FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA | 1º E 2º BIMESTRE | 3ª SÉRIE EM

FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA | 1º E 2º BIMESTRE | 3ª SÉRIE EM

Este QUIZ tem a finalidade de recompor a aprendizagem do 1º e 2º Bimestres da 3ª Série EM. Temas abordados: - Crítica a razão iluminista - Filosofia da existência - A sociedade de massa - As faces do poder

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CRÍTICA A RAZÃO ILUMINISTA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS301 - EM13CHS302 - EM13CHS303 - EM13CHS504) A Escola de Frankfurt desenvolveu uma crítica à razão iluminista, destacando que:

O Iluminismo defendia o obscurantismo como forma de controle social.
A crítica iluminista rejeitava qualquer tipo de desenvolvimento científico e tecnológico.
A racionalidade instrumental, exaltada pelo Iluminismo, contribuiu tanto para avanços tecnológicos quanto para formas de dominação social.
A razão, como defendida pelo Iluminismo, sempre conduziu ao progresso humano e à liberdade.
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CRÍTICA A RAZÃO ILUMINISTA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS301 - EM13CHS302 - EM13CHS303 - EM13CHS504) Segundo Walter Benjamin, na obra "A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica", uma das principais consequências da reprodução técnica da arte é:

O fortalecimento da “aura” da obra, que se torna ainda mais autêntica.
A perda da “aura” da obra de arte, que se distancia do seu valor ritual e único.
O isolamento completo da arte em museus, protegendo-a das massas.
A valorização do caráter único e ritualístico da obra de arte.
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CRÍTICA A RAZÃO ILUMINISTA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS301 - EM13CHS302 - EM13CHS303 - EM13CHS504) Para Max Horkheimer, a crise da razão moderna ocorre quando:

A sociedade moderna prioriza os valores éticos sobre os interesses econômicos.
A ciência recusa o desenvolvimento tecnológico e cultural.
A razão passa a ser utilizada exclusivamente como meio para alcançar fins, sem considerar valores éticos e humanos.
A razão é abandonada em favor de crenças religiosas.
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CRÍTICA A RAZÃO ILUMINISTA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS301 - EM13CHS302 - EM13CHS303 - EM13CHS504) A transformação da cultura em mercadoria, conforme analisado pela Teoria Crítica, significa que:

Produtos culturais passam a ser produzidos em série e consumidos como mercadorias, perdendo seu caráter crítico e reflexivo.
A cultura se torna mais acessível e livre das pressões do mercado.
A arte e a cultura se tornam exclusivamente voltadas para a expressão espiritual.
As manifestações culturais se tornam independentes dos meios de comunicação de massa.
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CRÍTICA A RAZÃO ILUMINISTA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS105 - EM13CHS301 - EM13CHS302 - EM13CHS303 - EM13CHS504) A metáfora do “moderno espelho de Narciso” é utilizada para refletir sobre:

A superação da alienação por meio da racionalidade técnica.
O uso da tecnologia para desenvolver a empatia e a solidariedade.
O fortalecimento dos vínculos comunitários na modernidade.
A forma como os indivíduos na sociedade contemporânea se volta excessivamente para si mesmos, buscando reconhecimento e validação, especialmente nas mídias e na cultura de massa.
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FILOSOFIA DA EXISTÊNCIA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS205 - EM13CHS304 - EM13CHS501 EM13CHS504 - EM13CHS602) Na Filosofia da Existência, especialmente no pensamento de Jean-Paul Sartre, a afirmação “a existência precede a essência” significa que:

O ser humano existe primeiro, e só depois constrói sua essência por meio de suas escolhas e ações.
A essência humana é algo fixo, imutável e independente da liberdade.
A essência do ser humano é definida por sua classe social e pela cultura.
O ser humano nasce com uma essência determinada, que deve descobrir ao longo da vida.
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FILOSOFIA DA EXISTÊNCIA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS205 - EM13CHS304 - EM13CHS501 EM13CHS504 - EM13CHS602) A expressão “Tudo que é sólido desmancha no ar”, associada à análise da modernidade, reflete:

A estabilidade dos valores morais e das instituições modernas.
A fragilidade e a constante transformação das estruturas sociais, culturais e econômicas no mundo moderno.
A permanência das tradições e das certezas absolutas na vida moderna.
A busca moderna por fundamentos sólidos e imutáveis.
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FILOSOFIA DA EXISTÊNCIA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS205 - EM13CHS304 - EM13CHS501 EM13CHS504 - EM13CHS602) A metáfora de Sísifo, que carrega uma pedra incessantemente, é utilizada na filosofia existencialista para representar:

A crença de que o sofrimento é passageiro e sempre recompensado.
A recompensa que sempre chega após o esforço.
A esperança de uma vida após a morte.
O absurdo da condição humana e a repetição sem sentido da vida moderna, onde cabe ao homem dar sentido à própria existência.
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FILOSOFIA DA EXISTÊNCIA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS205 - EM13CHS304 - EM13CHS501 EM13CHS504 - EM13CHS602) Segundo Sartre, quando ele afirma que “o homem está condenado a ser livre”, isso significa que:

A liberdade é algo imposto pelos outros e pelas instituições.
A liberdade é uma escolha opcional que pode ser evitada.
A liberdade significa obedecer às leis naturais e biológicas.
O ser humano não tem escolha sobre ser livre, e deve assumir integralmente a responsabilidade por suas escolhas e ações.
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FILOSOFIA DA EXISTÊNCIA (EM13CHS101 - EM13CHS104 - EM13CHS205 - EM13CHS304 - EM13CHS501 EM13CHS504 - EM13CHS602) No pensamento de Martin Heidegger, o conceito de Dasein revela que:

A angústia surge apenas quando o indivíduo não alcança seus objetivos materiais.
A vida inautêntica é aquela em que o indivíduo aceita plenamente sua liberdade e autonomia.
O ser humano vive de forma autêntica quando se distancia das suas responsabilidades no mundo.
A angústia revela a consciência da finitude e da possibilidade de viver uma existência autêntica, enfrentando o nada e assumindo a própria liberdade.
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A SOCIEDADE DE MASSA (EM13CHS101 - EM13CHS102 - EM13CHS104 - EM13CHS203 - EM13CHS303 - EM13CHS501 - EM13CHS504) Na obra “A Rebelião das Massas”, Ortega y Gasset caracteriza o “homem-massa” como:

Um indivíduo que busca constantemente aperfeiçoar seu espírito e refletir sobre sua circunstância.
Aquele que se reconhece como parte de um coletivo e atua criticamente na transformação social.
Um líder natural, que assume responsabilidades frente aos desafios de seu tempo.
Um sujeito acomodado, que rejeita o esforço intelectual e se conforma com a vida confortável, ignorando a própria circunstância.
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A SOCIEDADE DE MASSA (EM13CHS101 - EM13CHS102 - EM13CHS104 - EM13CHS203 - EM13CHS303 - EM13CHS501 - EM13CHS504) Quando Ortega y Gasset afirma que “eu sou eu e minha circunstância”, ele quer dizer que:

O indivíduo não depende do mundo ao seu redor para se realizar.
A razão físico-matemática é suficiente para explicar toda a realidade humana.
O ser humano é totalmente determinado pelo meio, sem liberdade de escolha.
A existência humana só se compreende na relação entre o sujeito e o contexto histórico, social e cultural em que vive.
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A SOCIEDADE DE MASSA (EM13CHS101 - EM13CHS102 - EM13CHS104 - EM13CHS203 - EM13CHS303 - EM13CHS501 - EM13CHS504) Sobre a análise de Hannah Arendt a respeito da “banalidade do mal”, é correto afirmar que:

O mal está sempre relacionado a desvios psicológicos e doenças mentais.
A banalidade do mal se explica pela ausência completa de responsabilidade social.
O mal é sempre praticado por pessoas com intenções perversas e profundamente más.
O mal pode ser cometido por indivíduos comuns, quando eles agem de forma acrítica, obedecendo cegamente às ordens, sem refletir sobre as consequências de seus atos.
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A SOCIEDADE DE MASSA (EM13CHS101 - EM13CHS102 - EM13CHS104 - EM13CHS203 - EM13CHS303 - EM13CHS501 - EM13CHS504) A crise institucional e moral do século XIX, que contribuiu para a formação da sociedade de massa, está relacionada:

