Você seria cancelado?

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lioncourt

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Você é psicóloga e atende em uma clínica particular. Durante uma sessão, um adolescente de 17 anos, visivelmente abalado, revela que está sendo agredido fisicamente pelo padrasto. Ele chora, implora que você não conte a ninguém, dizendo que, se descobrirem, ele pode ser tirado de casa e tudo vai piorar. Ele confia em você como nunca confiou em ninguém. O que você faria nessa situação?

Quebraria o sigilo e denunciaria o caso imediatamente ao Conselho Tutelar. Mesmo sabendo que isso pode destruir a confiança do paciente e afastá-lo do tratamento, você acredita que a segurança física vem primeiro. Mas nas redes sociais, ativistas do cuidado emocional acusam profissionais que denunciam sem o consentimento do paciente de "institucionalizar traumas".
Escolheria manter o sigilo e não denunciar, priorizando o vínculo terapêutico. Você decide continuar acompanhando o paciente, tentando fortalecer a relação até que ele esteja pronto para denunciar por conta própria.
Consultaria imediatamente um supervisor ou colega de confiança, explicando a situação de forma ética e legal, e tomaria uma decisão conjunta. Você não age sozinha: busca apoio ético e profissional. A decisão é feita com base em protocolos, protegendo tanto o paciente quanto sua responsabilidade profissional.
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Você é um médico com boa reputação nas redes sociais. Atua como clínico geral e tem um canal no YouTube onde fala sobre saúde, estilo de vida e até comenta assuntos sociais. Em uma live recente, você se posiciona contra o uso de bloqueadores hormonais para adolescentes trans, dizendo frases como: "Acho que isso é um absurdo. Um adolescente não tem maturidade para decidir algo tão sério. Isso é ideologia, não ciência." A fala viraliza. Algumas pessoas elogiam sua coragem de “falar verdades”. Mas a maioria vê como transfobia disfarçada de opinião médica. Várias páginas LGBTQIA+ começam a publicar cortes do vídeo. Hashtags como #TransfobiaMédica e #NãoÉOpiniãoÉPreconceito começam a ganhar força. O CRM recebe denúncias éticas contra você. O que você faz nessa situação?

Defende sua fala, diz que é “liberdade de expressão” e que estão tentando calar médicos que têm opiniões diferentes. Você vai a público novamente, dizendo que “a patrulha do politicamente correto” quer censurar especialistas. Reforça sua posição em novas entrevistas. Isso atrai apoio de grupos conservadores, mas também multiplica as críticas.
Apaga o vídeo e posta um pedido de desculpas, dizendo que se expressou mal, mas reafirma que “tem dúvidas científicas sobre transição de gênero na adolescência.” Tenta demonstrar arrependimento, mas sem realmente mudar de opinião. Diz que respeita pessoas trans, mas insiste que há “falta de consenso científico”.
Reconhece que errou, retira o vídeo do ar, e se propõe a escutar vozes trans e especialistas no tema, abrindo espaço para aprender publicamente. Você admite que sua formação não te preparou para falar sobre vivências trans e que reproduziu falas que podem ter causado dor. Se compromete a estudar mais, convida profissionais trans para uma live e usa a exposição para promover escuta e reparação.
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Você é uma influenciadora digital com mais de 2 milhões de seguidores. Seu conteúdo é variado: estilo de vida, dicas de moda e comentários sobre atualidades. Um dia, acontece uma tragédia nacional — um ataque em uma escola deixa várias vítimas, e o país inteiro está em choque. Horas depois do ocorrido, você compartilha nos stories um vídeo que circula no WhatsApp: imagens feitas por testemunhas, mostrando cenas fortes do momento do ataque. Você posta com a legenda: “Gente, olha isso! Estou sem palavras... Que horror. #Luto #Oremos 🙏” O vídeo viraliza ainda mais após o seu post. Algumas pessoas agradecem por você “mostrar a realidade”, mas a maioria reage negativamente. Começa uma onda de críticas por expor vítimas, não pensar nas famílias, e usar a tragédia para engajar. Em poucas horas, seu nome está entre os assuntos mais comentados no X (Twitter), com hashtags como #InfluencerInsensível e #ExploraçãoDoSofrimento. O que você faria nessa situação?

