𝓥ocê seria uma boa mãe ou uma mãe ruim?

𝓥ocê seria uma boa mãe ou uma mãe ruim?

Descubra se você teria o dom da maternidade ou se seus filhos iam querer fugir de casa! Responda com sinceridade e veja qual mãe você seria! ★ (seja honesta consigo mesma)

Imagem de perfil user: Flávia Santos

Flávia Santos

Anúncios

1

Como você reagiria se seu filho não quisesse fazer a lição de casa?

Eu sentaria com ele, explicaria tudo de novo e faria a lição junto para garantir que ele entenda.
Eu perguntaria o motivo e tentaria negociar. "Se você terminar logo, podemos ver aquele filme que você gosta!"
Diria "você tem que fazer isso, porque eu mandei!", e se ele não fizer, seria uma punição forte.
Ignoraria, afinal, ele já tá grandinho pra fazer sozinho. Se não quiser fazer, o problema é dele, não meu.
2

Seu filho se atrasou para o treino de futebol. O que você faz?

Eu o levaria imediatamente, sem desculpas, e faria ele entender que a pontualidade é importante.
Calmamente, eu o faria entender que ele precisa se organizar melhor, mas ainda assim tentaria não estressar muito com a situação.
"Você sabe o quanto isso é importante, então agora vai ter que dar o dobro de treino amanhã, sem mimimi."
Eu deixaria ele se virar, afinal, ele já tem idade suficiente para saber o que fazer e, se não se importar, o problema é dele.
3

Como você lida com os momentos em que seu filho fica bravo ou chateado?

Eu tentaria acalmá-lo, ouvindo o que ele tem a dizer e ajudando a encontrar uma solução para o problema.
Daria um tempo para ele se acalmar e, depois, conversaria sobre o que aconteceu de forma tranquila.
Ignoraria a birra, dizendo que todo mundo passa por isso e, se ele quiser ser ouvido, que venha me procurar.
Eu ficaria brava também, dizendo que “isso não é motivo para ficar assim” e que ele tem que superar logo.
4

Seu filho decide seguir uma religião diferente da sua. Como você reage?

Eu respeitaria totalmente a escolha dele, conversaria sobre as diferenças e procuraria entender o que ele sente em relação a isso.
Ficaria preocupada, mas tentaria aprender mais sobre a religião dele para ter uma opinião mais informada e conversar sobre isso de forma aberta.
Não aceitaria, acreditando que a religião que eu sigo é a mais importante, e tentaria convencê-lo a voltar para a minha fé.
Eu deixaria ele seguir o que quiser, já que acredito que cada pessoa tem seu próprio caminho espiritual, mas também deixaria claro o que eu penso sobre isso.
5

Seu filho é diagnosticado com um transtorno de neurodivergência, como TDAH ou autismo. Como você lida com isso?

Eu buscaria apoio especializado e me dedicaria a entender tudo sobre o transtorno para apoiar meu filho da melhor forma possível.
Ficaria inicialmente em choque, mas procuraria aprender e me adaptar, fazendo o possível para garantir que ele se sinta acolhido e compreendido.
Tentaria "consertar" o problema, fazendo o máximo que eu posso para que ele se encaixe nas expectativas da sociedade, sem questionar tanto o diagnóstico.
Eu aceitava que ele é assim e não ficaria obcecada em mudá-lo, preferindo adaptar a casa e a rotina para que ele tenha mais conforto.
6

Como você reagiria se seu filho desobedecesse uma regra importante em casa?

Eu explicaria calmamente o motivo da regra, pediria desculpas se minha postura foi rígida e tentaria entender o ponto de vista dele.
Imporia uma consequência direta para que ele entendesse a gravidade da desobediência, mas sempre de forma justa e sem raiva.
Eu ficaria bem brava e provavelmente gritaria, dizendo que desobedecer uma regra é algo inaceitável e que ele tem que aprender a lição.
Ignoraria a desobediência, achando que ele deve ter suas próprias experiências e que, com o tempo, vai entender o certo e o errado.
7

Seu filho pintou as paredes da casa com canetinha dizendo que era "arte moderna". O que você faz?

Respiro fundo, tiro uma foto da "obra" pra guardar de lembrança… e depois ensino que a arte dele merece papel, não parede.
Chamo ele pra ajudar a limpar e aproveito pra explicar que criatividade é ótima, mas precisa de limites.
Fico furiosa, dou bronca na hora e digo que vai ficar de castigo até entender que parede não é tela de pintura.
Acho engraçado, tiro uma selfie com o "grafiteiro mirim" e deixo lá por um tempo — vai que ele vira artista famoso um dia!
8

Seu filho chega em casa chorando porque foi excluído pelos colegas da escola. O que você faz?

Abraçaria ele, ouviria tudo com atenção e diria o quanto ele é amado e importante, reforçando sua autoestima.
Conversaria com calma, tentaria entender o que aconteceu e, se necessário, procuraria a escola para resolver a situação.
Diria que isso acontece com todo mundo, que ele precisa ser forte e não deixar isso afetá-lo tanto assim.
Eu ficaria nervosa, reclamaria da escola, diria que ninguém presta e que ele devia parar de se importar com os outros.
9

Seu filho inventa um amigo imaginário que “mora na geladeira” e começa a deixar comida lá pra ele. O que você faz?

