Qual é o teu tipo de vinculação?

Qual é o teu tipo de vinculação?

O tipo de vinculação de cada um tem consequências na sua gestão e expressão de emoções na vida adulta.

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Ana Pereira

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1

Estás numa relação e sentes que o teu parceiro/a tem estado mais distante do que o habitual. O que fazes?

Pergunto diretamente o que se passa, pois acredito na comunicação aberta.
Fico ansioso/a e temo que possa estar a perder o interesse ou que tenha sido algo que eu fiz, então tento estar ainda mais presente.
Tento ignorar e distanciar-me também, para não parecer demasiado carente.
Aceito que cada um tem momentos de distanciamento e espero que passe naturalmente.
2

Precisas de pedir ajuda a um amigo para resolver um problema pessoal. Como reages?

Peço ajuda sem problemas, sei que posso contar com ele.
Hesito, porque temo estar a incomodar, mas acabo por pedir ajuda.
Evito pedir ajuda e tento resolver tudo sozinho/a, porque isso faz-me sentir melhor.
Tento resolver sozinho/a, mas fico magoado/a se o amigo não notar que preciso de apoio.
3

Discutes com um amigo sobre um assunto muito importante, em que acabam em lados opostos. Qual é a tua reação?

Tento resolver a situação com diálogo, porque valorizo a relação.
Fico preocupado/a que a amizade possa estar em risco e faço de tudo para fazer as pazes.
Sigo em frente, porque nem todas as amizades duram para sempre.
Dou algum tempo e espaço antes de tentar resolver as coisas.
4

Depois de um dia difícil, em que sentes que falhaste, o que fazes?

Ligo a um amigo próximo e sinto-me melhor ao partilhar.
Quero apoio, mas sinto receio de estar a ser um fardo para os outros. Acabo por me sentir sozinho/a.
Reflito e lido com as coisas sozinho/a. Sinto-me forte por não recorrer a niguém para me reconfortar.
Encontro alguma companhia, começo a falar e nunca mais consigo parar. Partilho demasiado e preciso mesmo que me digam que está tudo bem.
5

Quando eras criança e te magoavas ou sentias medo, como reagiam os teus pais?

Consolavam-me e faziam-me sentir seguro/a.
Por vezes davam apoio, mas noutras pareciam distantes ou distraídos.
Diziam-me que "não foi nada" e por vezes até me repreendiam.
Ajudavam-me quando viam que estava mesmo afetado/a, mas não eram demasiado protetores.
6

Como descreverias a forma como os teus pais/família expressavam carinho e afeto na tua infância?

Eram carinhosos e demonstravam amor de pequenas formas todos os dias. Não tinham medo de mostrar as suas emoções.
Demonstravam afeto, mas por vezes parecia que tinham dificuldades em fazê-lo.
O carinho deles era raro e não me sentia muito confortável com demonstrações de afeto.
O carinho deles era instável—nos bons momentos estavam sempre presentes, mas nos maus momentos retraíam-se.
7

Quando gostas de alguém, como o demonstras?

Demonstro afeto, mas preocupo-me constantemente se a outra pessoa sente o mesmo por mim.
Sinto-me confuso/a sobre como demonstrar afeto e costumo sentir-me inapto para o fazer. Não sou uma pessoa muito carinhosa.
Sou genuíno/a e sei que consigo lidar com a rejeição se a outra pessoa não corresponder aos meus afetos. Expresso os meus sentimentos de forma natural e sinto-me melhor quando o faço.
Evito demonstrar demasiado para não parecer vulnerável ou dependente. Acabo por me desinteressar da pessoa.
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