Sistêmica (Todas as questões dos grupos)

Sistêmica (Todas as questões dos grupos)

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Viviane

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1. Sobre a construção de significados na abordagem construtivista e construcionista social, analise as afirmações a seguir: I. Os significados que atribuímos às nossas experiências são construídos nas relações que estabelecemos com os outros, em contextos históricos, culturais e linguísticos específicos. II. A linguagem não apenas expressa pensamentos, mas participa ativamente da construção da realidade e dos sentidos que damos ao mundo

A afirmação I é falsa, e a II é verdadeira.
A afirmação I é verdadeira, e a II é falsa
As afirmações I e II são verdadeiras, e a II explica a I.
As afirmações I e II são falsas.
As afirmações I e II são verdadeiras, mas a II não explica a I
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Sobre a noção de “não dito” no contexto da terapia sistêmica e construcionista, analise as afirmações a seguir: I. O "não dito" refere-se a conteúdos reprimidos no inconsciente, que devem ser interpretados pelo terapeuta com base em seu arcabouço teórico. II. O silêncio, os gestos e as pausas durante uma sessão podem ser formas legítimas de expressão do não dito. III. A escuta sensível ao não dito envolve atenção às emoções que emergem nas entrelinhas das falas e nos padrões relacionais. IV. O não dito é menos importante no processo terapêutico, pois apenas o conteúdo verbalizado é considerado material clínico confiável.

Apenas as afirmações I e IV estão corretas.
Apenas as afirmações III e IV estão corretas.
Apenas as afirmações I e III estão corretas.
Apenas as afirmações II e III estão corretas.
Apenas as afirmações II e IV estão corretas.
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Sobre a atuação da equipe reflexiva, assinale a alternativa INCORRETA:

A equipe reflexiva contribui com olhares alternativos sobre as falas e relações observadas, promovendo a ampliação de sentidos.
A equipe reflexiva funciona como porta-voz do terapeuta, reforçando suas hipóteses para facilitar a adesão da família ao modelo proposto.
Ao refletir em voz alta, a equipe cria um espaço onde tanto o que foi dito quanto o que foi silenciado pode ganhar novos contornos de significado.
O trabalho da equipe se baseia na escuta atenta e na postura ética de não impor verdades, mas oferecer possibilidades.
As falas da equipe devem manter um tom respeitoso e exploratório, favorecendo que as pessoas encontrem suas próprias palavras e compreensões.
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Leia as afirmações a seguir sobre a relação entre cliente e terapeuta e marque a opção correta: I A qualidade da relação entre terapeuta e cliente é importante porque permite ao terapeuta manter o controle da sessão. II - Um bom vínculo terapêutico substitui a necessidade de técnicas ou intervenções teóricas. III - A relação de confiança e abertura entre cliente e terapeuta favorece o engajamento no processo terapêutico. IV - A qualidade da aliança terapêutica garante que o tratamento terá a duração ideal. V - A construção de uma relação empática e acolhedora é um dos principais fatores de sucesso da terapia. Escolha a alternativa correta:

Estão corretas apenas III e V.
Somente a V é verdadeira.
Todas estão corretas.
Apenas a I é falsa.
Estão corretas III, IV e V
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De acordo com o texto, qual das seguintes afirmações sobre os tipos de saber do terapeuta está incorreta?

O saber corporal envolve respostas dos cinco sentidos, contribuindo para a compreensão do significado antes mesmo deste ser verbalizado
O saber relacional é difícil de ser aprendido com os outros e, por isso, não ajuda a descobrir a posição do terapeuta em relação ao cliente.
O saber racional é desenvolvido por meio da teoria, ampliando a capacidade do terapeuta de compreender significados.
O saber prático se desenvolve através da observação prática, aumentando o repertório de ações e fala do terapeuta
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Qual é a principal importância do saber corporal e relacional do terapeuta na relação terapêutica, de acordo com o texto?