Entro na brincadeira! Pergunto como é o amigo, qual a comida favorita dele e transformo isso em um momento de conexão.
Acho curioso, mas fico de olho. Se isso durar muito tempo, talvez procure ajuda pra entender melhor o que tá acontecendo.
Digo que isso é besteira, tiro a comida da geladeira e falo que ele precisa parar de imaginar coisas estranhas.
Fico desconfiada e começo a me perguntar se o “amigo imaginário” é mesmo só imaginação ou se tem algo sobrenatural acontecendo.
10

Seu filho no fundamental II começa a responder de forma grossa e ficar mais distante. O que você faz?

Procuro conversar com calma, entender o que ele está sentindo e mostrar que estou aqui pra ajudar, mesmo se ele não quiser falar agora.
Dou um espaço, mas deixo claro que respeito é essencial e que ele pode confiar em mim quando estiver pronto pra conversar.
Repreendo na hora, dizendo que não aceito falta de respeito e que, enquanto morar comigo, vai seguir minhas regras.
Acho que é só uma fase chata da adolescência e prefiro ignorar até ele voltar ao “normal”.
11

Seu filho agora está no ensino médio e chega em casa dizendo que odeia a escola e quer largar tudo. O que você faz?

Sento com ele pra conversar profundamente, entender o que está por trás desse sentimento e oferecer apoio sem julgamentos.
Tento motivá-lo mostrando caminhos diferentes, como mudar de escola, curso técnico ou outro tipo de ensino que combine mais com ele.
Digo que isso é fase de preguiça, que todo mundo passa por isso, e que ele tem que continuar estudando, querendo ou não.
Fico nervosa e digo que se ele largar a escola, vai ter que começar a trabalhar e se virar, porque a vida não é fácil.
12

Seu filho descobre algo difícil sobre o passado da família e te confronta com perguntas delicadas. Como você reage?

Respondo com honestidade e carinho, explicando tudo com maturidade e mostrando que ele pode sempre confiar em mim.
Revelo parte da verdade, tentando proteger ele do que acho que pode ser doloroso demais.
Digo que ele não precisa saber de tudo, que certos assuntos devem ficar no passado e que não quero mais falar sobre isso.
Me irrito com as perguntas e desconverso, dizendo que ele devia se preocupar mais com o presente do que com o passado.
13

Seu filho pede pra ir em uma festa surpresa, mas você não conhece muito bem o anfitrião. O que você faz?

Pergunto tudo sobre a festa, as pessoas que vão e fico com um pouco de receio, mas deixo ele ir, confiando no bom senso dele.
Digo que ele pode ir, mas que preciso de um número de telefone de algum adulto responsável para que eu me sinta mais tranquila.
Proponho que ele faça uma festa em casa, onde eu posso controlar tudo e garantir que ele se divirta sem preocupação.
Dou uma olhada nas redes sociais da festa, investigo o anfitrião e deixo ele ir sem maiores preocupações, afinal, ele tem que começar a ser independente!
14

Seu filho te chama para sair só vocês dois, pra fazer algo que ele gosta muito. O que você faz?

Aceito na hora! Adoro passar tempo com ele e acho importante me envolver nas coisas que ele gosta.
Mesmo que eu esteja cansada ou ocupada, dou um jeito de ir, porque sei que esses momentos são especiais.
Fico feliz, mas sugiro algo que nós dois gostamos, porque também quero aproveitar o passeio.
Digo que não dá, que tenho outras coisas pra fazer, e que ele devia sair com os amigos dele em vez de comigo.
15

O tempo passou rápido e seu filho está se formando. Ele te abraça emocionado e diz: “Obrigado por tudo, mãe.” O que você sente?

Choro junto na hora, sentindo orgulho, saudade e gratidão por cada fase que vivemos juntos.
Sorrio com o coração apertado, feliz por ele estar crescendo, mas com aquela vontade de voltar no tempo.
Fico emocionada, mas me controlo e digo que ele é quem merece os parabéns por ter chegado até aqui.
Sinto orgulho, mas penso logo no futuro: faculdade, trabalho, responsabilidades… o mundo é duro e ele precisa estar pronto.
16

Seu filho está se preparando para viajar sozinho pela primeira vez. Como você lida com a situação?

Fico um pouco nervosa, mas tento ser forte, dando conselhos e checando todos os detalhes da viagem pra garantir que tudo saia bem
Dou a ele as dicas que julgo importantes e confio que ele vai saber se virar, mas fico ansiosa e envio mensagens de vez em quando.
Fico muito preocupada e tento convencê-lo a não viajar sozinho, com medo de tudo o que pode acontecer.
Estou feliz e animada por ele, aproveito a oportunidade pra dar liberdade e incentivo, já que ele está crescendo e precisa dessas experiências.
17

Seu filho te pede conselhos sobre uma grande decisão na vida, como escolher a profissão ou o caminho que vai seguir. O que você faz?

