
Você sobreviveria na escaldante savana africana?
Você sempre sonhou em conhecer a África selvagem. Ao embarcar naquele safári na África do Sul, imaginava apenas fotos incríveis, animais majestosos e histórias para contar. O jipe sacolejava pelas trilhas de terra, o motorista sorria, o guia contava curiosidades. Tudo parecia perfeito... até não ser mais. No meio do caminho, dois dos turistas se levantam — e de repente, não são mais turistas. São caçadores armados. Sem aviso, um tiro ecoa. O motorista cai, o volante gira descontrolado e o jipe avança em alta velocidade, off-road, cortando o mato seco e levantando poeira vermelha. Os caçadores assumem o controle, ameaçando a todos com gritos e armas. Você sabe que algo está errado — e que não pode ficar ali. Num impulso, salta do veículo e corre para o nada, para o mato, para o calor. Um deles ri: “Ele não vai durar uma hora.” O sol cai. A savana escurece. Você se esconde, com medo. Ouvem-se gritos distantes… depois silêncio. A noite traz o rugido. Ao amanhecer, você volta — hesitante, com os joelhos tremendo. O jipe está lá, mas não os corpos como você esperava… estão dilacerados. Ninguém sobreviveu. Nem os caçadores. Só você. E logo adiante, um lago silencioso reflete o céu laranja. O que você faz agora?
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Você está num passeio na África selvagem (Tanzânia, Serengeti), mas o safári virou pesadelo quando dois "turistas" revelaram ser caçadores armados e mataram o motorista. O jipe disparou fora da trilha enquanto ameaças e gritos tomavam conta. Num impulso, você saltou e correu para o mato, ouvindo um deles zombar: “Ele não dura uma hora.” Ao cair da noite, a savana silenciou… exceto pelo rugido. De manhã, você volta. O jipe está lá — os corpos, não inteiros. Ninguém sobreviveu. Só você. E agora, diante de um lago cheio de flamingos, resta a pergunta: o que fazer?

Aproximar-se do lago, pois terei uma boa fonte de alimento (Flamingos, peixes, crustáceos etc) e abrigo longe de grandes animais, pois hipopótamos e crocodilos não habitam estas águas paradas.

Vou permanecer dentro do jipe — não faz sentido explorar a lagoa sem um motivo claro. Antes de qualquer coisa, vou verificar se mais alguém sobreviveu.

Vou seguir a pé pela estrada. O que quer que tenha matado todos ainda deve estar por perto — e com certeza vai voltar ao jipe para devorar os corpos.
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A noite chega rapidamente, e até as girafas parecem inquietas. Você precisa encontrar um abrigo o quanto antes. Onde vai se proteger?

Talvez eu me abrigasse debaixo de árvores e grandes arbustos próximos, onde pudesse ficar mais escondido e protegido.

Me esconderia no jipe abandonado, já que a poeira provavelmente já abaixou e ele pode oferecer uma boa proteção.

Dormiria na tenda usando o kit de acampamento da mochila — com a barraca, o saco de dormir e o isqueiro para fazer fogo, se necessário.
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Enquanto você caminha ao amanhecer, percebe uma serpente em modo de defesa bem próxima. Ela está imóvel, e você não sabe se é peçonhenta. O que faz?
Essa é claramente uma espécie letal. Devo me afastar rapidamente, correndo o mais rápido possível.
Essa é claramente uma espécie mortal. Devo me afastar lentamente, evitando movimentos bruscos.
Uma opção é tentar espantá-la com os braços, fazendo movimentos para parecer maior e mais ameaçador.
Ignorar, independente do tipo de serpente. Apenas evitar contato visual, e se mover normalmente e insignificante à sua presença.
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A fome chegou e você precisa de alimento e bebida rápida. O que fazer?

Comeria a comida que está no jipe: barrinhas de cereal energéticas, alimentos enlatados, frutas, 2 litros de água e outros itens disponíveis.

Ficaria sem comer por enquanto, guardando os alimentos na mochila para a viagem. No máximo, comeria algo leve e beberia 500 ml de água, para não perder energia.

Tentaria caçar algum animal usando apenas um galho afiado, já que não tenho armas, e procuro um rio. Poderia ser um peixe, um antílope ou uma ave, o que estiver disponível por perto.

