
Desconstruindo o racismo promovendo a equidade
Um jogo interativo sobre questões reflexivas para descontrair o racismo na sociedade
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1. Por que dizer “não vejo cor” pode ser um problema?

Porque negar a cor é negar também as vivências e lutas de quem sofre racismo.

Porque ninguém realmente repara na cor das pessoas.

Por que as pessoas são mais cuidadosas com suas palavras

Porque as pessoas gostam das outras
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2. O que é mais justo: igualdade ou equidade?

Equidade, porque considera as diferenças e busca justiça para todos.

Igualdade, porque trata todas as pessoas exatamente do mesmo jeito.
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3. O racismo só acontece de forma explícita e intencional?

) Não, ele também ocorre de forma sutil, em atitudes e exclusões.

Sim, só existe racismo quando há ofensas diretas
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4. Existe racismo sem intenção?

Sim, porque é possível reproduzir ideias racistas mesmo sem perceber.

Não, se não houve intenção, não é racismo.
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5. Qual a diferença entre privilégio e merecimento?

Não existe diferença, tudo é resultado de escolhas pessoais.

Privilégio são vantagens que vêm antes do esforço; merecimento é conquista pelo esforço.
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6. Se uma pessoa negra fala sobre racismo, ela está…

Fazendo drama, porque hoje em dia isso não existe mais.

Compartilhando uma realidade que deve ser ouvida e respeitada.
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7. O que podemos fazer no dia a dia para promover a equidade racial?

Evitar falar sobre o assunto para não gerar desconforto.

) Reconhecer desigualdades, ouvir, aprender e agir contra injustiças.
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8. Pessoas negras têm as mesmas oportunidades que pessoas brancas no Brasil?

Sim, hoje em dia todas as pessoas são tratadas da mesma forma.

Não, há desigualdades históricas que ainda afetam o acesso a empregos, educação e renda.
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9. Por que representatividade importa na mídia, empresas e escolas?

Porque é apenas uma questão de aparência e marketing.

Porque ver pessoas negras em diferentes espaços ajuda a combater estereótipos e inspira mudanças.
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10. Piadas sobre raça ou cor de pele podem ser prejudiciais?

Não, porque são apenas brincadeiras e não têm intenção ruim.

Sim, porque reforçam estereótipos e normalizam o preconceito.