
Mulher, 28 anos, relata dor de cabeça bilateral, sensação de aperto, intensidade moderada, que dura entre 1 a 3 dias. Diz que a dor não piora com esforço físico e não tem náuseas nem sensibilidade a luz ou ruído. O quadro começou há 6 meses, com crises frequentes em períodos de estresse e má postura no trabalho.
Perguntas: a) Qual o diagnóstico mais provável para essa cefaleia? Justifique com base nas características clínicas. b) Quais fatores desencadeantes essa paciente apresenta? Cite pelo menos três. c) Qual seria a duração típica esperada para esse tipo de cefaleia? d) Que orientações você daria para ajudar na prevenção das crises?
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Caso 1 Paciente: Mulher, 28 anos, relata dor de cabeça bilateral, sensação de aperto, intensidade moderada, que dura entre 1 a 3 dias. Diz que a dor não piora com esforço físico e não tem náuseas nem sensibilidade a luz ou ruído. O quadro começou há 6 meses, com crises frequentes em períodos de estresse e má postura no trabalho. Perguntas: a) Qual o diagnóstico mais provável para essa cefaleia? Justifique com base nas características clínicas. b) Quais fatores desencadeantes essa paciente apresenta? Cite pelo menos três. c) Qual seria a duração típica esperada para esse tipo de cefaleia? d) Que orientações você daria para ajudar na prevenção das crises?
Diagnóstico: Cefaleia tensional
Justificativa: Dor bilateral, sensação de aperto, intensidade moderada, sem agravantes como esforço físico, sem náuseas ou fotofobia, duração de 30 min a 7 dias, gatilhos comuns como estresse e má postura.
Fatores desencadeantes: Estresse, má postura, ansiedade (também pode incluir sono irregular, cafeína).
Duração típica: 30 minutos a 7 dias.
Orientações:
Identificar e evitar gatilhos (reduzir estresse, corrigir postura)
Técnicas de relaxamento e fisioterapia se necessário
Evitar uso excessivo de analgésicos
Buscar ajuda médica se piorar ou persistir
Diagnóstico: Cefaleia migrânea
Justificativa: Dor bilateral, sensação de aperto, intensidade moderada, sem agravantes como esforço físico, sem náuseas ou fotofobia, duração de 30 min a 7 dias, gatilhos comuns como estresse e má postura.
Fatores desencadeantes: Estresse, má postura, ansiedade (também pode incluir sono irregular, cafeína).
Duração típica: 30 minutos a 7 dias.
Orientações:
Identificar e evitar gatilhos (reduzir estresse, corrigir postura)
Técnicas de relaxamento e fisioterapia se necessário
Evitar uso excessivo de analgésicos
Buscar ajuda médica se piorar ou persistir
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Caso 2 Paciente: Homem, 35 anos, com queixa de dor de cabeça latejante, pulsátil, unilateral, que dura entre 8 e 24 horas. Refere náuseas e sensibilidade à luz e ao ruído, e piora da dor ao realizar esforço físico. Também menciona que os sintomas costumam piorar durante o período menstrual da esposa, e episódios recentes de sono irregular. Perguntas: a) Qual o diagnóstico provável para esse paciente? b) Quais os sintomas associados que suportam seu diagnóstico? c) Cite três fatores que podem desencadear essa condição. d) Explique a importância de diferenciar essa cefaleia de uma cefaleia secundária.
Caso 2
Diagnóstico: Enxaqueca
Sintomas associados: Dor unilateral, latejante, pulsátil, duração entre 4h e 72h, náuseas, fotofobia, fonofobia, piora com esforço físico, alterações hormonais (menstruação), sono irregular.
Fatores desencadeantes: Sono irregular, jejum prolongado, alterações hormonais, cafeína, estresse.
Importância da diferenciação: Cefaleia secundária pode indicar causas graves (tumores, infecções), exige investigação urgente; enxaqueca é primária, manejo focado em prevenção e tratamento sintomático.
Caso 2
Diagnóstico: Enxaqueca
Sintomas associados: Dor unilateral, latejante, pulsátil, duração entre 4h e 72h, náuseas, fotofobia, fonofobia, piora com esforço físico, alterações hormonais (menstruação), sono irregular.
Fatores não desencadeantes: Sono irregular, jejum prolongado, alterações hormonais, cafeína, estresse.
Importância da diferenciação: Cefaleia secundária pode indicar causas graves (tumores, infecções), exige investigação urgente; enxaqueca é primária, manejo focado em prevenção e tratamento sintomático.