Comer larvas de besouro rinoceronte é uma excelente fonte rápida de proteínas e nutrientes. O desafio está em encontrá-las.
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Você decide que chegou a hora de arranjar alguma arma ou meio de se proteger contra possíveis ameaças. O que fará? Você sabe onde estão os corpos dos caçadores, que tinham armas de fogo com munição, mas agora podem estar sendo usados como alimento por leões.

Você decide se arriscar e entrar no território dos predadores para tentar recuperar uma arma de fogo — uma espingarda com algumas munições.

Vou vasculhar apenas o jipe, procurando por itens que possam ser usados para defesa ou reaproveitados, como martelos, pedaços de metal e ferramentas.

Tentaria usar galhos longos e afiados para o combate corpo a corpo, além de pedras pontiagudas para atacar à distância.
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Ao amanhecer, você encontra um cervo recém-morto perto da sua área de abrigo. Dois chacais estão sobre a carcaça, distraídos, e além de devorarem a carne, também estão mexendo nos seus suprimentos — inclusive tentando levar suas armas. O que você faz?
Espantaria os chacais aos gritos e, se necessário, jogaria pedras para afastá-los e tentar recuperar meus alimentos e equipamentos.
Ficarei observando os chacais à distância, esperando até que eles se afastem por conta própria, mesmo que isso leve tempo.
Avançaria direto contra os chacais, mesmo sem nenhuma arma, custe o que custar.
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Os chacais finalmente vão embora, mas já é tarde demais — todos os alimentos foram consumidos e os equipamentos, levados. Agora, só resta seguir em frente... mas para qual direção você vai?

Seguirei em direção ao norte, rumo à saída do safári, cuja localização conheço bem — apesar de estar muito distante. O caminho atravessa um território amplo onde vivem leões, mas parece vazio.

Seguirei para o sul/sudoeste, acompanhando o curso de um riacho curvo cercado por mata mais fechada. A região abriga animais esguios, o que pode indicar uma rota mais segura.

Seguirei para o leste, em direção à savana — uma área de árvores escassas e capim alto. É um bom lugar para ser localizado por equipes de resgate, mas também me expõe mais a predadores oportunistas.
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Enquanto segue seu caminho, você se depara com um elefante macho solitário. Ele te vê de longe e começa a correr na sua direção, demonstrando agressividade. O que você faz?
Eu fico parado, encaro o elefante africano sem demonstrar medo e, em seguida, se afasto lentamente.
Faria movimentos bruscos e gritaria para tentar assustar o elefante, mas sem avançar diretamente em sua direção.
Correria o mais rápido possível em direção a uma área com mato alto e árvores, tentando despistar o elefante.
Me ajoelharia e abaixaria a cabeça, mostrando que não represento uma ameaça nem quero desafiá-lo.
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Por sorte, o ataque do elefante era só um aviso — ele não te feriu, mas deixou claro que, se voltasse, não hesitaria em atacar. Você segue em frente e chega a um grande pasto aberto. De repente, vê uma manada de gnus em migração... mas algo está errado. Eles não estão apenas migrando — estão fugindo de alguma coisa.
Correria junto com os gnus, tentando acompanhar o ritmo da manada para escapar da mesma ameaça que os fez fugir.
Voltaria rapidamente para o território do elefante, buscando abrigo e segurança mesmo diante do risco que ele representa.
Me esconderia entre arbustos, árvores ou atrás de grandes rochas para tentar me camuflar e evitar ser visto pela ameaça.
Esperaria a manada passar e, em seguida, correria na direção contrária à deles, ou seja, em direção à ameaça que os assustou.
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Você descobre que todo o caos foi causado por um grupo de hienas-malhadas caçando a manada de gnus — e agora elas estão se aproximando rapidamente. Você precisa agir. O que faz?

Me esconderia nas margens do rio por onde a manada vai passar, tentando me manter imóvel e fora de vista. Preciso ter cuidado para não ser pisoteado.

Continuaria correndo junto com a manada, tentando me camuflar entre os gnus para não ser notado pelas hienas.

Correria separado da manada, pela lateral, mesmo estando sozinho — na tentativa de sair da rota das hienas e evitar ser pego no meio da confusão.

