
Perguntas das Apresentações de Filosofia.
Criada para estudos.
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1
De acordo com o texto de “Ludwig Feurbach e a redução da teologia a antropologia” explicado em sala, a relação entre o homem e o seu objeto de religião, especialmente Deus, pode ser entendida como:
Uma identificação entre o homem e Deus, onde ambos se refletem mutuamente, sendo o objeto religioso uma projeção do próprio ser humano.
Uma distinção clara e definitiva entre o divino e o humano, onde Deus é um ser totalmente separado do homem.
Uma relação de submissão do homem ao divino, na qual o homem reconhece sua inferioridade perante a Deus.
Uma separação absoluta entre o mundo interior do homem e o objeto externo de sua religião, sem qualquer relação de identificação.
2
Qual o conceito que, segundo Schopenhauer, é a força fundamental que impulsiona todos os seres vivos e é responsável pelo sofrimento e pela insatisfação, caracterizada por ser uma força cega?
A vontade como uma força irracional e impulsiva que subjaz à existência.
A vontade como uma força racional e controlável que guia as ações humanas.
O instinto como uma força fixa e determinada que regula o comportamento animal.
O intelecto, que é capaz de compreender e controlar as paixões humanas.
3
De acordo com a fenomenologia de Edmund Hurssel, o que significa “voltar às coisas mesmas”?
Buscar a essência da experiência por meio da suspensão de julgamentos prévios.
Retomar os conhecimentos científicos e suas explicações teóricas.
Interpretar a vivência do sujeito a partir de crenças culturais e sociais.
Aplicar testes psicológicos para comprovar a experiência vivida.
4
O que é a “intencionalidade da consciência”, segundo Edmund Hurssel?
A consciência não tem relação com o mundo ao nosso redor.
A consciência sempre está voltada para algo, ou seja, sempre “pensa” em algo.
A consciência só pensa em si mesma.
A consciência é sempre vazia e sem propósito.
5
De acordo com Martin Heidegger, como a compreensão do ser-para-a-morte e da angústia transforma a maneira como o Ser-aí (ser humano) se relaciona com sua existência e com o mundo?
Ao perceber sua finitude, o ser humano abandona qualquer preocupação com autenticidade, pois entende que o mais seguro é viver conforme os padrões e as normas da coletividade, buscando evitar a angústia.
A angústia e o ser-para-a-morte fazem o homem rejeitar completamente qualquer projeto de vida, pois revelam que tudo é passageiro e sem sentido, levando à negação da existência.
A consciência da morte e a angústia fazem com que o ser humano se desconecte do mundo, adotando uma postura contemplativa, isolada e indiferente às suas escolhas cotidianas.
Ao compreender o ser-para-a-morte, o ser humano percebe que sua existência é limitada e, por meio da angústia, entende que nenhuma possibilidade no mundo é definitiva. Essa consciência rompe com a existência inautêntica, marcada pela fuga, e permite assumir uma vida autêntica, baseada na liberdade e na responsabilidade de ser.
6
No contexto do existencialismo, a afirmação de que "a existência precede a essência" defendida por Jean-Paul Sartre, significa que:
A existência humana é completamente guiada por princípios divinos e imutáveis.
O ser humano não possui uma essência fixa ao nascer; ele constrói sua identidade a partir de suas escolhas e ações.
A essência humana é determinada pelos conceitos metafísicos de racionalidade e moralidade.
O ser humano nasce com uma essência predeterminada, que se manifesta ao longo da vida.
A liberdade individual é limitada pelas normas sociais, que definem a essência do ser humano.
7
Segundo Hannah Arendt, regimes totalitários utilizam ______ e ______ como métodos para “desertificar o mundo”. Complete o texto com os métodos corretos.
“Um único homem gigantesco” e um “cinturão de ferro”.
Ditadura e Terror.
Ideologia e Medo.
Ideologia e Terror.
8
Por que, para Sartre, o ser humano está condenado a ser livre?
Porque nunca temos escolhas reais, só ilusões.
Porque não temos uma essência fixa, então somos obrigados a escolher e assumir responsabilidade pelas nossas ações.
Porque a liberdade é um castigo divino.
9
No ensaio “Sobre verdade e mentira no sentido extramoral”, Friedrich Nietzsche propõe uma crítica profunda à concepção tradicional de verdade. Para o autor, a verdade não é uma correspondência entre pensamento e realidade, mas sim:
Uma intuição direta do mundo sensível, acessível apenas por meio da razão pura.
Uma estrutura lógica que garante a neutralidade e a objetividade do conhecimento científico.
Uma ilusão linguística, socialmente aceita, originada por metáforas tornadas fixas e esquecidas em sua origem.
Uma invenção poética que substitui a arte pela racionalidade sistemática.
Um reflexo da essência das coisas, possível apenas pela abstração dos sentidos e da linguagem.