Auxiliar o terapeuta a desenvolver uma maior sensibilidade e participação, contribuindo para melhores resultados.
Permitir que o terapeuta mantenha uma postura rígida e distante durante as sessões
Reduzir a necessidade de o terapeuta estar atento às próprias emoções durante o processo terapêutico.
Garantir que o terapeuta siga um roteiro rígido, sem se adaptar às necessidades do cliente.
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Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: A) Na abordagem colaborativo-dialógica, escutar é um elemento essencial para o sucesso das relações terapêuticas. B) Essa escuta é entendida como um processo ativo e compartilhado, em que o terapeuta busca interpretar os significados ocultos por trás das palavras do cliente, a fim de definir um diagnóstico mais preciso.

As asserções são falsas.
A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira.
As asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira
As asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira.
A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa.
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Leia abaixo: Segundo Shotter (2008), escutar não é uma atividade isolada, mas sim um ato interligado a falar, ouvir, responder e compreender. Esse processo, denominado escuta responsiva, exige uma postura genuína, pautada no respeito, na aceitação do outro e na disposição para ajustar percepções. A escuta responsiva pressupõe não apenas captar informações, mas também reagir de maneira que convide o outro a aprofundar, esclarecer ou até corrigir possíveis mal-entendidos. Nessa perspectiva, não responder é também uma forma de resposta, pois toda reação ou ausência dela, comunica algo sobre o valor que atribuímos ao outro e ao que é dito. Com base no texto, é INCORRETO afirmar que:

Falar e escutar são ações interdependentes que, quando orientadas por uma escuta genuína, constroem um espaço de compreensão mútua e de reconhecimento da dignidade do outro.
A ausência de resposta pode ser interpretada como uma comunicação de desinteresse, menosprezo ou indiferença, evidenciando que até o silêncio possui carga comunicativa.
Escutar responsivamente consiste, fundamentalmente, em adotar uma postura técnica e neutra, evitando envolvimento subjetivo ou afetivo com o interlocutor.
A escuta responsiva demanda uma postura ética e ativa, na qual responder não é opcional, mas parte essencial do processo de reconhecer e validar o outro.
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Considerando o compromisso da escuta com “olhar que se sustenta”, qual das alternativas expressa um desdobramento prático dessa postura na relação dialógica?

A concentração focada garante que o terapeuta possa identificar incongruências no discurso e formular interpretações precisas.
O profissional cria um ambiente de vigilância contínua, assegurando que o discurso do outro se mantenha dentro dos limites éticos.
O terapeuta deve manter contato visual constante para demonstrar superioridade comunicativa.
A escuta torna-se um espaço de presença relacional genuína, no qual o outro se sente visto, ouvido e acolhido como legítimo interlocutor
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De acordo com a teoria de Mikhail Bakhtin dos seres humanos como seres dialógicos, o diálogo é caracterizado por:

Promover em seus participantes um senso de mutualidade, isto é, respeito genuíno, de modo que a relação seja finalizada o mais brevemente possível.
Promover em seus participantes um senso de mutualidade, isto é, respeito genuíno e interesse sincero em relação ao outro, o diálogo é sempre aberto e nunca finalizado.
O processo dialógico de participantes de um mesmo grupo, apresentarão situações, circunstâncias e objetivos iguais em cada diálogo.
O diálogo é uma atividade relacional e colaborativa, influenciada pelos múltiplos contextos e discursos nos quais acontece, mas sem relação com os parceiros conversacionais.
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. Bakthin sugere que somos essencialmente seres dialógicos, mas que algumas vezes estamos menos presentes para o diálogo. Sendo assim, quais dessas asserções são formas de otimizar o modo de proceder de um terapeuta e preparar o paciente para o engajamento chamado diálogo cooperativo?

