Jogo de Decisões - Escola Sem Bullying

Jogo de Decisões - Escola Sem Bullying

Esse quiz é uma ferramenta interativa de formação que propõe, por meio de perguntas e situações-problema, reflexões sobre o papel da gestão escolar na prevenção e no enfrentamento do bullying e da violência. Voltado a diretores, coordenadores e demais líderes educacionais, o quiz traz desafios baseados em contextos reais, incentivando a tomada de decisões conscientes, a articulação com a rede de proteção e a promoção de uma cultura de acolhimento, respeito e diálogo no ambiente escolar.

Imagem de perfil user: Daniela Kajiya Barbosa

Anúncios

1

1- O que está por trás do silêncio? Amanda, aluna do 7º ano, começou a ficar isolada e calada. Professores relatam que ela chora com frequência e evita atividades em grupo. Após uma conversa, ela revela que um colega vem chamando-a de 'gorda nojenta' e espalhando boatos sobre seu corpo nas redes sociais. A mãe, ao ser informada, diz que isso é 'coisa de adolescente'.

Informar a família e aplicar medidas de proteção a estudante.
Convidar os estudantes para uma roda de conversa geral sobre respeito.
Conversar com a mãe e aguardar que ela resolva o problema em casa.
2

2 - Grupo do Terror Alunos do 9º ano criaram um grupo no WhatsApp chamado "Losers da escola". Nele, compartilham memes, áudios e fotos para zombar de colegas considerados "diferentes". Um dos alvos, a estudante Júlia, começou a apresentar queda no rendimento, crises de choro e já pediu transferência.

Chamar os envolvidos, aplicar medidas disciplinares e informar os pais de todos.
Informar os pais apenas da estudante afetada e deixar os demais com advertência verbal.
Reunir-se com os professores para refletir sobre o caso e pensar em ações futuras.
3

3 - Efeito manada Durante uma aula, um estudante do 8º ano começa a rir da forma como João, estudante com autismo, reage a um som alto. Outros colegas imitam os movimentos de João e o chamam de 'ET'. A professora ignora, dizendo: 'ele é assim mesmo'. João fica cada vez mais isolado.

Reconhecer o preconceito, intervir com atividades educativas e orientar toda a equipe escolar.
Conversar com os estudantes envolvidos para que parem com as provocações.
Explicar para João que ele deve tentar não reagir de forma que chame atenção.
4

4 - Desenho do demônio Durante uma atividade de artes, Yasmin desenha elementos ligados à sua religião de matriz africana. Alguns colegas começam a chamá-la de 'feiticeira' e dizem que ela 'invoca demônios'. Um professor presencia e apenas pede que 'resolvam isso entre si'.

Reconhecer a intolerância, envolver a equipe pedagógica e incluir o tema no projeto político-pedagógico.
Conversar com os estudantes e pedir que respeitem, sem maiores medidas.
Aconselhar Yasmin a evitar expor suas crenças na escola, para evitar conflitos.
5

5 - Quem pode mais? Lucas, estudante do 6º ano, vive com a avó em uma comunidade próxima. Alguns colegas zombam da roupa 'repetida' e da lancheira 'pobrinha'. Em um vídeo, um estudante joga moedas no chão dizendo: 'Toma, mendigo!'.

Analisar o caso, chamar os responsáveis e realizar rodas de conversa sobre desigualdade.
Repreender os estudantes em sala e pedir que parem com as ofensas.
Tratar como 'coisa de criança' e orientar Lucas a ignorar os colegas.
6

6 - É só uma brincadeira Pedro, estudante do 7º ano com paralisia cerebral leve, é imitado pelos colegas, que zombam de sua fala e marcha. Um professor comenta: 'É normal, o adolescente é cruel mesmo'.

Reconhecer o capacitismo, atuar com medidas educativas e envolver toda a comunidade escolar.
Trocar Pedro de turma, para evitar mais constrangimento.
Pedir que os professores 'fiquem de olho', mas não formalizar nada.
7

7 - "Afeminado" da sala Marcos é alvo de xingamentos LGBTfóbicos. Disse a um colega que 'preferia morrer' a continuar indo à escola. A direção teme conflitos com pais conservadores.

Acolher Marcos, reconhecer o preconceito e implementar ações de combate à LGBTQIAPN+fobia.
Reunir a turma e pedir respeito às diferenças, sem detalhar o caso.
Transferir Marcos para outra turma ou sugerir mudança de escola.
8

8 - Lugar de menina é... Laura quer jogar futebol, mas ouve que 'isso é coisa de macho'. A professora não intervém. A escola nunca discutiu igualdade de gênero.

Reorganizar as aulas com perspectiva de gênero e promover debates sobre equidade.
Orientar a professora a permitir que Laura jogue, se quiser.
Trocar Laura de atividade e incentivá-la a participar de algo mais 'adequado'.
9

9 - Só pode estar mentindo Beatriz denuncia perseguição e boatos ofensivos. A coordenação considera que ela é 'manipuladora'. Nenhuma ação foi feita.

Acolher o relato, registrar e analisar o caso para as internvenções necessárias.
Alertar os alunos para evitarem fofocas.
Avisar Beatriz que falsas denúncias têm consequências.
10

10 - Quem vigia o adulto? Um professor ridiculariza estudantes em aula. Há um áudio com ofensas. A equipe teme repercussão e evita agir.

Apurar formalmente a conduta, acolher os estudantes e responsabilizar o docente.
Conversar com o professor e pedir que modere o tom.
Ignorar, pois não há denúncia formal, apenas rumores.
Quizur Logo

Siga nossas redes sociais:

Incorporar

Para incorporar este quiz ao seu site copie e cole o código abaixo.