Iria de encontro aos predadores, armado apenas com algumas pedras e gravetos, tentando surpreendê-las e afastá-las com coragem e agressividade.
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Você percebe que, desde que saiu do seu território, não bebeu nenhuma gota d’água e ainda está sem abrigo. A noite já caiu, e os perigos estão aumentando. O que você faz agora?
Mesmo no escuro, sigo tentando encontrar um curso d’água, pois já estou desidratado. Prefiro isso a desmaiar no dia seguinte por desidratação.
Procuro urgentemente por um abrigo natural, como uma árvore com copa baixa, uma fenda entre rochas ou arbustos densos. Só amanhã cedo volto a procurar água.
Eu ando pela savana tentando encontrar sinais de água enquanto observo locais onde poderia me abrigar, enquanto eu não encontrar os dois, eu nã.
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No silêncio da noite, você ouve barulhos vindo dos arbustos próximos. De repente, deles surge um leopardo-africano. A situação exige uma resposta cuidadosa. Qual ação tomar nesse momento?
Fico imóvel, fazendo ou evitando contato visual direto, e deixo o leopardo me observar.
Levanto os braços rapidamente, faço barulho e tento parecer maior. A estratégia da ameaça.
Saio correndo o mais rápido possível.
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Já faz alguns dias que você não come e precisa se alimentar para manter a saúde. O que vai procurar?

Decido comer larvas de besouro rinoceronte — uma ótima fonte de proteína. Para isso, começo a procurar madeira em decomposição, onde elas costumam se esconder.

Decido procurar frutos ou plantas comestíveis, como as frutas da árvore baobá.

Vou caçar animais de pequeno porte, como o aardvark (porco-formigueiro), que costumam sair à noite. Esperarei o anoitecer para tentar localizá-los e caçá-los com mais chances de sucesso.

Decido não comer nada por enquanto. É um risco para minha saúde, mas prefiro isso a me expor ao perigo tentando encontrar comida agora.

Tentarei pescar ou capturar alguma ave, mesmo sem armas. Usarei galhos, pedras ou armadilhas improvisadas — qualquer recurso disponível que possa me ajudar nessa tarefa silenciosa e arriscada.
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A noite cai, e com ou sem alimento, você se prepara para enfrentá-la. Mas então surge um novo problema — milhares de mosquitos/pernilongos começam a te rodear. O que você faz?
Ignoraria completamente os mosquitos, pois acredito que é melhor suportá-los do que sair à noite e correr o risco de perder meu abrigo.
Tentaria espantar os mosquitos batendo ao meu redor, sacudindo os braços e usando movimentos rápidos para matar.
Sairia no meio da noite em busca de um local mais afastado, tentando escapar da infestação de mosquitos, mas com plano B fixo — para não me perder na escuridão.
Tentaria, mesmo que levasse horas, acender uma fogueira usando gravetos e folhas secas. O fogo pode ajudar a afastar os mosquitos.
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Você acorda e percebe vários abutres rodeando um ponto fixo próximo à sua base — provavelmente há uma carcaça por ali. Isso pode significar comida... ou perigo. O que você faz?
Me aproximo com cautela para investigar. Se for uma carcaça recente e segura, posso aproveitar parte da carne ou os ossos para ferramentas.
Observo de longe. Se os abutres estão em grande número, é sinal de que o cheiro já se espalhou — melhor não me aproximar e evitar atrair outros animais perigosos.
Me afasto da base temporariamente, não tenho recursos importantes. A presença dos abutres pode significar que há um predador por perto, e ele pode retornar.
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A verdade logo se revela: a carcaça pertence a um grupo de cães-selvagens-africanos. Eles estão voltando de longe, em bando. Eles te avistam. Ainda não está claro se vão te ignorar, te cercar ou te atacar.
Me posicionaria firme e ereto, levantando os braços e gritando alto, tentando parecer o maior e mais ameaçador possível para assustar os cães selvagens.
Me afastaria em ziguezague, correndo entre arbustos e obstáculos para dificultar a perseguição. Se possível, tentaria subir em alguma árvore.
Mantenho a calma e recuo lentamente, sem virar as costas, afastando-me pelas laterais com movimentos controlados.
Iria de encontro aos cães selvagens africanos, preparado para enfrentá-los em um ataque direto.
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Após a fuga com sucesso, você encontra o corpo sem vida de um caçador ilegal disfarçado de soldado, provavelmente parte do mesmo grupo do jipe que viu no início. Ele está caído, com ferimentos recentes — marcas claras de garras de leão. Ao seu lado, há um fuzil AK-74 e outras armas russas. O que fazer?

