Compilado de questões para N1 de CI II

Compilado de questões para N1 de CI II

Compilado de questões para N1 de CI II

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Débora Cabral

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Mulher, 22a, vem para consulta na Unidade Básica Saúde queixando-se de dor para urinar acompanhada de aumento da frequência há três dias, nega febre e corrimento vaginal. Antecedentes pessoais: nega quadro clínico semelhante anterior, última menstruação há 7 dias. Exame físico: abdome: sinal de Giordano negativo. Exame de urina feito com tira reagente evidenciou pH = 5,0; nitrito = positivo e leucoesterase = +++/3+. A conduta é:

C) Solicitar urocultura e iniciar antimicrobiano baseado no antibiograma
B) Solicitar urocultura e tratar com norfloxacino
D) Solicitar urocultura caso sintomas persistam após 5 dias de uso de fenapiridina
A) Tratar com Nitrofurantoína
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Mulher de 32 anos apresenta quadro de disúria, polaciúria e estrangúria, temperatura de 37,8°C e dor suprapúbica, descrito como primeiro episódio. O exame de urina mostra 20 a 30 hemácias por campo e 40 piócitos por campo. A melhor conduta, nesse caso, é:

A) Iniciar antibiótico e realizar TC abdominal
C) Iniciar o antibiótico e avaliar a evolução clínica
B) Solicitar cultura de urina e USG abdominal
D) Solicitar cultura de urina e aguardar resultado para iniciar antibiótico
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Mulher, 26 anos de idade, em gestação no primeiro trimestre, apresenta quadro de cólica renal há 3 horas. Qual deve ser o método diagnóstico de eleição nesta paciente?

D) Uretrocistografia
C) Tomografia computadorizada
B) Urografia excretora
A) Ultrassonografia
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Paciente, 43 anos de idade, há 1 dia com cólica lombar esquerda de forte intensidade, irradiando para fossa ilíaca esquerda, acompanhada de náuseas e vômitos. Há 12h com febre e queda do estado geral. Procura pronto-socorro onde realizou exames laboratoriais: leucograma mostrando 18.000 leucócitos e desvio à esquerda, proteína C reativa = 327 mg/dL, além de tomografia de abdômen e pelve, que mostrou cálculo ureter esquerdo, de 9 mm, com hidronefrose a montante e borramento da gordura perirrenal; rim com boa perfusão, sem sinais de abscesso. Qual deve ser a principal conduta, após iniciar antibioticoterapia de amplo espectro?

B) Avaliação imediata da urologia para realização de nefrectomia.
A) Manter somente controle de diurese.
C) Avaliação imediata da urologia para desobstrução do sistema coletor renal.
D) Punção do rim para coleta de matéria para cultura e direcionamento antibiótico.
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Lactente 12 meses de idade, gênero feminino, com quadro de irritabilidade e recusa alimentar associada a febre de 39 ºC há 24 horas. Exame físico sem alterações e sem sinais de irritação meníngea. O exame de urina tipo 1 (EAS) identificou nitrito + e leucócitos: 11/campo, esterase leucocitária +, após coleta com saco coletor. Qual a conduta diante desse paciente?

A) Nova coleta de preferência por método invasivo para urocultura, antibiótico empírico e solicitar USG de vias urinárias após o tratamento, caso haja confirmação de ITU.
E) Iniciar antibiótico empírico e solicitar USG de vias urinárias e uretocistrografia miccional.
D) Aguardar urocultura para iniciar antibiótico e não solicitar exames de imagem pois é o primeiro episódio de ITU
B) Aguardar urocultura para iniciar antibiótico e solicitar USG de vias urinárias e uretocistografia miccional.
C) Iniciar antibiótico empírico até resultado da urocultura e realizar USG de vias urinárias imediatamente.
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O Ministério da Saúde, através da Rede Cegonha, instituiu o teste rápido para diagnóstico de gravidez na rede de atenção básica à saúde com o objetivo de captar precocemente gestantes para o pré-natal. Entretanto, durante o exame físico, algumas gestantes já possuem sinais de certeza do diagnóstico de gravidez, não sendo necessária a realização do teste rápido. Pode-se afirmar que um sinal de certeza de gravidez é:

C) a presença de batimentos cardiofetais detectados com sonar ou Pinard
A) o amolecimento da cérvix uterina
B) o aumento das paredes vaginais
D) a hipersensibilidade dos mamilos e o aumento do volume das mamas
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Secundigesta, primípara, 20 anos de idade, 39 semanas, procura o pronto atendimento com queixa de perda de líquido pela vagina. Ao exame físico é confirmada a rotura prematura de membranas. Questionada sobre o “teste do cotonete” no pré-natal, informa que não realizou. A condição que indicaria a profilaxia da transmissão vertical do estreptococo do grupo B (EGB), nesse caso, é:

C) Rotura de membranas ocorrida há 8 horas.
A) Gestação anterior com rotura prematura de membranas.
B) Urocultura positiva para EGB durante o pré-natal.
D) Cultura positiva para EGB na gestação anterior.
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Com relação à Assistência Pré-Natal de Risco Habitual (Baixo Risco), é INCORRETO afirmar que:

C) O principal indicador do prognóstico ao nascimento é o acesso e assistência pré-natal de qualidade.
A) Não existe alta do pré-natal, independentemente da classificação de risco da gestação até a 41a semana.
B) A Organização Mundial de Saúde recomenda o mínimo de 6 consultas de pré-natal para adequada assistência.
E) Deve-se aguardar o início do trabalho de parto até a 42a semana de gestação, nestes casos.
D) As consultas deverão ser mensais até a 28a semana, quinzenais entre 28 e 36 semanas e semanais no termo.
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Menino, 4 anos, previamente sadio apresenta quadro de edema generalizado, PA 90 X 50 mmHg; albumina sérica 1 g/dl; colesterol total 560 mg/dl, níveis de complemento e enzimas hepáticas normais. Diante do quadro descrito, qual o diagnóstico mais provável?

B) Glomerulosclerose segmentar focal
A) Glomerulonefrite membranosa
C) Glomerulonefrite de lesões mínimas
D) Glomerulonefrite pós-estreptocócica
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Indique, dentro dos dados clínicos apresentados, aquele que, se presente, indica biópsia do órgão sede da lesão, em casos semelhantes ao descrito.

A) Elevação de Triglicérides e de Colesterol.
D) Idade inferior a 1 ano.
C) Elevação do Complemento.
B) Hematúria microscópica.
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Qual das abaixo NÃO se aplica à Glomerulonefrite Difusa Aguda (GNDA) pós-infecciosa na infância?

C) As crianças com GNDA pós-estreptocócica devem receber tratamento para erradicar o estreptococo (penicilina ou amoxicilina ou macrolídeo para os alérgicos) de 21 em 21 dias.
A) A GNDA pós-estreptocócica é a mais frequente glomerulopatia da infância.
B) O diagnóstico clínico da glomerulonefrite pós-estreptocócica consiste na presença de edema, hematúria e hipertensão arterial, evidências de infecção estreptocócica recente e níveis séricos diminuídos de C3.
D) O diurético de escolha para o tratamento da GNDA, considerando a fisiopatologia, é a furosemida.
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São dados laboratoriais característicos da glomerulonefrite aguda pós-estreptocócica:

D) cilindro hemático na urina; hipoalbuminemia; colesterol sérico aumentado
C) antiestreptolisina O (ASLO) elevado; proteinúria maciça; hipogamaglobulinemia
A) dosagem sérica do complemento (C3) aumentada; cilindro hemático na urina; proteinúria moderada a intensa
B) proteinúria leve a moderada; cilindro hemático na urina; dosagem sérica do complemento (C3) diminuída
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Criança de 10 anos de idade, previamente hígida, admitida no pronto socorro com história de cefaleia intensa e progressiva, edema de membros inferiores de início há 3 dias, e queixa de urina de cor avermelhada. Há um dia vem apresentando vômitos (3 episódios). Ao exame físico: ganho de 1kg em relação ao peso habitual; sinal de Godet ++/4; BRNF s/sopros, FC: 118 bpm; FR: 28 rpm, estertores em bases pulmonares; PA: 180 x 110 mmHg; fígado no RCD. Exame neurológico: sonolento, sem sinais meníngeos. Com relação a este quadro a alternativa CORRETA para as principais Hipóteses diagnósticas e mecanismo fisiopatológico é:

D) Síndrome Nefrótica; Hipertensão Secundária, Hipervolemia.
A) Insuficiência Cardíaca Congestiva; Hipertensão Compensatória; Hipovolemia.
B) Síndrome Nefrítica, Encefalopatia Hipertensiva, Hipervolemia.
C) Insuficiência Cardíaca, Insuficiência renal, Hipovolemia
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A categoria diagnóstica “Transtornos Somatoformes” (F45) foi introduzida na Classificação Internacional de Doenças (CID10) em 1992. Compreende 7 entidades nosológicas: Transtorno de somatização, Transtorno somatoforme indiferenciado, Transtorno hipocondríaco, Disfunção autonômica somatoforme, Transtorno doloroso somatoforme persistente, Outros transtornos somatoformes e Transtorno somatoforme não especificado. Está incorreto:

B) Os sintomas não são produzidos de forma intencional e devem ter uma intensidade suficiente para provocar uma perturbação clinicamente significativa ou deterioração no desempenho social, no trabalho e na convivência familiar.
D) A presença de somatizações exclui o diagnóstico de outras doenças, como Depressão e Ansiedade.
A) São caracterizados pela presença de sintomas físicos que persistem por meses ou anos, que sugerem a presença de doenças clínicas ou cirúrgicas mas que não são totalmente explicados por nenhuma das patologias orgânicas conhecidas, nem por outro transtorno mental e nem pelo efeito do uso de substâncias (álcool, drogas).
C) Uma característica dos Transtornos Somatoformes é a negativa do paciente em aceitar a possibilidade de que suas doenças tenham uma origem psicológica.
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Os critérios diagnósticos para caracterizar o Transtorno Factício, segundo o DSM-V, são: A. Falsificação de sinais ou sintomas físicos ou psicológicos, ou indução de lesão ou doença, associada a fraude identificada. B. O indivíduo se apresenta a outros como doente, incapacitado ou lesionado. C. O comportamento fraudulento é evidente mesmo na ausência de recompensas externas óbvias. D. O comportamento não é mais bem explicado por outro transtorno mental, como transtorno delirante ou outra condição psicótica. Segundo o enunciado acima, pode-se afirmar que:

C) Todas estão corretas
A) A, C e D estão corretas
D) Todas estão incorretas
B) B é a única correta
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Esse tipo de Transtorno possui a seguinte frase como parte se sua característica diagnóstica, segundo o DSM-5:“Por vezes representam sensações ou desconfortos corporais normais que geralmente não significam doença grave. [...] sem uma explicação médica evidente não são suficientes para fazer esse diagnóstico. O sofrimento do indivíduo é autêntico, seja ou não explicado em termos médicos”. Considerando o trecho retirado das Características Diagnósticas, marque a opção abaixo que apresenta o nome do Transtorno a que o trecho se refere.

A) Transtorno Somatoforme
B) Transtorno Alimentar
C) Transtorno de Ansiedade
D) Transtorno de Humor
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Homem de 50 anos de idade apresenta-se à consulta na unidade básica de saúde com exames laboratoriais evidenciando anemia hipocrômica e microcítica. Para a investigação diagnóstica dessa situação, conforme quadro descrito, é importante solicitar:

B) Colonoscopia, para excluir neoplasia dos cólons.
A) Pesquisa de sangue oculto nas fezes, para excluir doenças do trato gastrointestinal.
C) Dosagens de ferro, vitamina B12 e ácido fólico, para excluir anemias carenciais.
D) Eletroforese de hemoglobinas, para excluir causa falciforme.
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Homem é admitido em pronto socorro com quadro de vômitos e diarreia há cerca de 5 dias. Antecedente recente de ingesta alimentar duvidosa. Nega febre, refere múltiplas evacuações aquosas e vômitos, ambos sem muco ou sangue. A alteração eletrolítica e eletrocardiográfica mais esperada é, respectivamente:

B) Hipercalemia e onda T apiculada
D) Hipernatremia e intervalo QT prolongado.
C) Hiponatremia e onda de Osborn
A) Hipocalemia e onda U
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Paciente masculino, de 23 anos, apresentou cólica nefrética. Ultrassonografia mostrou cálculo de 0,4 cm em ureter médio direito, além de vários microcálculos calicinais, bilateralmente. Qual é a mais provável causa metabólica da formação desses cálculos?

B) Hipomagnesiúria
A) Hiperuricosúria.
D) Hipercalciúria primária
C) Hipercalciúria secundária
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Uma paciente é admitida com dor intensa em flanco direito e, após avaliação e exames complementares, recebeu o diagnóstico de litíase renal e a dor atribuída ao cálculo impactando no ureter. Avaliando as medicações em uso para as suas comorbidades: hipertensão, diabetes, dislipidemia e enxaqueca crônica, concluiu-se que uma contribuiu para o quadro de litíase renal, qual?

E) Topiramato
A) Propranolol
D) Losartana
B) Metformina
C) Sinvastatina
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Homem, 73a, procura atendimento médico referindo visão amarelada, anorexia e náuseas. Antecedentes pessoais: Insuficiência cardíaca, em uso de enalapril, carvedilol, furosemida e digoxina. A ALTERAÇÃO ELETROLÍTICA QUE CONTRIBUI PARA O DESENVOLVIMENTO DESTE QUADRO É:

A) Hipernatremia
D) Hipocalemia
C) Hipercalemia
B) Hiponatremia
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Relacione o distúrbio hidroeletrolítico comum no distúrbio renal com a manifestação clínica correspondente.   1.Déficit de potássio 2.Excesso de sódio 3.Excesso de bicarbonato 4.Déficit de proteína   I. Mucosas secas e pegajosas, sede, língua seca e áspera, febre, inquietação, fraqueza, desorientação. II. Respirações deprimidas, hipertonicidade muscular, tontura, formigamento dos dedos das mãos e dos pés. III. Perda de peso crônica, depressão emocional, palidez, fadiga, músculos flácidos e moles. IV. Anorexia, distensão abdominal, íleo paralítico, fraqueza muscular, alterações ECG, arritmias.   Assinale a alternativa correta.

A) 1 e II; 2 e I; 3 e IV; 4 e III.
C) 1 e I; 2 e III; 3 e II; 4 e IV.
D) 1 e II; 2 e IV; 3 e III; 4 e I.
B) 1 e IV; 2 e I; 3 e II; 4 e III.
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Considere a seguinte questão: “homem de 25 anos admitido em hospital público com história de lesão por arma branca no tórax, submetido a toracotomia à D, com colocação de dreno torácico em selo d´água em hemitórax D (HTD) decorrente de hemoneumotórax traumático. Permaneceu em suporte ventilatório por quatro dias. Após extubação, observou-se respiração superficial e bradipnéia. A gasometria arterial revelou PH = 7,20, PCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 28 mEq/l ”. Com base nos dados expostos, podemos considerar que o paciente se encontra em:

B) acidose respiratória
A) acidose metabólica
C) alcalose respiratória
D) alcalose metabólica
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Muitas são as dificuldades encontradas na interpretação da gasometria arterial para diagnóstico dos distúrbios respiratórios e do equilíbrio ácido-básico. A análise da gasometria de paciente com provável distúrbio ácido-básico (DAB) exige a leitura simultânea de diversos parâmetros, interligados e dependentes, que podem confundir a interpretação, levando a um diagnóstico errado. O diagnóstico inicial do distúrbio ácido-básico pela gasometria requer a análise de três dos parâmetros fornecidos: pH, PaCO2 e HCO3-. A gasometria aliada aos dados clínicos e aos sinais e sintomas do paciente, orienta uma intervenção efetiva na correção da oxigenação, da ventilação e do distúrbio ácido-básico. Analise os dados abaixo e assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta da gasometria descrita. pH= 7,31 PaCO2 = 32 mmHg HCO3- = 16 mEq/mL Alternativas:

B) Alcalose metabólica
A) Acidose metabólica
C) Acidose respiratória
D) Alcalose respiratória.
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Mulher de 40 anos dá entrada no hospital com mal-estar, tosse com expectoração amarelada, febre e confusa. Apresentava-se em regular estado geral, hidratado, PA = 90X60mmHg, FC = 100bpm, FR = 26ipm, com estertores crepitantes em base direita. Após 500ml de SF 0,9%, a PA se apresentou de 110x70mmHg. Nesse momento, qual é o diagnóstico presuntivo mais correto para guiar conduta e tratamento?

D) Pneumonia por pneumococo.
C) Choque séptico.
B) Sepse de foco pulmonar
A) Pneumonia por gonococo.
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Sobre as recomendações do protocolo da Surviving Sepsis Campaign pediátrica quanto ao início da antibioticoterapia, assinale a alternativa correta.

D) Até 6 horas após o reconhecimento do quadro da sepse.
C) Até 1 hora após o reconhecimento do quadro de choque séptico.
A) Até 1 hora após o reconhecimento da sepse.
B) Até 3 horas após o reconhecimento do quadro de choque séptico.
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Menino, 5 anos de idade, com diagnóstico de anemia falciforme, faz uso de penicilina oral desde os 8 meses de idade e recebeu vacinação adequada. Hoje apresenta adinamia, cansaço, dispneia, dor abdominal e fezes amolecidas. Ao exame físico: está pálido, a frequência cardíaca = 150 batimentos/minuto e o baço é palpável a 2 cm do rebordo costal esquerdo. No prontuário observa-se que a dosagem habitual de hemoglobina da criança = 9 g/dL. A medida no momento é Hb = 4,5 g/dL, com reticulócitos ausentes. O melhor exame para elucidação diagnóstica é:

E) Sorologia para Parvovírus
A) Mielograma
B) Hemocultura
C) Dosagem de ferritina
D) Coprocultura
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Homem de 35 anos apresenta quadro de tosse produtiva com expectoração amarelada, há 2 dias, associada a febre. Ao exame físico, apresenta crepitações em base direita, estado confusional, pressão arterial 80x50 mmHg e frequência respiratória de 26 irpm. Radiografia de tórax evidência infiltrado alveolar em base direita. Qual o tratamento inicial mais adequado para esse caso clínico?

A) Expansão volêmica e antibioticoterapia
B) Hidrocortisona e expansão volêmica
D) Noradrenalina e Hidrocortisona
C) Noradrenalina e Antibioticoterapia
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Dona Regina, mãe do Pedro, de 2 meses de vida, foi ao ambulatório para consultar com médico. Relata que seu bebê nos últimos 3 dias se apresenta bastante choroso, irritado e com dificuldade para aceitar o mama materno. Ontem lactente iniciou com quadro de febre aferida, com maior temperatura 38.4ºC. Nega sintomas gripais. Evacuações presentes. Refere que realizou pré-natal sem intercorrências. Bebê nasceu a termo, parto normal. Alta médica da maternidade em 48h, em aleitamento materno exclusivo. O médico da unidade de saúde, bastante atento, logo aventa hipótese de Infecção Trato Urinário (ITU). Sobre o caso, marque a alternativa correta.

D) Se resultado de exame urina positivo, já posso iniciar o tratamento medicamentoso. Nesse caso, posso prescrever antibiótico via oral para tratamento domiciliar.
B) O lactente durante um quadro de ITU pode apresentar sintomas inespecíficos, como febre, vômitos, perda de peso, hipoatividade e baixa aceitação da dieta.
C) Para confirmar o diagnóstico, o médico deve solicitar a coleta da urina do bebê. Esse procedimento pode ser feito por saco coletor, sem risco de resultado falso-positivo.
A) O médico está errado em pensar em ITU, uma vez que a taxa de incidência no sexo masculino nesta faixa etária é menor que no gênero feminino.
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Homem, 50 anos, hipertenso e diabético, em uso prévio de clortalidona, enalapril, ácido acetil salicílico e metformina, admitido com quadro de vômitos, diarreia e febre há 3 dias. Ao exame apresenta-se desidratado, hipotenso, FC de 120 bpm, FR 30 irpm e abdome dolorido. Exames de urgência com creatina de 3,0 mg/dL, ureia a 150 mg/dL, sódio 128 mmol/L, potássio 2,6 mmol/L, ph 7,55, HCO3 32 mEq/L, PaCO 235 mmHg, PO2 60 mmHg, SatO 290 em ar ambiente. Diante desse caso, quais as possíveis causas da hipocalemia?

