nutritivo, tolerância a cortes baixos, baixo vigor de rebrotação, facilidade para desidratação, reduzida perda de folhas
Conservação do valor nutritivo pela rápida desidratação. Características: alta produção de forragem, ótimo valor nutritivo, tolerância a cortes baixos, elevado vigor de rebrotação, facilidade para desidratação, reduzida perda de folhas
Conservação do valor nutritivo pela rápida desidratação. Características: alta produção de forragem, ótimo valor nutritivo, tolerância a cortes baixos, elevado vigor de rebrotação, dificuldade para desidratação, alta perda de folhas
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Explique o processo de secagem das plantas durante a fenação

Fase I: rápida, 80 - 90% de umidade para 60 - 65% > estômatos abertos. Fase II: mais lenta, 60 - 65% de umidade para 40 - 45% > evaporação cuticular. Fase III: mais lenta e mais eficiente, 40 - 45% de umidade para < 20% > perda de água à nível celular
Fase I: lenta, 80 - 90% de umidade para 60 - 65% > estômatos abertos. Fase II: mais rápida, 60 - 65% de umidade para 40 - 45% > evaporação cuticular. Fase III: mais lenta e menos eficiente, 40 - 45% de umidade para < 20% > perda de água à nível celular
Fase I: rápida, 80 - 90% de umidade para 60 - 65% > estômatos abertos. Fase II: mais lenta, 60 - 65% de umidade para 40 - 45% > evaporação cuticular. Fase III: mais lenta e menos eficiente, 40 - 45% de umidade para < 20% > perda de água à nível celular
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Quais os fatores influenciam as perdas durante a fenação? Quais são essas perdas?

Fatores da planta e endáficos: radiação solar, umidade do ar, temperatura; fatores ligados a manejo: hábito de crescimento, % ms, relação folha/colmo, espessura do colmo; fatores de climáticos: momento do corte, altura do corte, taxas deperda de água
Fatores climáticos e endáficos: radiação solar, umidade do ar, temperatura; fatores ligados a planta: hábito de crescimento, % pb, relação folha/colmo, espessura da folha; fatores de manejo: momento do corte, altura do corte, taxas deperda de água
Fatores climáticos e endáficos: radiação solar, umidade do ar, temperatura; fatores ligados a planta: hábito de crescimento, % ms, relação folha/colmo, espessura do colmo; fatores de manejo: momento do corte, altura do corte, taxas deperda de água
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