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1
O que caracteriza uma doença psicossomática, segundo a definição atual da CID-11 e do DSM-5?
Doenças exclusivamente psicológicas, sem manifestação física.
Sintomas físicos que não podem ser totalmente explicados por condições médicas conhecidas, com sofrimento emocional e impacto funcional significativo.
A presença de sintomas físicos sempre causados por infecções.
Sintomas físicos reais sem nenhuma causa emocional associada.
2
O que ocorre quando há ativação crônica do eixo Hipotálamo-Hipófise-Adrenal (HHA) devido ao estresse
Diminuição da sensibilidade corporal e maior bem-estar.
Aumento do cortisol, alterações imunológicas e maior predisposição a doenças inflamatórias.
Redução do cortisol e aumento da imunidade.
Melhora na resposta imunológica e diminuição da ansiedade.
3
Segundo o Modelo de Kroenke, qual é o ciclo que perpetua os sintomas psicossomáticos?
O paciente sente um sintoma leve, se preocupa excessivamente, foca no corpo, aumenta o desconforto e perpetua o sintoma.
O paciente sente um sintoma leve, ignora e ele desaparece
O paciente sente um sintoma grave e busca diretamente soluções espirituais.
O paciente experimenta o sintoma, mas rapidamente busca apoio social e melhora.
4
Qual é a abordagem terapêutica mais recomendada para tratar transtornos psicossomáticos?
Afastamento social e repouso absoluto.
Apenas uso de medicamentos.
Cirurgias corretivas nos órgãos afetados.
Combinação de psicoterapia, psicoeducação e, se necessário, farmacoterapia.
5
Uma das consequências da não intervenção nas doenças psicossomáticas é:
Aumento do sofrimento psíquico, isolamento social e medicalização excessiva.
Diminuição da preocupação com a saúde.
Melhora espontânea dos sintomas físicos.
Desenvolvimento de imunidade contra estresse.