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Caso 3 Paciente: Homem, 40 anos, relata dor de cabeça intensa, unilateral, localizada ao redor dos olhos, com episódios que duram de 30 a 90 minutos, acompanhados de lacrimejamento e vermelhidão conjuntival. As crises ocorrem geralmente no mesmo horário do dia e estão associadas a períodos de sono irregular. Perguntas: a) Qual o diagnóstico mais provável? Explique. b) Quais sintomas característicos ajudam a diferenciar essa cefaleia das outras? c) Por que esse paciente deve ser encaminhado para avaliação especializada?
Caso 3
Diagnóstico: Cefaleia em salvas
Sintomas característicos: Dor unilateral intensa, região periorbital, lacrimejamento, hiperemia conjuntival, crises curtas (30 min a 3h), padrão horário.
Encaminhamento: Por ser menos comum, intensa e com sinais autonômicos, precisa de avaliação especializada para diagnóstico preciso e tratamento adequado, pois pode se confundir com outras cefaleias ou condições graves.
Caso 3
Diagnóstico: Cefaleia tensional
Sintomas característicos: Dor unilateral intensa, região periorbital, lacrimejamento, hiperemia conjuntival, crises curtas (30 min a 3h), padrão horário.
Encaminhamento: Por ser menos comum, intensa e com sinais autonômicos, precisa de avaliação especializada para diagnóstico preciso e tratamento adequado, pois pode se confundir com outras cefaleias ou condições graves.
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Caso 4 Paciente: Mulher, 32 anos, procura atendimento com queixa de dores de cabeça frequentes, que duram mais de 15 dias por mês, há 4 meses consecutivos. Relata uso frequente de analgésicos caseiros para alívio da dor. Perguntas: a) Como classificar a frequência dessa cefaleia? b) Quais são os riscos associados ao uso excessivo de medicamentos para cefaleia? c) Que orientações são importantes para essa paciente?
Caso 4
Classificação da frequência: Cefaleia crônica (≥15 dias/mês por mais de 3 meses)
Riscos do uso excessivo de medicamentos: Cefaleia por uso excessivo de analgésicos, tolerância, dependência, agravamento da dor.
Orientações:
Reduzir uso de analgésicos sem prescrição
Avaliação médica para ajuste terapêutico
Estratégias preventivas e não farmacológicas
Educação sobre gatilhos e autocuidado
Caso 4
Classificação da frequência: Cefaleia crônica (<15 dias/mês por mais de 3 meses)
Riscos do uso excessivo de medicamentos: Cefaleia por uso excessivo de analgésicos, tolerância, dependência, agravamento da dor.
Orientações:
Reduzir uso de analgésicos sem prescrição
Avaliação médica para ajuste terapêutico
Estratégias preventivas e não farmacológicas
Educação sobre gatilhos e autocuidado
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Paciente: Homem, 45 anos, com histórico familiar de enxaqueca, relata dor de cabeça intensa que piora com esforço físico, acompanhada de náuseas e fotofobia. Relata que já usou vários medicamentos caseiros, mas não sabe quais eram e se teve efeitos adversos. Também relata pressão arterial elevada ocasionalmente. Perguntas: a) Quais informações essenciais devem ser coletadas na anamnese desse paciente? b) Por que investigar o uso prévio de medicamentos é importante? c) Como a presença de hipertensão pode influenciar no manejo da cefaleia? d) Que exames ou encaminhamentos podem ser necessários para este paciente?
Caso 5
Informações essenciais na anamnese:
Tipo, intensidade, localização da dor
Duração e frequência das crises
Uso prévio de medicamentos e efeitos adversos
História familiar de enxaqueca
Comorbidades (hipertensão) e medicamentos em uso
Gatilhos
Importância do uso prévio de medicamentos: Avaliar eficácia, tolerância, risco de efeitos adversos e uso excessivo.
Influência da hipertensão: Pode piorar cefaleias ou ser causa secundária; manejo deve considerar controle da pressão arterial.
Exames/encaminhamentos: Avaliação neurológica, monitoramento pressão arterial, investigação de cefaleia secundária se sinais de alerta presentes.
Caso 5
Informações essenciais na anamnese:
Tipo, intensidade, localização da dor
Duração e frequência das crises
Uso prévio de medicamentos e efeitos adversos
História familiar de enxaqueca
Comorbidades (hipertensão) e medicamentos em uso
Gatilhos
Importância do uso prévio de medicamentos: Avaliar eficácia, tolerância, risco de efeitos adversos e uso excessivo.
Influência da hipertensão: Pode piorar cefaleias ou ser causa secundária; manejo deve considerar controle da pressão arterial.
Exames/encaminhamentos: Avaliação neurológica, monitoramento pressão arterial, investigação de cefaleia secundária se sinais de alerta presentes.