C) Uso de tiazídico, diarreia e vômitos levando a alcalose metabólica;
A) Lesão renal aguda, diarreia, uso de metformina e enalapril;
B) Uso de inibidor de enzima conversora de angiotensina (IECA), alcalose metabólica e diarreia;
D) Uremia, alcalose respiratória, uso de tiazídico e de metformina.
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(UNIFIPGUANAMBI) Paciente, 32 anos, sexo masculino, é atendido na Unidade Básica de Saúde (UBS) com queixas de palidez, fadiga e artralgia. Ele menciona que tem episódios frequentes de dor abdominal e nas articulações, que parecem ser mais intensos durante o inverno. O paciente também relata dificuldades respiratórias ocasionais e tem um histórico de infecções recorrentes. Durante o exame físico, observa-se palidez cutânea e mucosas. Os exames laboratoriais revelam uma hemoglobina de 8,0 g/dL, leucócitos elevados e a presença de hemoglobina S na eletroforese de hemoglobina. O esfregaço de sangue periférico revela a presença de hemácias em forma de foice. Com base nas informações fornecidas, avalie as seguintes assertivas sobre anemia falciforme: I. A presença de hemoglobina S na eletroforese, juntamente com a palidez, fadiga e dores articulares, indica a substituição de ácido glutâmico por valina na posição 6 da cadeia beta da hemoglobina, levando à formação de células em forma de foice. II. É provável que o paciente apresente esplenomegalia, e que esteja ocorrendo sequestro de hemácias e que esse seja um dos motivos da anemia. III. O tratamento recomendado para o paciente com anemia falciforme deve incluir o uso de hidroxiureia, que pode ajudar a reduzir a frequência das crises dolorosas e complicações infecciosas. Além disso, é importante tratar sintomaticamente as crises e infecções recorrentes. IV. A anemia falciforme pode causar complicações infecciosas e a palidez observada é devido à hemólise das células falciformes, que são mais propensas à hemólise. São corretas as assertivas:

C) II e III, apenas.
B) I e II, apenas.
A) I, II e IV, apenas.
D) I, III e IV, apenas.
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(AFYA PARAIBA) Um paciente de 54 anos, com histórico de insuficiência cardíaca e uso crônico de diuréticos, é admitido no pronto-socorro com queixa de fraqueza muscular intensa. No exame físico, é notada hipotensão ortostática e a presença de ondas U no eletrocardiograma. O exame laboratorial revela: creatinina sérica de 1,2 mg/dL, ureia: 48 mg/dl. Neste contexto, qual o distúrbio hidroeletrolítico mais provável e a conduta adequada?

B) Hipocalemia e realizar reposição de cloreto de potássio via endovenoso.
A) Hipomagnesemia e realizar reposição de magnésio via endovenoso.
C) Hipocalcemia e realizar reposição de cálcio via oral.
D) Hiponatremia e realizar reposição de sódio via endovenosa.
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(UNIPTAN) Caso 1 – Paciente feminina, 42 anos, procurou atendimento médico com queixa de astenia e queda capilar. Referia sintomas de astenia progressivo nos últimos meses, associado a metrorragia, com intolerância a uso de anticoncepcional prescrito por ginecologista da rede. Diagnóstico de adenomiose, aguardando reavaliação ginecológica. Trouxe exames solicitados na última consulta com: Hb 8,6g/dL (VR 12-15) VCM 68 (VR 80-100) HCM 22 (VR 24-28) RDW 22 (VR < 15) Ferritina 5 ng/mL (VR 11 – 306) IST 11 % (VR 15 – 50) CTLF 552ng/ml (VR 250 – 400). Caso 2 – Paciente feminina, 45 anos, procurou atendimento médico com queixa de astenia e queda capilar. Refere sintomas de astenia progressivos nos últimos meses. Refere diagnóstico de artrite reumatoide, mas abandonou tratamento há 2 anos por dificuldades financeiras. Queixa-se também de dores articulares inflamatórias e rigidez matinal, mas afirma que isso é por conta da artrite. Trouxe exames solicitados na última consulta com: Hb 8,6g/dL (VR 12-15) VCM (VR 80-100) HCM 26 (VR 24-28) RDW 11 (VR < 15) Ferritina 284 ng/mL (VR 11 – 306) IST 25% (VR 15 – 50) CTLF 339 ng/ml (VR 250 – 400) PCR 12 mg/L (VR < 6). Com relação aos casos acima, assinale a alternativa correta com relação à anemia e seu tratamento adequado.