O terapeuta deve se engajar com o paciente, convidando-o ao diálogo, sem a tentativa de controlar a situação.
O terapeuta deve manter uma postura de não saber e aceitar a incerteza.
O terapeuta deve se engajar com o paciente, convidando-o ao diálogo, para que ambos atinjam um consenso de ideias durante a sessão.
O terapeuta deve planejar a sessão antecipadamente, propondo um diálogo harmônico ou contínuo, e seguir seu cronograma sem que haja alteração na estrutura.
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O pré-conhecimento pode nos privar de sermos inquisitivos e aprendermos a respeito da singularidade do outro. Manter uma postura de não saber e aceitar a incerteza são elementos críticos para que o diálogo siga o seu caminho natural, desconhecido e fortuito (Anderson, 1997). A partir dessa afirmação, encontre a alternativa incorreta:

Podemos convidar outra pessoa a se engajar conosco – caso ela não queira, podemos utilizar de estratégias para persuadi-la a entrar no diálogo.
O diálogo envolve um processo de escutar, ouvir e falar reflexivos e intimamente entrelaçados, em que cada participação contribui para o que está sendo criado.
O diálogo é um processo dinâmico e imprevisível, em que o resultado surge a partir da interação entre os interlocutores
Bakhtin e Shotter apresentam o diálogo como um processo natural e espontâneo, que não pode ser planejado, determinado, controlado ou manipulado.
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. As narrativas são estruturas fundamentais para a compreensão da vida humana, contribuindo para a organização da experiência e para a construção de sentidos. Com base nessa concepção, analise as afirmativas a seguir: I. As narrativas colaboram na organização da experiência e na transmissão de valores, participando da construção de identidades. II. As narrativas podem funcionar como registros de eventos e fatos, sem interferir nos modos de interpretação da realidade. III. As narrativas estão presentes em manifestações artísticas, mas também influenciam a maneira como percebemos e nos relacionamos com o mundo. IV. As narrativas operam como mediadoras simbólicas, atuando na forma como os sujeitos atribuem sentido à própria existência. Estão corretas as afirmativas:

II, III e IV
I, II e III
I, III e IV
I e III
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Na terapia narrativa, algumas técnicas são essenciais para ajudar os indivíduos a ressignificar suas histórias. Todas as alternativas abaixo são estratégias comuns da terapia narrativa, EXCETO

Desconstruir narrativas dominantes que perpetuam sofrimento.
Criar em conjunto novas narrativas que ampliem possibilidades existenciais.
Externalizar o problema, dissociando-o da identidade da pessoa.
Ignorar o contexto social em que as histórias surgem
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A construção de narrativas pessoais e familiares envolve processos complexos de significação. Quando uma família reconta sua história durante um processo terapêutico narrativo, qual dos seguintes elementos é ESSENCIAL para que essa reconstrução seja significativa?

Preservar a perspectiva do membro mais velho da família.
Eliminar as contradições e ambiguidades presentes na versão original.
Manter fielmente os fatos objetivos como foram originalmente vividos
Incorporar novos significados a eventos passados a partir do contexto atual
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Leia a frase abaixo: "(...) a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balança nem com barômetro etc (...) a importância de uma coisa há de ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós." (Sobre Importâncias - Manoel de Barros) Tendo como referência o poema acima e as reflexões do texto de Martins et al (2021), analise as afirmativas abaixo: I. O sentido da vida tende a ser algo abstrato e absoluto, que pode ser encontrado através de ações práticas. II. Os valores são processos mentais individuais, ligados ao momento presente. III. Valores são construções sociais, pois não estão dados na natureza e são definidos pelos seres humanos em contextos específicos. IV. Valores são realizações relacionais, pois é no intercâmbio social que sustentamos ou reconstruímos a ordem social. Estão corretas as afirmativas:

III e IV
I e II
II e III
I, III e IV
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Segundo o texto de Martins et al., qual é a principal finalidade de trazer à tona valores pessoais durante a prática clínica?