Escuto atentamente, compartilho minhas próprias experiências e dou conselhos, mas sempre enfatizo que ele deve seguir o que sente ser o melhor para ele.
Sigo uma abordagem mais prática, sugerindo as opções que considero mais seguras e com mais chance de estabilidade no futuro.
Digo que ele deve decidir sozinho, porque a escolha é dele e que, se errar, é uma oportunidade de aprender.
Fico preocupada e tento orientá-lo o máximo possível, querendo garantir que ele tome a melhor decisão e não cometa erros.
18

Seu filho começa a namorar e te pede conselhos sobre como lidar com os sentimentos em um relacionamento. Como você reage?

Ofereço conselhos sinceros sobre respeito, comunicação e como cuidar do relacionamento de forma saudável, sem pressa de julgar.
Fico feliz por ele ter alguém, mas tento passar a mensagem de que ele deve focar em seus estudos e não se deixar consumir por relacionamentos tão cedo.
Fico preocupada, tento dar dicas sobre o que é certo e errado, mas também me questiono se ele está realmente preparado para um relacionamento sério.
Apoio completamente e fico animada, até dando conselhos divertidos sobre os altos e baixos do namoro, sem ser muito séria.
19

Seu filho começa a namorar e está muito apaixonado. Ele te conta tudo sobre o relacionamento, mas você percebe que ele está se entregando demais. O que você faz?

Fico feliz por ele estar tão apaixonado, mas tento alertá-lo sobre o cuidado com a intensidade e o risco de dependência emocional.
O apoio, mas dou alguns conselhos sobre equilíbrio e como manter a individualidade, sem se perder no relacionamento.
Me preocupo e tento ser mais cautelosa, fazendo perguntas diretas sobre a relação para entender se ele está lidando bem com tudo.
Apoio completamente e fico empolgada com o namoro, incentivando ele a aproveitar cada momento sem me preocupar demais.
20

Anos se passaram e você já está ficando mais velha. Seu filho vai se casar. Qual vestido você escolheria para usar no casamento dele?

Escolho um vestido elegante, clássico e atemporal, algo que seja confortável, mas que me faça sentir linda e confiante no grande dia.
Escolho um vestido elegante, clássico e atemporal, algo que seja confortável, mas que me faça sentir linda e confiante no grande dia.
Vou com um vestido mais moderno, algo que esteja na moda e que seja um reflexo da minha personalidade, com um toque de sofisticação.
Vou com um vestido mais moderno, algo que esteja na moda e que seja um reflexo da minha personalidade, com um toque de sofisticação.
Escolho um vestido simples, mas delicado, porque quero que toda a atenção esteja no meu filho e no momento especial dele, não em mim.
Escolho um vestido simples, mas delicado, porque quero que toda a atenção esteja no meu filho e no momento especial dele, não em mim.
Opto por algo ousado, colorido e único, para marcar minha presença e mostrar a todos o quanto estou feliz e emocionada com esse momento.
Opto por algo ousado, colorido e único, para marcar minha presença e mostrar a todos o quanto estou feliz e emocionada com esse momento.
21

Dois anos depois, você olha para trás e percebe como o tempo passou. Como você se sente sobre o envelhecimento e a sua jornada até agora?

Sinto uma mistura de nostalgia e gratidão. O tempo passou rápido, mas vejo como aprendi e cresci. A vida é uma jornada, e me sinto orgulhosa do que vivi.
Me sinto um pouco triste e nostálgica. Algumas coisas que eu queria ter feito ainda estão na minha lista, e fico pensando sobre o que o futuro me reserva.
Aceito o envelhecimento com tranquilidade, mas também sinto que algumas coisas que eu queria fazer ficaram para trás. Estou tentando me focar no presente e aproveitar ao máximo o agora.
Fico mais reflexiva, pensando sobre o que posso fazer daqui para frente. O envelhecimento me traz uma sensação de que o tempo é precioso e que cada dia importa mais.
22

Agora, olhando para toda a sua vida, a família que você criou, as escolhas que fez e os momentos que viveu, como você se sente sobre o legado que deixou?

Sinto que fiz o meu melhor. A minha vida foi repleta de desafios, mas também de momentos incríveis, e eu deixei um legado de amor, sabedoria e aprendizado para as futuras gerações.
Às vezes, fico pensando se poderia ter feito mais. Mas, ao olhar para a minha família, sei que deixei um legado de força, coragem e a importância de viver cada dia com propósito.
Olho para a minha vida e sinto uma mistura de orgulho e arrependimento. Sei que nem tudo foi perfeito, mas, ao ver meus filhos e netos, vejo que o amor sempre foi o que prevaleceu.
Sinto que minha vida foi uma jornada de altos e baixos, mas o que mais importa é que consegui criar uma família unida e cheia de amor, e isso é o meu maior legado.
Quizur Logo

Siga nossas redes sociais:

Incorporar

Para incorporar este quiz ao seu site copie e cole o código abaixo.