C) Caso 1 – anemia falciforme – hidroxiureia; Caso 2 – anemia de doença crônica - tratamento da doença de base.
A) Caso 1 – anemia ferropriva – reposição de ferro; Caso 2 – anemia megaloblastica - reposição de vitamina B12.
B) Caso 1 – anemia de doença crônica – histerectomia; Caso 2 – anemia ferropriva - reposição de ferro.
D) Caso 1 – anemia ferropriva – reposição de ferro; Caso 2 – anemia de doença crônica - tratamento da doença de base.
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(UNIPTAN) Paciente feminina, 26 anos, procura atendimento na UBS para avaliação. Relata ter mantido relação sexual sem preservativo com novo parceiro na data de ontem, porém hoje pela manhã ele lhe informou ser portador do vírus do HIV, sem tratamento regular. Com base no caso acima, analise as alternativas abaixo e assinale a correta.

C) Deve-se iniciar a profilaxia pós-exposição em até 7 dias, com duração de 45 dias totais, não sendo necessário testagem nesses casos frente ao uso do esquema.
B) Deve-se testar a paciente com teste rápido de HIV e, se teste negativo, indicar medidas de prevenção de contágio, como coito interrompido e PREP.
D) Deve-se iniciar profilaxia pós-exposição em até 72h, com duração de 28 dias, com testagem de HIV hoje e novas testagens sequenciais.
A) Deve-se indicar testagem de HIV com testes rápidos hoje e em 30 dias, com inicio de tratamento de HIV se teste positivo em 30 dias.
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(AFYA PARAIBA) Uma mulher de 28 anos, grávida de 12 semanas, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para sua consulta de pré-natal. Durante a consulta, trouxe os exames onde observou-se VDRL 1:32 positivo. O exame de FTA-ABS também é realizado e confirma a infecção. A paciente não apresenta sintomas aparentes e relata que esta é sua primeira gravidez. Ela nunca teve uma IST diagnosticada anteriormente. Com base nesse cenário, qual é a conduta mais adequada a ser adotada?

D) Iniciar o tratamento com penicilina benzatina, 2,4 milhões de unidades, via intramuscular, dose única, e repetir o VDRL em 6 meses.
C) Realizar novos testes para confirmar a infecção antes de iniciar qualquer tratamento, devido ao risco de reatividade cruzada do VDRL.
B) Iniciar o tratamento com penicilina benzatina, 2,4 milhões de unidades, via intramuscular, dose única, e realizar acompanhamento sorológico mensalmente.
A) Iniciar o tratamento com penicilina benzatina, 2,4 milhões de unidades, via intramuscular, uma vez por semana durante 3 semanas, e notificar o parceiro sexual para tratamento.
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(UNISL PVH) Paciente, 6 anos, sexo feminino, comparece ao serviço de urgência pediátrica acompanhada pela mãe, que relata que a criança iniciou com inchaço ao redor dos olhos (principalmente pela manhã) há 3 dias. A mãe também observou redução do volume urinário e urina escurecida. Não apresenta febre, mas a mãe relata um episódio recente de faringite que foi tratado com antibiótico há cerca de 2 semanas. A genitora está preocupada com a aparência da urina e o edema, que parece estar se estendendo para os membros inferiores. Ao exame físico, nota-se: • Edema periorbital e em membros inferiores• Pressão arterial: 150/90 mmHg• FC: 90 bpm• FR: 22 irpm• Peso: aumento de 1,5 kg desde a última consulta há 1 mês• Estado geral: alerta e orientada, sem sinais de desconforto respiratório Exames laboratoriais iniciais: • Urinálise: presença de proteinúria 1+, hematúria 4+, cilindros hemáticos• Creatinina sérica: 1,1 mg/dL (valor de referência: 0,3 a 0,7) • Complemento C3: diminuído• Hemograma: leucócitos normais, hematócrito e hemoglobina levemente reduzidos Com base nesse caso, responda: A. Qual é o diagnóstico mais provável? B. Diferencie as características clínicas e laboratoriais das síndromes nefrítica e nefrótica neste contexto, justificando a sua escolha para o caso apresentado. C. Descreva 03 acões recomendadas no manejo inicial para este caso.

A) R: glomerulonefrite crônica pós-estreptocócica. B) R: Síndrome nefrítica: inflamação glomerular que leva à hematúria, oligúria, edema e hipertensão. Síndrome nefrótica: perda massiva de proteínas na urina proteinúria, hipoalbuminemia, edema generalizado (anasarca) e hiperlipidemia. C) R: 1. Restrição Hídrica; 2. Restrição de Sódio; 3. Antibioticoterapia
A) R: glomerulonefrite aguda pós-estreptocócica (GNAPE/ GNDA). B) R: Síndrome nefrítica: inflamação glomerular que leva à hematúria, oligúria, edema e hipertensão. Síndrome nefrótica: perda massiva de proteínas na urina proteinúria, hipoalbuminemia, edema generalizado (anasarca) e hiperlipidemia. C) R: 1. Restrição Hídrica; 2. Restrição de Sódio; 3. Antibioticoterapia
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(FMIT) Homem de 45 anos, deu entrada no pronto-socorro acompanhado da esposa, relatando dor abdominal intensa no andar superior, irradiando para o dorso, após ter almoçado moqueca de camarão com azeite de dendê. Ao exame físico, apresenta obesidade central, mau estado geral, frequência cardíaca de 120 bpm, frequência respiratória de 24 irpm, perfusão periférica menor que dois segundos, pressão arterial de 100 x 40 mmHg e escala de coma de Glasgow de 15 pontos. Durante o exame físico, o paciente apresentou vários episódios de vômito seguidos de náuseas, além de sinais de desidratação. Os exames laboratoriais revelaram amilase de 5000 U/L, leucocitose e PCR maior que 500 mg/L. Diante desse quadro, qual a melhor conduta inicial?