Promover reflexões e ações alinhadas ao que é significativo para o cliente, fortalecendo sua autonomia.
Substituir os valores do cliente por normas culturais mais funcionais.
Estabelecer um ranking de valores para facilitar diagnósticos clínicos.
Fornecer um roteiro fixo de comportamento para o cliente.
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Com base nos possíveis efeitos da conversa sobre valores descritos por Martins et al. (2021), marque a alternativa INCORRETA:

A reflexão sobre os valores pessoais favorece a construção de sentidos sobre a própria identidade do cliente.
A representação dos valores de forma visual busca substituir a necessidade de diálogo verbal na terapia.
A conversa sobre valores pode contribuir para a construção de um senso de orientação do cliente diante de dilemas vivenciados.
A externalização visual dos valores permite que o cliente reflita de forma sensível e corporificada sobre suas experiências
A conversa sobre valores amplia o repertório conversacional, permitindo novos sentidos e ações diante do problema
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Durante um atendimento, um estagiário percebe que está começando a se sentir muito angustiado, com o corpo inquieto e cheio de pensamentos e lembranças da própria vida, principalmente coisas mal resolvidas da sua família. Sem saber se estava atrapalhando o atendimento, ele ficou confuso com essas sensações. Tendo em mente o conceito de ressonância de Maesima, Barreto e Beiras (2019), análise as afirmativas abaixo: I. As ressonâncias fazem parte integrante da relação criada entre os clientes e o terapeuta. Quando o terapeuta reflete sobre isso, essas sensações podem virar uma ferramenta importante para entender melhor o que está acontecendo na terapia. II. Considerando que isso pode atrapalhar no andamento da sessão, o terapeuta precisa ser neutro e não deixar as suas emoções e vivências aparecerem. III. Quando aparecem essas sensações, é sinal de que o terapeuta não tá fora da história, ele faz parte do sistema. E tudo que ele sente também se conecta tanto com a história da família que tá atendendo quanto com a própria vida dele. IV. O terapeuta precisa refletir o tempo todo para conseguir perceber o que essas sensações tem a ver com ele mesmo e o que tem a ver com a família que tá ali na sessão, usando isso de forma ética e de forma que ajude no processo. Com base nas alternativas dadas, assinale a alternativa correta:

Somente as afirmativas I e IV estão corretas.
Somente as afirmativas II e III estão corretas.
Somente as afirmativas I e III estão corretas
Somente as afirmativas I, III e IV estão corretas.
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Sobre o conceito de ressonância no processo de formação do terapeuta, conforme discutido por Maesima, Barreto e Beiras (2019), é INCORRETO afirmar que:

O uso das ressonâncias pressupõe que o terapeuta deve manter neutralidade, evitando o envolvimento emocional para não comprometer o atendimento.
As ressonâncias podem servir como recurso importante para o terapeuta ampliar sua compreensão do sistema terapêutico.
A autorreflexão sobre as ressonâncias é uma habilidade essencial na formação do terapeuta, sendo trabalhada desde os primeiros momentos da prática clínica.
O terapeuta sistêmico relacional é compreendido como parte do sistema, sendo inevitável que suas emoções e vivências pessoais sejam mobilizadas durante o processo terapêutico
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A respeito da ressonância entre o terapeuta e o paciente, marque a alternativa que melhor explique:

O terapeuta passa a integrar o sistema, dividindo a sessão com o paciente, trazendo histórias e vivências pessoais como recurso.
O terapeuta participa da sessão, fazendo com que o paciente se sinta mais à vontade, como se estivesse com um amigo, não só um terapeuta.
O terapeuta deixa de ser uma figura que deve adotar uma postura neutra, e passa a colocar sua subjetividade presente, trazendo suas opiniões e julgamentos pessoais para a sessão.
O terapeuta passa a integrar o sistema, utilizando suas próprias emoções como um recurso.
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A perspectiva construcionista de McNamee propõe uma prática terapêutica baseada na co-construção de significados. Como essa proposta impacta diretamente o conceito tradicional de “neutralidade” do terapeuta na clínica sistêmica?