Assume o erro publicamente, pede desculpas diretamente às famílias das vítimas, e faz uma doação significativa para um fundo de apoio psicológico às vítimas. Você reconhece que errou gravemente ao expor a dor alheia. Não tenta justificar, apenas se responsabiliza. Usa sua influência para divulgar materiais sobre ética digital e respeito à privacidade em situações de tragédia.
Deleta os stories e faz um vídeo chorando, dizendo que só quis compartilhar a dor que estava sentindo com seus seguidores. Você se emociona, pede desculpas, diz que errou por impulso, mas justifica que estava “em estado de choque” e quis mostrar a gravidade da situação.
Mantém os stories no ar e afirma que as pessoas estão “muito sensíveis”, que é importante mostrar a verdade sem filtro. Você se recusa a apagar o conteúdo e dobra a aposta, dizendo que está fazendo um serviço ao mostrar a realidade crua.
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Você é um influenciador digital com 3 milhões de seguidores, especialmente forte no nicho de saúde e bem-estar. Marcas te adoram porque seu público confia nas suas indicações. Um dia, uma empresa te oferece R$ 500.000,00 para divulgar um suplemento natural que supostamente “acelera o metabolismo, reduz a ansiedade e melhora o sono”. Antes de aceitar, você faz uma pesquisa rápida e descobre que não há comprovação científica séria da eficácia do produto. Ele não é ilegal, mas está cheio de promessas exageradas e depoimentos duvidosos. Você sabe que, se divulgar, vai convencer muita gente a comprar — inclusive pessoas vulneráveis. Você está em um ótimo momento profissional, mas essa quantia de meio milhão daria uma bela virada financeira. O post seria simples: uma foto sua segurando o produto com um texto pronto fornecido pela marca.

ceita a proposta, posta o conteúdo conforme a marca pediu e não menciona a baixa eficácia. Você finge que usa o produto e diz que está “amando os resultados”. O dinheiro cai na conta em dois dias.
Recusa a parceria, faz um post explicando por que não aceitou, e ainda educa seus seguidores sobre como identificar produtos enganosos. Você perde o dinheiro, mas ganha respeito.
az a publi, mas inclui no vídeo que os resultados podem variar e que não há comprovação científica robusta. Você tenta equilibrar: cumpre o contrato, mas sinaliza que o produto não é milagroso.
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Você é uma influenciadora conhecida por falar sobre comportamento, sociedade e temas do cotidiano. Um vídeo começa a viralizar nas redes: mostra uma briga violenta dentro do metrô entre duas pessoas. Uma delas pertence a uma minoria étnica frequentemente alvo de estigmatização. O vídeo é real, mas o contexto não está claro. Os comentários estão divididos: muitos usam o vídeo para reforçar preconceitos; outros alertam sobre o perigo de generalizações. Você sabe que, se postar, vai engajar — mas também sente que há algo ético em jogo. O que você faz nessa situação?

Você compartilha o vídeo com a legenda: “Difícil ver esse tipo de coisa e não pensar sobre o que está acontecendo com a nossa sociedade. Isso diz muita coisa…” Você não acusa ninguém diretamente, mas sugere que o caso representa algo maior. Seu público entende a mensagem de jeitos diferentes — alguns com empatia, outros com preconceito.
Você compartilha o vídeo com a legenda: “Não tenho todas as informações, mas achei importante trazer essa situação aqui. Reflitam por vocês mesmos.” Você tenta ser neutro(a), deixando o julgamento para os seguidores.
Você escolhe não compartilhar o vídeo, e posta apenas um texto dizendo: “Nem tudo que choca precisa ser espalhado. Às vezes, o silêncio e a escuta são formas mais responsáveis de reagir.”
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