B) Iniciar hidratação vigorosa com solução salina isotônica.
A) Iniciar tratamento com antibióticos de amplo espectro.
D) Administrar analgésicos potentes e antieméticos.
C) Realizar uma tomografia computadorizada (TC) de abdome.
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(UNIFIPGUANAMBI) Um adolescente de 16 anos, do sexo masculino, é trazido ao CAPS pelos pais após relatar episódios frequentes de paralisia nas pernas, que ocorrem especialmente antes de eventos importantes na escola. Ele já foi submetido a diversos exames neurológicos, como ressonância magnética e eletroneuromiografia, todos normais. O paciente tem histórico de múltiplas internações por queixas variadas, como dores abdominais e desmaios, mas nunca foi encontrada uma causa médica concreta. Durante a consulta, o adolescente demonstra um conhecimento detalhado sobre várias doenças e parece confortável no ambiente hospitalar. Seus pais mencionam que ele passa muito tempo pesquisando sobre condições médicas na internet e frequentemente menciona novos sintomas aos médicos. Com base no caso clínico apresentado, avalie as seguintes assertivas: I. A fabricação intencional de sintomas, como a paralisia das pernas relatada pelo adolescente, sugere a presença de transtorno factício. II. O conhecimento detalhado do adolescente sobre doenças, associado à frequência de visitas a diferentes médicos, é indicativo de um comportamento típico de transtorno factício. III. O transtorno factício é improvável neste caso, pois o adolescente não demonstra nenhum ganho evidente ao relatar seus sintomas. IV. A normalidade dos exames neurológicos, apesar dos sintomas dramáticos e recorrentes de paralisia, reforça a hipótese de transtorno factício. São corretas as assertivas:

A) I, II e IV, apenas.
B) I e III, apenas.
C) II e IV, apenas.
D) I, III e IV, apenas.
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(FASA VIC) Uma paciente, de 22 anos, G1P0, comparece à Unidade Básica de Saúde para sua primeira consulta de pré-natal, estando com 12 semanas de gestação. Durante a consulta, são solicitados exames de rotina, incluindo sorologia para toxoplasmose. O resultado da sorologia mostra IgM positivo e IgG positivo, com baixa avidez. Diante desse resultado, qual deve ser a conduta mais adequada a ser tomada pelo médico responsável pelo pré-natal?

D) Repetir a sorologia em 3 meses para avaliar a evolução dos títulos de IgG e IgM.
C) Realizar amniocentese para pesquisa de DNA do Toxoplasma gondii no líquido amniótico a partir de 14 semanas de gestação.
B) Acalmar a paciente, pois a baixa avidez de IgG indica uma infecção antiga, e não há necessidade de intervenção.
A) Iniciar imediatamente o tratamento com espiramicina e acompanhar a gestação com ultrassonografias seriadas.
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(UNIVAÇO) Um senhor, de 63 anos, dá entrada na unidade de pronto atendimento com quadro de febre e prostração. O acompanhante (filho) refere que há 1 semana seu pai está se queixando de dor lombar à direita, mas há 1 dia esta dor não melhora com uso de analgésicos. Há cerca de 4 horas o paciente vem apresentando febre (até 38,5°C) e a urina está turva. À admissão, o paciente apresenta ao exame físico: prostração (Glasgow 13), FC = 130 bpm; FR = 24 irpm; PA: 88 x 45 mmHg; perfusão periférica lentificada; dor à percussão lombar à direita. Diante desse quadro, clínico, estabeleça o diagnóstico clínico do paciente e elabore uma estratégia diagnóstica e terapêutica para o mesmo.

A) O diagnóstico provável é pielonefrite aguda. Internação; Ressuscitação volêmica; Iniciar antimicrobiano de amplo espectro
B) O diagnóstico provável é ITU. Internação; Ressuscitação volêmica; Iniciar antimicrobiano de amplo espectro
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(UNIPTAN) Um paciente masculino de 74 anos foi levado ao pronto atendimento por familiares. Eles relataram que o paciente estava com tosse produtiva há 72 horas e mais sonolento, especialmente na manhã de hoje. Durante a avaliação, o paciente apresentava pele fria e pegajosa, cianose nas extremidades, crepitações na base e no terço médio do pulmão direito, frequência respiratória de 26 incursões por minuto (irpm) e saturação de oxigênio de 87% em ar ambiente. Ele também tinha ritmo cardíaco regular, mas estava taquicardíaco, com frequência cardíaca de 128 batimentos por minuto (bpm) e pressão arterial de 80x40 mmHg. Com relação ao caso, analise as alternativas e assinale a correta.