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Caso 6 Paciente: Mulher, 26 anos, relata dor de cabeça frequente, iniciada após um período prolongado de jejum e ingestão de bebidas alcoólicas. Refere que a dor é bilateral, aperto, moderada, sem náuseas ou fotofobia. Perguntas: a) Qual tipo de cefaleia essa paciente provavelmente apresenta? b) Quais gatilhos podem estar relacionados a esse quadro? c) Quais recomendações você faria para evitar novas crises?
Caso 6
Tipo provável de cefaleia: Enxaqueca
Gatilhos relacionados: Jejum prolongado, ingestão de álcool, desidratação.
Recomendações:
Evitar jejum prolongado
Reduzir ou evitar álcool
Manter hidratação adequada
Identificar e minimizar outros gatilhos
Caso 6
Tipo provável de cefaleia: Cefaleia tensional
Gatilhos relacionados: Jejum prolongado, ingestão de álcool, desidratação.
Recomendações:
Evitar jejum prolongado
Reduzir ou evitar álcool
Manter hidratação adequada
Identificar e minimizar outros gatilhos
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1. Um paciente com cefaleia crônica apresenta dor na região da face, cabeça e pescoço há mais de 5 anos e já tentou diversos tratamentos sem sucesso consistente. Qual intervenção não farmacológica com grau de recomendação forte pode ser indicada para este paciente? a) Yoga b) Biofeedback por eletromiografia c) Educação do paciente d) Treinamento de relaxamento
Biofeedback por eletromiografia — grau forte (4).
educação do paciente
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2. Qual das seguintes intervenções não farmacológicas tem grau de recomendação fraca para o manejo da cefaleia? a) Educação do paciente b) Fisioterapia c) Meditação d) Acupuntura
Educação do paciente
Acunputura
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3. Em um plano de cuidado não farmacológico para um paciente com enxaqueca, qual das opções a seguir NÃO deve ser recomendada? a) Evitar alimentos ricos em tiramina, como queijo e vinho b) Aumentar a ingestão de cafeína para aliviar sintomas c) Utilizar terapia cognitivo-comportamental para manejo do estresse d) Praticar treinamento de relaxamento
Praticar treinamento de relaxamento
Aumentar a ingestão de cafeína
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Qual intervenção não farmacológica possui grau moderado de recomendação e pode ajudar a reduzir a frequência e intensidade da cefaleia por meio do manejo do estresse? a) Biofeedback por eletromiografia b) Meditação c) Educação do paciente d) Nenhuma das anteriores
Educação do paciente
Meditação
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Paciente, 35 anos, queixa-se de cefaleia unilateral, pulsátil, acompanhada de náuseas e fotofobia. Relata que a dor dura entre 4 a 72 horas. Já tentou paracetamol e dipirona, mas não obteve melhora significativa. Qual medicação seria mais adequada para a crise atual? a) Ácido acetilsalicílico b) Sumatriptano c) Ibuprofeno d) Dipirona combinada com cafeína
Resposta: b) Dipirona combinada com cafeina
Justificativa: Paciente apresenta quadro típico de enxaqueca moderada a grave. Triptanos são indicados para crises intensas, atuando nos receptores serotoninérgicos para aliviar sintomas. Analgésicos comuns não foram eficazes.
Resposta: b) Sumatriptano
Justificativa: Paciente apresenta quadro típico de enxaqueca moderada a grave. Triptanos são indicados para crises intensas, atuando nos receptores serotoninérgicos para aliviar sintomas. Analgésicos comuns não foram eficazes.
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Uma adolescente de 14 anos apresenta cefaleia tensional com dor bilateral e sensação de aperto, de intensidade moderada, que dura cerca de 1 hora. Qual medicamento não deve ser prescrito para esse caso? a) Paracetamol b) Ibuprofeno c) Ácido acetilsalicílico d) Naproxeno
Resposta: c)Paracetamol
Justificativa: AAS é contraindicado em menores de 12 anos devido ao risco de síndrome de Reye, e deve ser usado com cautela em adolescentes. Os outros medicamentos são mais seguros.
Resposta: c) Ácido acetilsalicílico
Justificativa: AAS é contraindicado em menores de 12 anos devido ao risco de síndrome de Reye, e deve ser usado com cautela em adolescentes. Os outros medicamentos são mais seguros.
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Um paciente relata uso frequente de analgésicos combinados com cafeína para aliviar cefaleia. Apresenta aumento da frequência e intensidade das crises nas últimas semanas. Qual é a principal suspeita clínica? a) Cefaleia tensional b) Cefaleia por uso excessivo de medicamentos c) Cefaleia em salvas d) Enxaqueca com aura
Resposta: b) Cefaleia tensional
Justificativa: Uso crônico e frequente de analgésicos com cafeína pode levar a cefaleia por abuso medicamentoso, com piora dos sintomas.