Rompe com a ideia de neutralidade técnica, posicionando o terapeuta como participante ativo na relação e nas construções narrativas
Exige que o terapeuta mantenha distância emocional para não interferir nas histórias trazidas pelos clientes
Elimina a necessidade de escuta ativa, pois todos participam igualmente da conversa
Reforça o papel do terapeuta como condutor silencioso e imparcial da sessão
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Diante do conceito de “incerteza produtiva”, qual seria uma postura mais coerente com a clínica sistêmica inspirada pelo construcionismo social?

Acolher a imprevisibilidade das interações, abrindo espaço para cocriar alternativas com o cliente a partir do aqui-e-agora
Desenvolver um planejamento terapêutico baseado nos sintomas relatados
Elaborar antecipadamente hipóteses clínicas e se ater a elas durante a sessão
Utilizar protocolos validados para garantir segurança na condução terapêutica
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Com base na perspectiva socioconstrucionista de McNamee, analise as afirmativas a seguir: I. Segundo McNamee, no construcionismo, o terapeuta não precisa estar "certo", mas sim presente e capaz de reagir de forma sensível ao momento interativo com o cliente. II. A responsabilidade terapêutica é exclusiva do terapeuta, que deve conduzir o processo de forma unilateral, tomando todas as decisões. III. Para McNamee, o construcionismo propõe uma ampliação da compreensão da relação terapêutica, indo além da tradicional relação terapeuta-cliente, considerando também os contextos sociais, culturais e comunitários. IV. A proposta do construcionismo é a desconsideração da narrativa do passado, com foco apenas no futuro do cliente. V. A construção de ideal no processo terapêutico é sinônimo de foco no futuro Assinale a alternativa correta:

As afirmativas I e III estão corretas.
Apenas a afirmativa I está correta.
Apenas a afirmativa III está correta.
Todas as afirmativas estão corretas.
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Quais são respectivamente os 3 tipos de conhecimento do terapeuta para a sessão de terapia de família, citados no texto de Peter Rober?

O conhecimento de Self (saber sobre si), conhecimento de não saber (desconhecer e construir a própria história) e o conhecimento de terceiro tipo (saber fazer)
O conhecimento de não saber (sua imparcialidade e imprevisibilidade), o conhecimento de Self (autocrítica) e o saber sobre (repertório técnico)
O conhecimento de primeiro tipo (saber sobre) que é um conhecimento teórico, o conhecimento de segundo tipo (saber fazer) que é um conhecimento técnico da prática e o conhecimento de terceiro tipo (um conhecimento implícito) que surge da interação
O conhecimento de primeiro tipo (saber sobre) que é o conhecimento prático, o conhecimento de segundo tipo (o conhecimento teórico) e o conhecimento de terceiro tipo (um conhecimento implícito) que surge da interação
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Na prática da terapia familiar, o terapeuta tem sua experiência marcada por situações complexas em diversos contextos. Com base nisso, analise as afirmativas a seguir: I. As ações do terapeuta familiar, muitas vezes espontâneas e não refletidas, podem ser compreendidas como manifestações de uma posição padrão, desenvolvida ao longo da experiência profissional. II. A atuação profissional em contextos complexos, como na terapia familiar, exige equilíbrio entre a intenção consciente do terapeuta e respostas oriundas da posição padrão. III. Segundo Donald Schön, os profissionais mais eficazes baseiam-se principalmente na racionalidade técnica, ou seja, em teorias aprendidas na formação acadêmica, que orientam todas as suas decisões. IV. O conhecimento em ação, descrito por Schön, está ligado a saberes tácitos e improvisações que não são planejados antecipadamente nem facilmente verbalizados pelos profissionais. Estão corretas as afirmativas:

I, II e IV.
III e IV.
I e II.
II, III e IV.
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Ao considerar a conversa interna como um elemento clínico, Peter Rober sugere que o terapeuta se relacione com ela de que maneira?

Reconhecendo-a como parte da escuta relacional e integrando-a como ferramenta de reflexão clínica
Ocultando-a para não interferir na neutralidade da escuta
Tratando-a como um ruído mental a ser descartado durante o processo de escuta familiar
Utilizando-a apenas após a sessão, no momento de supervisão ou anotações clínica
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