Você sabe tudo sobre Rinologia e Base de Crânio?

Você sabe tudo sobre Rinologia e Base de Crânio?

Neste quiz, você vai explorar os principais temas relacionados a esses cuidados. Prepare-se para desafiar seus conhecimentos clínicos e identificar as melhores condutas. 🎯 Está pronto para o desafio? Vamos começar!

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1

Fazem parte do protocolo de análise tomográfica pré-operatório, de uma cirurgia endoscópica endonasal dos seios paranasais os seguintes parâmetros:

Identificação da célula de Onodi inferior ao seio maxilar.
Classificação de Keros, localização da artéria etmoidal anterior.
Localização do agger nasi no seio maxilar.
Identificação de possíveis células de Haller (célula localizada no etmoide posterior que pode se insinuar ao seio esfenoidal).
2

O seio esfenoidal pode ser classificado em diferentes tipos, a depender do seu grau de pneumatização. No adulto, qual o tipo de pneumatização mais comum?

Selar.
Clival.
Pré-selar.
Conchal.
3

Paciente 36 anos, ciclista sempre muito ativo, percebeu diminuição da disposição, fadiga precoce, febre intermitente e perda de peso há cerca de 6 meses. Desde então apresenta rinorreia purulenta, eventualmente sanguinolenta, formação de crostas no septo nasal anterior e tosse. Fez vários ciclos de antibiótico prescritos pelo seu médico ortomolecular para tratar a sinusite, mas sem resposta satisfatória. Único período de acalmia veio após um ciclo de corticoide oral. Em seu consultório você identificou uma perfuração no septo nasal ampla incluindo, principalmente, a região do vômer, discreto selamento do dorso nasal, aumento da pressão arterial e edema difuso com sinal de cacifo. Diante do cenário clínico acima, qual sua principal hipótese diagnóstica?

Granulomatose com poliangeíte.
Linfoma de células NK.
Rinoscleroma.
Rinosporidiose.
4

A rinossinusite fúngica invasiva aguda, na sua fase inicial, acomete, predominantemente:

Seios maxilar e etmoidal.
Parede lateral e meato médio nasal.
Cabeça das conchas médias e inferiores e septo anterior.
Cauda de concha inferior.
5

Paciente do sexo masculino, 45 anos, em uso de dupilumabe por rinossinusite crônica com pólipo nasal associada à asma. Após 6 meses de tratamento, ele refere melhora dos sintomas nasossinusais (SNOT-22 diminuiu de 67 para 52) e do olfato (de anosmia para hiposmia moderada). No entanto, à endoscopia, os pólipos nasais persistiam com o mesmo tamanho. Neste momento, qual seria a conduta mais apropriada?

Continua com o tratamento atual.
Associa pulso de corticoide sistêmico.
Troca o tratamento para mepolizumabe.
Indica o tratamento cirúrgico.
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Ainda em relação ao enunciado da questão anterior, qual o tratamento mais indicado?

Internação hospitalar para antibioticoterapia endovenosa (associada ou não a corticosteroide endovenoso) e drenagem cirúrgica do abscesso.
Antibioticoterapia oral.
Internação hospitalar para antibioticoterapia endovenosa (associada ou não ao corticosteroide endovenoso).
Antibioticoterapia e costicosteroide oral.
7

Atualmente, mais de 1800 mutações relacionadas ao gene CFTR já foram identificadas como causadoras da fibrose cística, que podem ser agrupadas em 6 classes funcionais distintas. A mutação mais comum, a F508del, promove qual tipo de alteração funcional na proteína CFTR?

CFTR é degradado prematuramente ou não alcança o ápice celular – Classe II.
Síntese normal, mas a função no transporte de cloro é disfuncional – Classe IV.
Síntese da proteína CFTR defeituosa ou ausente – Classe I.
Meia-vida do CFTR é reduzida – Classe VI.
8

Sobre cisto do ducto lacrimal, assinale a alternativa INCORRETA:

O tratamento pode ser feito com massagens do saco lacrimal para rompimento do cisto. Caso haja evolução favorável com essa manobra, está indicada a marsupialização do cisto por via endoscópica.
Nos casos de dacriocistite congênita, a obstrução das vias lacrimais pode ocorrer em dois níveis: proximal (mais raro) e na membrana de Hasner.
O exame de escolha para o diagnóstico é a ressonância magnética.
Geralmente é unilateral, podendo estar evidente já nas primeiras semanas de vida. O que gera obstrução nasal pelo crescimento do cisto. Nos casos bilaterais, a obstrução nasal pode ser mais acentuada.
9

A classificação de Keros gradua o risco de fístula liquórica iatrogênica durante a abordagem cirúrgica do etmoide anterior, com base no comprimento da lamela lateral da placa cribriforme. Qual a classificação que apresenta maior risco de fístula liquórica no intraoperatório para a cirurgia endonasal?