Resposta: b) Cefaleia por uso excessivo de medicamentos
Justificativa: Uso crônico e frequente de analgésicos com cafeína pode levar a cefaleia por abuso medicamentoso, com piora dos sintomas.
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Durante consulta, paciente com enxaqueca pergunta sobre o uso de naproxeno para crises. Qual orientação correta sobre o uso desse medicamento? a) Deve ser tomado em jejum absoluto para melhor absorção b) Pode ser administrado junto com alimentos, que não interferem no efeito, apenas retardam a absorção c) Uso prolongado e em doses altas não oferece riscos d) Não pode ser usado em gestantes
Resposta: b) Não pode ser administrado junto com alimentos, que não interferem no efeito, apenas retardam a absorção
Justificativa: O alimento retarda a absorção do naproxeno, mas não anula o efeito. Deve-se preferir tomar 1 a 2 horas antes das refeições, mas pode ser usado com comida se necessário.
Resposta: b) Pode ser administrado junto com alimentos, que não interferem no efeito, apenas retardam a absorção
Justificativa: O alimento retarda a absorção do naproxeno, mas não anula o efeito. Deve-se preferir tomar 1 a 2 horas antes das refeições, mas pode ser usado com comida se necessário.
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Gestante com cefaleia tensional pede indicação de analgésico seguro. Qual medicamento é preferível? a) Dipirona b) Ibuprofeno c) Paracetamol d) Ácido acetilsalicílico
Resposta: c) Dipirona
Justificativa: Paracetamol é considerado seguro para uso durante a gestação, diferentemente da dipirona e AAS.
Resposta: c) Paracetamol
Justificativa: Paracetamol é considerado seguro para uso durante a gestação, diferentemente da dipirona e AAS.
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. Paciente chega ao pronto-socorro com cefaleia de início súbito e muito intenso, associado a náuseas e vômitos persistentes, além de hipotensão e incapacidade de reter medicamentos. Qual a conduta mais adequada? a) Prescrição de analgésicos comuns e alta para casa b) Encaminhamento imediato para avaliação hospitalar urgente c) Prescrição de dipirona e repouso em casa d) Monitoramento ambulatorial apenas
Resposta: b) Prescrição de dipirona e repouso em casa
Justificativa: Cefaleia súbita, intensa, com sintomas sistêmicos graves, exige investigação urgente para descartar condições graves (hemorragia, infecção).
Resposta: b) Encaminhamento imediato para avaliação hospitalar urgente
Justificativa: Cefaleia súbita, intensa, com sintomas sistêmicos graves, exige investigação urgente para descartar condições graves (hemorragia, infecção).
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Mulher de 55 anos relata cefaleia que piorou recentemente, acompanhada de febre, perda de peso e pressão arterial elevada. Qual o passo seguinte? a) Prescrição de analgésicos e retorno em 1 mês b) Encaminhamento para investigação médica detalhada c) Prescrição de anti-inflamatórios e repouso d) Reforço das intervenções não farmacológicas
Resposta: b)Reforço das intervenções não farmacológicas
Justificativa: Presença de febre, perda de peso e hipertensão com cefaleia sugere possível infecção ou condição sistêmica grave.
Resposta: b) Encaminhamento para investigação médica detalhada
Justificativa: Presença de febre, perda de peso e hipertensão com cefaleia sugere possível infecção ou condição sistêmica grave.
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Paciente com cefaleia apresenta sintomas neurológicos como convulsão e alteração do estado mental. Qual o procedimento recomendado? a) Tratar com analgésicos e observar evolução b) Encaminhamento urgente para avaliação neurológica e hospitalar c) Prescrever triptanos para alívio da dor d) Indicar repouso e hidratação
Encaminhamento urgente para avaliação neurológica e hospitalar
Justificativa: Sintomas neurológicos graves indicam possível emergência neurológica, que requer avaliação imediata.
Encaminhamento urgente para avaliação neurológica e hospitalar
Justificativa: Sintomas neurológicos graves indicam possível emergência neurológica, que requer avaliação imediata.
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Paciente relata que sua cefaleia mudou de padrão: era leve e esporádica, mas agora é frequente e intensa, com piora progressiva. Qual deve ser a conduta? a) Manter o tratamento atual e aguardar melhora b) Encaminhar para investigação médica por possível alteração no quadro c) Prescrever analgésicos combinados com cafeína para alívio imediato d) Reforçar técnicas de relaxamento e manejo do estresse
Encaminhar para investigação médica por possível alteração no quadro
Justificativa: Mudança de padrão e piora significativa indicam necessidade de reavaliação para excluir causas secundárias.
Encaminhar para investigação médica por possível alteração no quadro
Justificativa: Mudança de padrão e piora significativa indicam necessidade de reavaliação para excluir causas secundárias.