
Você sabe sobre a lição da escola sabatina dessa semana?
A lição da Escola Sabatina desta semana, que vai do dia 5 ao dia 11 de abril de 2025, tem como tema “O Fundamento de Gênesis”. Nesta lição, somos convidados a voltar ao início da Bíblia e refletir sobre os primeiros capítulos do livro de Gênesis, que estabelecem as bases para a compreensão de toda a mensagem cristã. É nesse livro que encontramos a origem do universo, da humanidade, do pecado e, também, da promessa de redenção. A criação do mundo em seis dias, o sábado como memorial divino, a criação do ser humano à imagem de Deus e o cuidado que Ele demonstra pela humanidade revelam o caráter amoroso e intencional do Criador. Quando o pecado entra no mundo por meio da desobediência de Adão e Eva, percebemos as consequências do afastamento de Deus, mas também vislumbramos a graça, pois já no Éden Ele anuncia a promessa do Salvador. A lição nos mostra que Gênesis não é apenas um relato histórico, mas um alicerce espiritual que molda nossa visão sobre Deus, a salvação e nosso propósito de vida. Estudar esse conteúdo nos ajuda a entender que, mesmo diante da queda, a esperança foi preservada através das promessas divinas, que culminam na vinda de Jesus Cristo como o Redentor da humanidade. Ao refletirmos sobre esses textos, somos levados a reafirmar nossa fé, nossa confiança nas Escrituras e nosso compromisso com o plano de Deus para nossa vida e para o mundo.
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De que forma as mentiras da serpente no Éden continuam sendo propagadas nos dias atuais, mesmo em meio às mudanças culturais?
As mentiras da serpente — de que não morreremos e de que podemos ser como Deus — continuam presentes em muitas ideologias modernas. A negação da morte real pode ser vista em crenças como a reencarnação ou a imortalidade natural da alma, enquanto o desejo de ser “como Deus” aparece na exaltação do ego, na autossuficiência e na busca por controle absoluto sobre a própria vida e destino. Embora o cenário cultural mude, essas ideias continuam sedutoras e enganosas, exatamente como no Éden.
Embora o cenário cultural mude, essas ideias continuam sedutoras e enganosas, exatamente como no Éden.
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O que aprendemos sobre a gravidade do pecado e o plano de salvação ao comparar a morte de Abel com a morte de Jesus?
A morte de Abel, um justo morto injustamente por seu próprio irmão, antecipa o sacrifício de Jesus, o Justo que foi morto pelos pecadores. Ambas as mortes revelam a seriedade do pecado — que gera violência, separação e morte — mas também apontam para a justiça e a esperança no plano de Deus. Jesus, ao contrário de Abel, ressuscitou e venceu a morte, e por isso possui as “chaves da morte e do Hades” (Ap 1:18), oferecendo-nos a certeza da vida eterna.
A morte de Abel, um justo morto injustamente por seu próprio irmão, antecipa o sacrifício de Jesus, o Justo que foi morto pelos pecadores. Ambas as mortes revelam a seriedade do pecado — que gera violência, separação e morte — mas também apontam para a justiça e a esperança no plano de Deus. Jesus, ao contrário de Abel, ressuscitou e venceu a morte, e por isso possui as “chaves da morte e do Hades” (Ap 1:18), oferecendo-nos a certeza da vida eterna.
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Por que muitas interpretações atuais do Apocalipse falham em transmitir corretamente sua mensagem?
Muitas interpretações falham porque não consideram adequadamente como o Apocalipse utiliza conceitos do Antigo Testamento (AT). O autor do Apocalipse usava imagens e temas do AT que eram familiares ao seu público original. Ignorar essas conexões leva a interpretações incompletas ou distorcidas.
Por que ninguém estuda.
4
Qual a importância do livro de Gênesis para a compreensão do Apocalipse?
Gênesis é fundamental porque apresenta os conceitos básicos que aparecem no Apocalipse, como a origem do pecado, o conflito entre o bem e o mal, e a natureza da humanidade. Compreender esses fundamentos ajuda a entender melhor as mensagens simbólicas e teológicas do Apocalipse
São iquais.
5
O que é o princípio da “primeira menção” e por que ele é importante para o estudo das profecias bíblicas?
Não vejo importância.
É o princípio segundo o qual, quando um conceito ou símbolo aparece pela primeira vez na Bíblia — especialmente em Gênesis — ele apresenta uma ideia fundamental que serve de base para seu desenvolvimento ao longo das Escrituras. Esse princípio é importante porque nos ajuda a entender melhor temas proféticos, como os do Apocalipse, a partir de sua origem e significado inicial.