Keros III.
Keros I.
Keros II.
Keros IV.
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Paciente masculino, 14 anos, foi trazido pela mãe ao seu consultório por se queixar de nunca ter sentido nenhum cheiro. Ele refere o nariz um pouco obstruído, mas nega secreção. Nesse caso, deve-se pensar em:

Autismo.
Rinossinusite crônica.
Hipertrofia de tonsila faríngea.
Síndrome de Kallmann.
11

Paciente de 35 anos, sexo masculino, com queixa de cefaleia e sensação de plenitude em região frontal há longa data. História prévia de trauma de face. A tomografia de seios da face revelou lesão frontal à direita, expansiva, bem delimitada, ocasionando erosão e remodelamento ósseo da parede do seio. Na ressonância magnética, a lesão apresentava hipossinal em T1, hipersinal em T2, e ausência de realce pelo contraste. Com base no caso clínico, o diagnóstico mais provável é:

Tumor de Pott.
Osteoma.
Mucocele.
Carcinoma espinocelular.
12

O nasoangiofibroma juvenil é um tumor benigno que acomete exclusivamente pacientes do sexo masculino. O seu principal sintoma é:

Epistaxe.
Rinorreia.
Obstrução nasal.
Abaulamento facial.
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O tratamento das lesões ósseas nasossinusais constituem desafio na prática clínica diária. O uso dos bifosfonados, medicações que atuam inibindo a ação dos osteoclastos. Em qual destas doenças o uso do bifosfonados pode ser benéfico:

Displasia fibrosa.
Osteossarcoma.
Osteoma.
Osteoma ossificante.
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Em relação aos exames de imagens para o diagnóstico de rinossinusite, qual a afirmativa é a CORRETA?

Devem ser realizados na suspeita de complicações intracranianas e orbitárias de rinossinusite aguda bacteriana.
A rinossinusite fúngica alérgica mostra sinal de alta densidade em T2 na ressonância magnética.
A ressonância magnética (RM) é a modalidade de escolha no planejamento de uma cirurgia de rinossinusite crônica.
Devem ser realizados sempre que possível nos quadros agudos, particularmente a tomografia computadorizada (TC).
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Em relação ao epitélio respiratório, que recobre a mucosa dos seios paranasais, é CORRETO afirmar que:

É constituído pelo epitélio pseudoestratificado ciliado composto de células ciliadas, células não ciliadas e células caliciformes.
Quatro tipos de epitélio são identificados na mucosa sinusal: epitélio pseudoestratificado ciliado, estratificado cuboide, estratificado pavimentoso queratinizado e não queratinizado.
É formado por uma camada de células ciliares entremeada com células glandulares repletas de mucina gelatinosa, importante para a umidificação nasal.
Existe uma mistura de epitélio ciliado e epitélio escamoso principalmente na região mais anterior.
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Qual a área de maior resistência ao fluxo aéreo nasal?

Válvula nasal.
Concha nasal inferior.
Concha nasal média.
Coana.
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Qual é a alternativa CORRETA na qual as duas drogas citadas podem gerar obstrução nasal?

Propranolol e enalapril.
Amitriptilina e sertralina.
Ácido acetilsalicílico e codeína.
Sildenafil e levotiroxina.
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Em relação à rinite idiopática, qual é a alternativa CORRETA?

Tem um componente de hiper- reatividade neural, associado a uma alteração do sistema nervoso simpático e parassimpático nasal.
Tem teste alérgico positivo para alérgenos inalantes.
Costuma acometer pacientes de todas as idades, mas é mais comum nas crianças.
Apesar de a causa ser conhecida, o paciente costuma reagir bastante a irritantes inespecíficos, como mudanças de temperatura e fumaça.
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Quanto ao tratamento medicamentoso da rinite alérgica, podemos afirmar que:

Os anti-histamínicos de segunda geração são moléculas pequenas e, portanto, mais seguras no desencadeamento dos efeitos adversos comuns aos de primeira geração.
Os anti-histamínicos competem com a histamina pelos seus receptores, portanto, devem ser utilizados preventivamente.
Os anti-histamínicos associados aos descongestionantes sistêmicos não devem ser utilizados por tempo prolongado, pois podem causar intoxicação nas crianças e efeito rebote na obstrução nasal.
Os anti-histamínicos são medicamentos cujo mecanismo de ação é muito rápido.
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Os microrganismos mais frequentemente cultivados nos pacientes com rinossinusite e fibrose cística são:

S. aureus, H. influenza e Pseudomonas aeruginosa.
S. pneumoniae, H. influenzae e M. catarrahalis.
S. pneumoniae, S. pyogenes e Pseudomonas aeruginosa.
S. pneumoniae, S. aureus e Pseudomonas aeruginosa.
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