C) Caso a ressuscitação volêmica não seja efetiva no controle pressórico, deve-se iniciar noradrenalina para estabilização clínica.
A) Os antimicrobianos só devem ser iniciados após a coleta de hemo e uroculturas, garantindo assim melhor sensibilidade das análises.
B) A punção de acesso venoso é mandatória pela hipotensão, devendo ocorrer antes de qualquer medida.
D) Diante da idade, deve-se iniciar reposição volêmica com solução coloide, como albumina 20%.
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(UNITPAC) Paciente do sexo masculino, 62 anos, tabagista desde os 18 anos (30 maços/ano) e etilista crônico, apresenta queixa de disfagia progressiva há cerca de seis meses, inicialmente para alimentos sólidos, agora também para líquidos. Relata perda de peso significativa de aproximadamente 10 kg nos últimos três meses, acompanhada de fadiga e sensação de “entalo” ao se alimentar. Refere também dor retroesternal leve e azia recorrente nos últimos anos, mas não procurou atendimento médico prévio para esses sintomas. Ao exame físico, o paciente está emagrecido, com mucosas descoradas e sinais de desidratação leve. Exames laboratoriais revelam: • Hemoglobina: 9,8 g/dL • Hematócrito: 30% • Albumina sérica: 2,8 g/dL Foi realizada uma endoscopia digestiva alta (EDA) que revelou uma lesão vegetante no terço médio do esôfago, com áreas de ulceração e estenose significativa. Com base no caso clínico e nos achados da endoscopia digestiva alta, qual seria o diagnóstico mais provável?

C) Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) complicada com esofagite erosiva grave.
A) Acalasia, associada à perda de peso e disfagia.
D) Esofagite infecciosa, devido à presença de ulcerações e sintomas sistêmicos.
B) Carcinoma espinocelular de esôfago.
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(IESVAP) Paciente, de 23 anos, foi submetido a uma laparotomia exploradora devido a um quadro de abdome agudo perfurativo. Pouco depois da indução anestésica, que incluiu fentanil, etomidato e succinilcolina, o paciente desenvolveu taquicardia, rigidez mandibular, acidose respiratória, hipercapnia e temperatura corporal de 41ºC. Com base nessas manifestações, qual é a medicação de escolha para o tratamento da principal hipótese diagnóstica?

B) Adrenalina.
C) Dantrolene sódico.
D) Acetaminofeno.
A) Amiodarona.
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(UNISL PVH) Você está de plantão em um pronto-socorro e é chamado para avaliar um paciente idoso, do sexo masculino, 78 anos, que se apresenta com quadro de dispneia progressiva há dias, acompanhada de tosse produtiva com expectoração esverdeada, febre baixa (37,8°C) e sensação de mal-estar geral. O paciente tem história prévia de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), uso crônico de corticoides inalatórios, e relata piora recente do quadro respiratório após uma infecção respiratória aguda. Ele também é hipertenso, em uso regular de losartana, e diabético controlado com metformina. Ao exame físico: • PA: 140/85 mmHg• FC: 105 bpm• FR: 28 ipm• SatO2: 88% em ar ambiente• Temperatura: 37,8°C• Ausculta pulmonar: Presença de sibilos difusos bilaterais e estertores crepitantes em bases. Foi realizada uma gasometria arterial com os seguintes resultados: • pH: 7,32• PaCO2: 60 mmHg• HCO3-: 30 mEq/L• PaO2: 55 mmHg• BE (excesso de base): +4• Lactato: 1,2 mmol/L Com base nos dados clínicos e laboratoriais, qual é o distúrbio acidobásico predominante neste paciente?

B) Acidose respiratória parcialmente compensada.
A) Alcalose respiratória parcialmente compensada.
C) Acidose metabólica parcialmente compensada.
D) Alcalose metabólica parcialmente compensada.
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(AFYA IPATINGA) Mulher de 56 anos, deu entrada na UPA com quadro de febre, náuseas e dor em hipocôndrio à direita. Refere que a dor ocorre há vários meses intermitentemente e nega comorbidades. Contudo, há cerca de 1 dia, após se alimentar de carne gordurosa, as dores pioraram. Na admissão: FC: 110 bpm, temperatura: 38,5°C, boa perfusão periférica, PA: 120x80 mmHg, IMC: 30 e dor a palpação em rebordo costal direito. Internada para cuidados de enfermaria com equipe da cirurgia. Realizou USG de abdômen para investigação com os seguintes achados: “vesícula de paredes espessadas, delaminadas, apresentando imagens hiperecogênicas com sombra acústica posterior, imóveis. Ausência de dilatação de vias biliares”. Qual deve ser a conduta mais adequada a ser tomada, considerando o caso clínico?

B) Iniciar antibioticoterapia e manter por 48 horas. Caso melhore, alta domiciliar.
C) Indicar “CPRE” visando desobstrução do colédoco distal.
D) Iniciar antibioticoterapia e realizar colecistectomia videolaparoscópica.
A) Solicitar colangioressonância para melhor elucidação do quadro.
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