À superação dos problemas econômicos e sociais pela razão técnico-científica.
Ao enfraquecimento das instituições, à perda de referências éticas e ao avanço desenfreado da técnica sobre os valores humanos.
À estabilidade das instituições e dos valores tradicionais.
À consolidação dos sistemas éticos e da participação democrática.
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A SOCIEDADE DE MASSA (EM13CHS101 - EM13CHS102 - EM13CHS104 - EM13CHS203 - EM13CHS303 - EM13CHS501 - EM13CHS504) Sobre a crítica à razão físico matemática e a defesa da razão vital histórica, segundo Ortega y Gasset, é correto afirmar:

A razão físico matemática é suficiente para explicar a complexidade da vida humana.
A razão vital histórica rejeita qualquer forma de conhecimento racional.
A razão vital histórica valoriza a vida concreta, a história e a circunstância como elementos fundamentais para compreender o ser humano.
A razão vital é um conceito exclusivo das ciências exatas.
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AS FACES DO PODER (EM13CHS101 - EM13CHS303 - EM13CHS603 - EM13CHS403 - EM13CHS404 - EM13CHS501 - EM13CHS502 - EM13CHS503 - EM13CHS504) Para Hannah Arendt, o poder se fundamenta:

Na força física e na coerção exercida pelo Estado.
Na concentração de recursos econômicos nas mãos de poucos.
Na capacidade das pessoas de “agir em concerto”, ou seja, de atuarem coletivamente em prol de objetivos comuns.
Na autoridade imposta pelas tradições e instituições religiosas.
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AS FACES DO PODER (EM13CHS101 - EM13CHS303 - EM13CHS603 - EM13CHS403 - EM13CHS404 - EM13CHS501 - EM13CHS502 - EM13CHS503 - EM13CHS504) De acordo com Michel Foucault, o poder deve ser compreendido como:

Uma relação de forças presente em todas as relações sociais, que se distribui de forma capilar, não estando concentrado apenas em instituições.
Uma estrutura fixa, centralizada e hierárquica que controla toda a sociedade.
Uma expressão natural da vontade dos líderes políticos.
Uma coisa que se possui e que pertence exclusivamente ao Estado.
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AS FACES DO PODER (EM13CHS101 - EM13CHS303 - EM13CHS603 - EM13CHS403 - EM13CHS404 - EM13CHS501 - EM13CHS502 - EM13CHS503 - EM13CHS504) O conceito de panoptismo, desenvolvido por Michel Foucault, descreve:

Um sistema de vigilância no qual os indivíduos se sentem constantemente observados, levando-os a se autocontrolar, mesmo que ninguém os esteja vigiando diretamente.
Um modelo de vigilância baseado na ideia de que todos são livres para agir sem serem observados.
Uma sociedade sem controle, onde a liberdade é absoluta.
A extinção completa dos sistemas de punição e controle.
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AS FACES DO PODER (EM13CHS101 - EM13CHS303 - EM13CHS603 - EM13CHS403 - EM13CHS404 - EM13CHS501 - EM13CHS502 - EM13CHS503 - EM13CHS504) Sobre a tolerância, considerando seu vínculo com a moral e a política, é correto afirmar que:

A tolerância significa aceitar passivamente qualquer ação, mesmo as que ferem os direitos humanos.
Tolerância e neutralidade são sinônimos e dispensam qualquer posicionamento ético.
No campo político, a tolerância exige equilíbrio entre o respeito às diferenças e a defesa de princípios éticos e direitos fundamentais.
A prática da tolerância se limita ao âmbito privado, sem implicações sociais.
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AS FACES DO PODER (EM13CHS101 - EM13CHS303 - EM13CHS603 - EM13CHS403 - EM13CHS404 - EM13CHS501 - EM13CHS502 - EM13CHS503 - EM13CHS504) A expressão “Sociedade de controle: sorria, você está sendo filmado” faz referência:

À expansão das tecnologias de vigilância, monitoramento e controle, que fazem parte do cotidiano, afetando comportamentos e relações sociais.
À liberdade absoluta dos indivíduos na sociedade contemporânea, livre de qualquer controle externo.
À ausência de qualquer tipo de vigilância na vida moderna.
Ao controle exercido exclusivamente por governos totalitários do passado.
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