DOAÇÃO DE ORGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTES

DOAÇÃO DE ORGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTES

A doação de órgãos e tecidos é um ato solidário que salva vidas. Consiste na autorização para que órgãos como coração, fígado, rins, pulmões e tecidos como córneas e pele sejam retirados de uma pessoa falecida ou viva, com o objetivo de serem transplantados em pacientes que necessitam desses órgãos para continuar vivendo ou melhorar sua qualidade de vida. Esse gesto de generosidade pode transformar a dor da perda em esperança para muitas famílias.

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Anna Luyza Lima

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Para que ocorra a doação de órgãos de doador falecido, é necessário que a morte encefálica seja confirmada por dois médicos diferentes, com um intervalo mínimo de seis horas entre as avaliações.

Para que ocorra a doação de órgãos de doador falecido, é necessário que a morte encefálica seja confirmada por dois médicos diferentes, com um intervalo mínimo de seis horas entre as avaliações.

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A doação de órgãos de doador falecido não exige a autorização da família do doador, apenas a necessidade da existência da sua decisão em seu documento de identidade ou registro no cartório da cidade.

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Os órgãos doados são distribuídos de acordo com uma lista única, que leva em conta critérios como gravidade da doença, tempo de espera e compatibilidade sanguínea.

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A Doação de Rim é um dos tipos mais comuns de doação de órgão de doador vivo.

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Não é possível doar parte do fígado de um doador vivo, mesmo este, tendo a capacidade de se regenerar.

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Em geral, pessoas com câncer não podem doar órgãos devido ao risco de células cancerígenas se espalharem para o receptor. No entanto, há exceções, como em casos de carcinoma basocelular de pele ou carcinoma "in situ" do colo do útero, se não houver metástase.

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A doação de córneas também é possível mesmo com câncer, pois este tecido não é vascularizado e, portanto, não há risco de disseminação.

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Para doar tecidos, além da morte encefálica o doador pode ter tido morte com coração parado.

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Antes da confirmação da morte encefálica (ME) do paciente, pode-se adiantar o assunto com a família, na possibilidade de convencê-los sobre a possível doação de órgãos ou tecidos do ente querido e ganhar tempo na captação e efetivação do transplante.

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O órgão que não pode ser doado para transplante é o cérebro. Embora o cérebro possa ser doado para fins de investigação, não é possível transplantá-lo.

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Os órgãos e tecidos que podem ser doados são: coração, pulmão, fígado, rins, pâncreas, intestinos, pele (camada superficial), ossos, válvulas cardíacas, córneas e tendões.

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Somente jovens podem ser consideradas doadoras em potencial, a idade ou histórico médico são importantes e necessários. Além da idade, também são determinantes, a possibilidade de transplante e quais os órgãos e tecidos que poderão ser doados é uma avaliação do corpo feita por meio de exames clínicos, de imagem e laboratoriais no momento da morte.

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Para quem tem interesse de ser doador, não precisa deixar nada por escrito em nenhum documento. Para ser doador, basta avisar os familiares de primeiro ou segundo grau (pai, filho, irmãos, avós, cônjuges). Eles é que assinarão o documento autorizando a doação dos seus órgãos e tecidos. E não há custo financeiro algum para isso.

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Como os órgãos e tecidos doados são removidos cirurgicamente, em uma operação de rotina (similar a uma cirurgia de vesícula biliar ou remoção de apêndice, por exemplo), o corpo não sofre alterações na aparência. Tanto que pode ser velado ou cremado normalmente, sem a necessidade de preparos especiais.

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Infelizmente, a morte encefálica é irreversível. Na ocasião, dois médicos diferentes, seguindo os critérios do Conselho Federal de Medicina, são designados para comprovar a ausência de reflexos do tronco encefálico. Isso é feito por meio de dois exames clínicos e um teste gráfico. Somente com esse atestado é permitido fazer a doação de órgãos.

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Se os médicos do setor de emergência souberem que você é um doador, não vão se esforçar para salvá-lo. Pura fake news! Se você está doente ou ferido e foi admitido no hospital, a prioridade número um é salvar a sua vida. A doação de órgãos só será considerada após o atestado de morte e o consentimento da sua família.

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Todos os cidadãos brasileiros, independentemente da classe social ou condições financeiras, são selecionados por compatibilidade com o doador. O procedimento é feito por um programa de computador seguro que impede fraudes. Fatores como gravidade da doença, tempo de espera, tipo de sangue e outras informações médicas importantes também são levadas em consideração, levando em consideração a questão financeira como fator decisivo, por isso Faustão conseguiu ser transplantado por duas vezes em tempo hábil.

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O órgão doado traz consigo característica estética ou emocional do doador. A pessoa que recebe um órgão terá, além, da melhora na qualidade de vida, manias e comportamentos parecidos com o doador.

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O doador em vida é aquele que doa órgãos e tecidos que não comprometam suas aptidões vitais. Para isso, é preciso ter mais de 18 anos e boas condições de saúde. Rim, medula óssea e parte do fígado ou pulmão podem ser doados entre cônjuges ou parentes de até quarto grau, com compatibilidade sanguínea. No caso de não familiares, a doação só acontece mediante autorização judicial.

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Todas as religiões deixam a critério dos seus seguidores a decisão de serem ou não doadores. No entanto, todas elas têm em comum os princípios da solidariedade e do amor ao próximo, que caracterizam o ato de doar. Então, a decisão é sempre sua, com o respaldo da sua família.

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Os órgãos mais difíceis de doar são pulmão e coração, devido aos diversos critérios necessários para o transplante destes órgãos.

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O tempo máximo que um órgão pode ser conservado fora do corpo varia de acordo com cada um. Coração e pulmão podem sobreviver por até 4-6 horas, o fígado e o pâncreas por 12-24 horas, o rim por 24-48 horas e as córneas podem ser conservadas por até 7 dias.

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Os tecidos oculares são retirados com técnicas cirúrgicas que não deixam vestígios, sendo devidamente reconstituídos com materiais ou gazes. A doação não causa deformações no doador, assim a família pode realizar os devidos rituais de passagem com a garantia que a aparência do ente querido não foi modificada.

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A família pode autorizar a doação das córneas após a morte de um parente, mesmo que a pessoa não tenha se manifestado.

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A OPO (Organização de Procura de Órgãos) é um serviço especializado responsável por identificar, avaliar e viabilizar doadores de órgãos para transplantes. A OPO trabalha em estreita colaboração com hospitais, Central de Transplantes e famílias, garantindo que órgãos viáveis sejam disponibilizados para pacientes em lista de espera.

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