Pego uma pistola (730 gramas) junto com suprimentos aleatórios — kit de primeiros socorros, ferramentas básicas e alimentos enlatados.

Pego o AK-74 (3.3 kg) — uma arma leve, confiável e versátil para combates a média distância.

Pego o PKM (9 kg com bipé) — uma metralhadora pesada com alto poder de fogo, excelente para criar uma posição defensiva sólida e controlar áreas abertas.

Pego o SV-98 (7.8 kg com mira) — um rifle de precisão de longo alcance, ideal para ataques silenciosos e para eliminar ameaças antes que se aproximem.

Pego o AK-12 (3.3 kg) — uma versão moderna da série AK, com melhor ergonomia, precisão e capacidade de tiro ajustável (modo automático e semi).
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Agora armado e com sede, você encontra um rio onde alguns elandes estão bebendo água. O local parece calmo, mas há um problema: é habitat típico de crocodilos-do-Nilo — e embora não estejam visíveis, isso não significa que não estão lá. O que fazer?
Atiraria na água para tentar espantar ou até atingir os crocodilos, afastando o perigo imediato. Em seguida, tentaria acertar um elande nas proximidades.
Tentaria assustar um elande com um tiro, observando se ele evita ou não atravessar o rio. Se o animal recuar, pode ser um sinal de que há crocodilos por perto — e, nesse caso, evitaria beber a água. Se ele atravessar com segurança, consideraria que a água está relativamente segura para consumo.
Tentaria beber da água normalmente, mantendo a arma em mãos. Evitaria atirar sem necessidade, poupando munição caso o perigo realmente apareça. A escolha mais conservadora.
Ignoraria o rio e não beberia daquela água — ela pode estar contaminada ou infestada de predadores. Preferiria seguir em frente.
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Você encontra o corpo de um militar com um mapa detalhado do Serengeti — finalmente, boas notícias: a saída do parque está a apenas 1 km de distância, e você está na direção certa. Mas logo à frente, um grande grupo de avestruzes hostis forma uma barreira incomum. Num instante, percebe que eles não estão reagindo a você, mas sim a algo muito pior: um grupo com mais de 20 leões e leoas, a cerca de 100 metros, se posicionando para uma caçada. Você está no meio de tudo isso, cercado e em risco extremo. O que fazer?

Vou de encontro aos leões. Estou armado e, com sorte, consigo afugentá-los com tiros de advertência.

Prefiro avançar contra os avestruzes. Apesar de agressivos, eles são menos perigosos que os leões. Posso usar a arma para assustá-los e abrir passagem à força.

Vou tentar dar a volta, mesmo que isso me exponha mais aos leões. A distância aumenta, e o risco também, mas pelo menos evito um confronto direto com os dois grupos.

Me abaixo entre a vegetação e tento ficar o mais imóvel possível, esperando que os leões passem sem me notar.
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Você chega a 60 metros do portão de saída, mas percebe que não vai dar tempo de alcançá-lo normalmente — um leão está logo atrás. Por sorte (ou não), há uma cerca de arame farpado de 6 metros de altura: basta cruzá-la e estará livre. O que faz?
Escalar a cerca o mais rápido possível, mesmo se ferindo. A opção mais rápida, se virar para acertar tiros pode custar minha vida.
Virar e disparar tiros contra o leão para matar-lo ou espantar-lo, e conseguir mais tempo para fugir ou escalar a cerca.
Correr até o portão, mesmo longe. Não corro o risco de me prender no arame, nem confrontar diretamente o leão.
Correr ao grupo dos avestruzes hostis para não ser o principal alvo, e ter concorrência.
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Parabéns — você sobreviveu ao impossível e conseguiu escapar. Agora, do lado de fora da cerca, se depara com uma nova realidade: toda a área foi totalmente evacuada devido ao caos causado pelos caçadores, e não há nenhum sinal de veículos, pessoas ou ajuda por perto. O que você faz?
Vou montar um abrigo seguro e esperar no local, na esperança de que as atividades sejam retomadas, que um helicóptero ou algum veículo passe para me resgatar.
Vou seguir até a base dos guardas, mesmo que esteja abandonada e de volta aos riscos de animais, na esperança de encontrar um telefone ou rádio para pedir ajuda.
Decido sair caminhando reto para algum lado, buscando qualquer sinal de civilização ou ajuda.