
Ressecamento, encurtamento e estreitamento vaginal após câncer de colo de útero
Ressecamento, encurtamento e estreitamento vaginal após cancer de colo de utero
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Como o câncer de colo de útero se desenvolve e quais são os principais fatores de risco associados à sua ocorrência?
Está relacionado à infecção persistente pelo HPV e fatores como tabagismo e múltiplos parceiros sexuais
Surge espontaneamente sem relação com infecções virais
Tem como principal causa o uso prolongado de anticoncepcionais hormonais
É causado exclusivamente por predisposição genética
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De que forma a radioterapia utilizada no tratamento do câncer de colo de útero pode levar ao ressecamento e à estenose vaginal?
A radioterapia reduz o fluxo sanguíneo e a produção de colágeno, causando fibrose e perda de elasticidade vaginal
Ocorre uma reação inflamatória temporária, sem impacto estrutural significativo
O tratamento provoca um aumento na lubrificação vaginal devido à hiperatividade das glândulas locais
A radiação elimina todas as bactérias benéficas da flora vaginal, causando infecções recorrentes, mas sem alterar a elasticidade
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Quais são as principais técnicas fisioterapêuticas utilizadas para minimizar os efeitos do ressecamento e da estenose vaginal no pós-tratamento oncológico?
Crioterapia e imobilização da região pélvica para evitar desconforto
Aplicação exclusiva de exercícios de Kegel, sem necessidade de outras intervenções
Administração de medicamentos hormonais e anti-inflamatórios, sem necessidade de fisioterapia
Uso de dilatadores vaginais, técnicas de liberação miofascial e cinesioterapia pélvica
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Como a fisioterapia pélvica pode contribuir para a reabilitação da paciente, melhorando sua qualidade de vida e função sexual?
Prevenindo a necessidade de tratamentos hormonais por meio de eletroestimulação contínua
Apenas auxiliando na recuperação da musculatura abdominal, sem impacto direto na função vaginal
Melhorando a força dos membros inferiores para compensar a fraqueza na região pélvica
Favorecendo a lubrificação natural e prevenindo a perda de elasticidade vaginal
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Qual é o papel do fisioterapeuta no acompanhamento de pacientes que apresentam disfunções pélvicas após o tratamento do câncer de colo de útero?
Avaliar e tratar alterações funcionais da pelve, orientar o uso de dilatadores vaginais e promover o fortalecimento do assoalho pélvico
Encaminhar a paciente para o ginecologista sem oferecer intervenções fisioterapêuticas diretas
Apenas indicar exercícios para fortalecimento muscular sem acompanhamento contínuo
Atuar exclusivamente na recuperação da força dos membros inferiores para melhorar a mobilidade geral