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1. O que torna a comunicação em saúde uma área essencial e dinâmica?
A necessidade constante de atualização, inovação e adaptação às mudanças tecnológicas e sociais.
!Ela se limita apenas à divulgação de campanhas publicitárias e não tem impacto direto na qualidade do cuidado. É uma tarefa exclusiva do setor administrativo dos hospitais e não envolve os profissionais da linha de frente.
É uma função repetitiva e burocrática, que não exige atualização ou inovação constante.
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2. Quais são três estratégias eficazes para melhorar a comunicação em saúde?
Usar termos técnicos, evitar contato com a comunidade e manter distância dos pacientes.
Usar jargões médicos complexos, para mostrar autoridade profissional mesmo que o paciente não entenda.
Repassar informações apenas por meio de documentos técnicos sem explicações, pois isso economiza tempo.
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3. Por que a educação é considerada fundamental na comunicação em saúde?
Porque os pacientes devem confiar cegamente nas orientações sem precisar entender o que está sendo dito.
Porque quanto menos o paciente souber sobre sua condição, menores são as chances de ele discordar do tratamento proposto.
Porque apenas os médicos precisam entender os termos técnicos utilizados.
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4. Qual é o papel da ética na comunicação em saúde?
Não tem papel importante, desde que a informação chegue ao paciente rapidamente.
Ética só é relevante em situações jurídicas; na prática clínica, o importante é ser rápido e objetivo.
O profissional deve sempre suavizar ou omitir diagnósticos graves para não abalar emocionalmente o paciente
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5. Como a comunicação eficaz pode impactar a saúde pública?
Ela não tem impacto direto, já que a saúde pública depende só de políticas governamentais.
Pode ser ignorada na rotina clínica, pois o foco principal deve estar em exames e procedimentos, não em conversa.
Tem pouca utilidade prática, já que a saúde pública é determinada exclusivamente por políticas estatais.
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6. Quais são as principais técnicas para uma comunicação clínica efetiva?
Falar rapidamente, usar linguagem médica complexa e evitar emoções.
Focar na rapidez da consulta, deixando de lado detalhes emocionais ou expressões de empatia.
Utilizar uma linguagem rebuscada e técnica para manter distância emocional do paciente.
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7. Qual é a diferença entre comunicação multidisciplinar e interprofissional?
A multidisciplinar se refere à interação entre áreas diferentes, enquanto a interprofissional é restrita à medicina.
A interprofissional envolve colaboração ativa e decisões conjuntas, diferentemente da multidisciplinar.
A comunicação interprofissional não é recomendada para contextos de alta complexidade.
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8. Como a comunicação interprofissional contribui para a segurança do paciente?
Permite a troca de informações em tempo real, evitando erros como medicação errada.
Reduz a autonomia dos profissionais, impedindo decisões espontâneas.
Padroniza os fluxos de atendimento sem considerar o papel de cada profissional.
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9. Cite um benefício real da comunicação interprofissional:
Melhoria da qualidade do atendimento por meio de cuidado coordenado.
Otimização do tempo ao excluir etapas subjetivas do processo de cuidado.
Aumento da formalidade no atendimento, promovendo distanciamento emocional.
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10. Por que comunicar más notícias é um desafio na medicina?
Porque pode desestabilizar o paciente e causar uma variedade de reações emocionais.
Porque compromete a neutralidade profissional diante de situações emocionais.
Porque exige sensibilidade, empatia e estrutura técnica na condução da conversa.
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11. Qual é o objetivo do protocolo SPIKES?
Estruturar a comunicação de más notícias com empatia e organização.
Aumentar o distanciamento emocional do profissional frente ao sofrimento.
Diminuir o impacto de más notícias por meio de linguagem técnica.
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12. O que deve ser considerado na etapa “Setting up” do SPIKES?
Escolher um ambiente privado e tranquilo, com tempo suficiente para a conversa.
Agir de forma neutra e impessoal para evitar reações emocionais.
Optar por uma sala comum para garantir agilidade no processo.
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13. Como o profissional deve lidar com as emoções do paciente ao comunicar más notícias?
Estimular o paciente a ser racional diante da situação e ignorar o sofrimento.
Reconhecer e acolher as emoções com empatia, escuta e respeito.
Mostrar segurança e objetividade, sem abrir espaço para reações emocionais.
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14. Quais atitudes favorecem uma boa postura ao comunicar más notícias?
Ter escuta ativa, respeitar o silêncio e adotar postura acolhedora.
Manter a objetividade e evitar pausas para reduzir desconforto.
Agilizar a conversa para que o paciente não fique preso ao sofrimento.
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15. Que tipo de apoio deve ser oferecido após a comunicação de uma má notícia?
Oferecer apoio emocional, acompanhamento e suporte psicológico se necessário.
Focar em aspectos clínicos e deixar o emocional para outros setores.
Encaminhar o paciente rapidamente para casa para evitar sobrecarga emocional