Quiz sobre Nicolau Maquiavel

Quiz sobre Nicolau Maquiavel

Para revisar conhecimentos sobre o filósofo Nicolau Maquiavel e suas afirmações sobre como um governante deve se comportar.

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1

"A natureza humana é constante: os homens sempre desejarão mais do que possuem, e a insatisfação será a mola propulsora da história." Com base nessa afirmação de Maquiavel, qual das alternativas a seguir melhor descreve a relação entre poder e conflito?

O poder é uma ilusão, e o conflito é a única realidade da vida política.
O poder é um instrumento para alcançar a harmonia social, eliminando os conflitos.
O poder e o conflito são intrínsecos à natureza humana, e o governante deve saber como usá-los.
O conflito é uma anomalia na busca pelo poder, que deve ser evitado a todo custo.
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"Um governante deve almejar ser adorado e temido, mas caso não possa possuir ambos deve optar por ser temido, pois a adoração dos homens acaba mais facilmente que o temor" Essa máxima de Maquiavel revela uma visão sobre a natureza do poder que prioriza: "Um governante deve almejar ser adorado e temido, mas caso não possa possuir ambos deve optar por ser temido, pois a adoração dos homens acaba mais facilmente que o temor" Essa máxima de Maquiavel revela uma visão sobre a natureza do poder que prioriza:

A busca pelo consenso e pela harmonia entre os governados.
A capacidade de inspirar medo como ferramenta de controle.
O equilíbrio existente entre respeito e medo que tende a ser eterno.
A crueldade do rei em detrimento de regras morais e éticas.
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“Deveis saber, portanto, que existem duas formas de se combater: uma, pelas leis, outra, pela força. A primeira é própria do homem; a segunda, dos animais. Como, porém, muitas vezes a primeira não é suficiente, é preciso recorrer à segunda. [...] um príncipe obrigado a bem servir-se da natureza dos animais deve dela tirar as qualidades da raposa e do leão, pois este não tem defesa alguma contra laços, e a raposa, contra os lobos. Precisa, pois, ser raposa para conhecer os laços e leão para aterrorizar os lobos. Os que se fizeram unicamente leões não serão bem sucedidos”. Conforme o excerto acima, conclui-se que, para Maquiavel

somente a força é o bastante para governar.
quem governa deve usar a astúcia e a força.
a raposa significa a força e o leão, a astúcia.
somente as leis bastam para bem governar.
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Nicolau Maquiavel, filósofo italiano que viveu entre 1469 e 1527, pode ser considerado o primeiro pensador da chamada “ciência política”, tal qual a concebemos contemporaneamente. A respeito desse filósofo é incorreto afirmar:

Concebeu a sua principal obra, “O Príncipe”, em que defende a necessidade do poder absoluto dos reis, enquanto exercia a função de tutor do governante do Estado Absolutista Francês.
Defendeu que o governante pode abrir mão de suas convicções e valores pessoais quando compreender que sua ação, mesmo contrariando a sua moral, resultará em benefícios aos governados.
Afirmou um pensamento político calcado em uma moral utilitarista, ou seja, uma moral segundo a qual o resultado benéfico da ação do governante para os governados importa mais do que a forma da ação em si.
Criticava o pensamento político grego, acusando-o de não ter ido além da construção de utopias, na medida em que partia de considerações sobre como o homem deve agir e não sobre como ele age efetivamente.
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“A um príncipe, portanto, não é necessário ter de fato todas as qualidades, mas é indispensável parecer tê-las. Aliás, ousarei dizer que, se as tiver e utilizar sempre, serão danosas, enquanto, se parecer tê-las, serão úteis. Assim, deves parecer clemente, fiel, humano, íntegro, religioso — e sê-lo, mas com a condição de estares com o ânimo disposto a, quando necessário, não o seres, de modo que possas e saibas como tornar-te o contrário.” Segundo o autor, a conquista e a conservação do poder político exigem a

flexibilidade moral do monarca.
consulta periódica dos cidadãos.
retomada dos valores cristãos.
adoção do imperativo categórico.
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"A virtude do príncipe consiste em manter o Estado, mesmo que para isso seja necessário agir contra a fé, a caridade, a humanidade e a religião." Essa afirmação de Maquiavel sobre a virtude política implica que:

A moralidade privada e a moralidade pública são esferas distintas e, por vezes, conflitantes.
O governante deve sempre priorizar os valores morais, mesmo que isso comprometa a estabilidade do Estado.
A ética e a política são incompatíveis, e o governante deve escolher entre ser virtuoso ou eficaz.
A religião e a moralidade são instrumentos úteis para o controle social, mas não devem ser levadas a sério pelo governante.
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“A virtú do príncipe não consiste num conjunto fixo de qualidades morais que ele oporá à fortuna, lutando contra ela. A virtú é a capacidade do príncipe para ser flexível às circunstâncias, mudando com elas para agarrar e dominar a fortuna. O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente do que outros que, por muita piedade, permitem aos distúrbios que levem ao assassínio e ao roubo.” Maquiavel escreveu a obra O Príncipe na qual faz uma reflexão sobre a monarquia e o papel do governante. Segundo esse autor, a virtú estava baseada:

Na capacidade pessoal do príncipe de dominar os eventos e alcançar um fim objetivado, por qualquer meio.
Na apreensão dos valores cristãos, da moral social vigente e da compatibilidade entre política e religião.
No exército forte escolhido pelo príncipe que seja capaz de vencer qualquer situação adversa e inusitada, devendo respeito e atenção ao soberano.
No curso dos acontecimentos históricos independentes da vontade humana. Esses acontecimentos vão tecendo a nervura da realidade.
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"Os homens são ingratos, volúveis, simuladores, covardes e ambiciosos." Essa visão pessimista de Maquiavel sobre a natureza humana justifica:

A crença na bondade inata do homem e na possibilidade de construir uma sociedade justa e harmoniosa.
A necessidade de um governo forte e autoritário, capaz de controlar os impulsos negativos dos súditos.
A importância da educação e da virtude cívica como antídotos para os vícios humanos.
A defesa da democracia e da participação popular como formas de limitar o poder dos governantes.
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"O príncipe deve parecer piedoso, fiel, humano, íntegro e religioso, mas estar sempre pronto a agir de forma contrária, se necessário." Essa recomendação de Maquiavel sobre a aparência do governante revela a importância de:

Cultivar uma imagem pública positiva, mesmo que isso exija dissimulação e hipocrisia.
Ser autêntico e transparente, mesmo que isso comprometa a popularidade e o apoio político.
Buscar o equilíbrio entre a sinceridade e a diplomacia, adaptando o comportamento às circunstâncias.
Desprezar a opinião pública e agir de acordo com a própria consciência, independentemente das consequências.
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“O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente do que outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levem ao assassínio e ao roubo.” No século XVI, Maquiavel escreveu O Príncipe, reflexão sobre a Monarquia e a função do governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na

compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
inércia do julgamento de crimes polêmicos.
conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe.
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