
Escala de Coma de Glasgow
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta fundamental na avaliação neurológica de pacientes. Neste quiz, teste seus conhecimentos sobre os parâmetros de avaliação, como abertura ocular, resposta verbal e motora, e explore como essa escala auxilia na prática clínica, especialmente em casos de trauma cranioencefálico. Prepare-se para aprofundar seu aprendizado sobre essa abordagem essencial na enfermagem!
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1
Qual é o objetivo principal da Escala de Coma de Glasgow (ECG)?
Identificar a capacidade de fala
Avaliar apenas reflexos motores
Medir a frequência respiratória
Avaliar a pressão arterial do paciente
Determinar o nível de consciência do paciente
2
Quais parâmetros são avaliados na ECG?
Reflexos motores, sensação de dor e pupilas
Abertura ocular, resposta verbal e resposta motora
Funções cerebrais superiores, postura e reflexos
Frequência cardíaca, respiração e pressão arterial
Apenas resposta verbal e motora
3
Qual é a pontuação máxima possível na ECG?
12
10
18
15
20
4
Qual pontuação na ECG indica coma grave?
Exatamente 10
Menos de 5
8 ou menos
Acima de 12
Entre 9 e 12
5
O que significa uma pontuação de 1 na resposta verbal na ECG?
Resposta orientada
Resposta incoerente
Resposta inapropriada
Resposta confusa
Ausência de resposta verbal
6
Quando a ECG deve ser aplicada?
Após a alta hospitalar do paciente
Apenas em casos de trauma abdominal
Sempre que houver suspeita de comprometimento neurológico
Em qualquer paciente sem queixa neurológica
Somente em pacientes pediátricos
7
Qual é a pontuação mínima possível na ECG?
0
1
2
3
5
8
A ECG é utilizada principalmente em pacientes com:
Trauma cranioencefálico ou alterações neurológicas
Problemas cardiovasculares
Traumas ortopédicos
Doenças infectocontagiosas
Alterações gastrointestinais
9
O que uma pontuação de 15 na ECG representa?
Necessidade de suporte ventilatório
Estado vegetativo
Coma leve
Nível normal de consciência
Confusão mental
10
Qual é a importância da ECG na enfermagem?
Administrar medicamentos sem consulta médica
Substituir exames laboratoriais complexos
Avaliar somente a recuperação pós-cirúrgica
Evitar outros exames complementares
Monitorar e registrar alterações no estado neurológico do paciente