
Descubra seu elemento no universo de Quatro Reinos
Descubra de qual entre os quatro elementos dos quatro reinos você seria nesse teste rápido feito pelo Max
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Escolha uma cor.
Azul
Vermelho
Amarelo
Preto
Verde
Laranja
Branco
Roxo
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Em um duelo, onde interferências são proibidas, seu aliado mais próximo está prestes a ser atingido por uma magia letal e você tem capacidade de combater, o que você faria?
Não faria nada, pois está nas regras que não posso interferir.
Deixaria minhas emoções me controlarem e defenderia meu aliado, além de realizar um contra ataque no seu adversário para ensiná-lo uma lição.
Protegeria meu aliado, não me importando com as consequências que serão aplicadas a mim futuramente.
Não interferiria na hora, mas daria um jeito de concertar as coisas depois, do meu jeito.
3
Você sabe de um segredo que pode prejudicar o seu inimigo, mas isso afetaria também algum amigo seu, você o usaria?
Sim, eu usaria. Mas não de forma impulsiva. Antes, eu avaliaria o impacto, as implicações, os precedentes. Se esse segredo ameaça o equilíbrio maior, ele precisa ser exposto. Nem meu amigo está acima da estrutura que protege a todos. Mas se houver uma forma de isolá-lo, de poupá-lo sem mentir… eu vou encontrar. Eu não quebro a Ordem, eu a refino.
Sim. Eu usaria. Não porque desprezo meu amigo — mas porque ninguém vai me impedir de vencer. Se ele está envolvido nisso, então que arque com o que vem junto. Ele me conhece, sabe como luto. Eu não poupo nem a mim mesmo quando o jogo é real. Essa guerra tem um preço. Que ele se prepare, ou que saia do caminho.
Não. Não sem antes olhar nos olhos do meu amigo e contar o que está em jogo. Porque ferir alguém que confia em mim para derrubar outro… me tornaria igual àquilo que combato. Eu enfrentaria meu inimigo de outra forma. Eu abriria essa dor para o meu amigo antes de jogá-la no mundo. Se ele aceitar as consequências, então agiremos juntos. Se não… eu o protegerei até mesmo da verdade.
Talvez. Ainda não sei. Eu vi os desdobramentos — em alguns, usar o segredo quebra laços que nunca mais se curam. Em outros, a verdade liberta. Eu observo, espero… e se a linha certa depender do uso desse segredo, então usarei. Mas não antes de tentar mudar o fim por outras vias. Eu prefiro dobrar o tempo do que trair alguém que confia em mim.
4
Você está em um relacionamento sério com uma pessoa mais velha e é o último ano dela no instituto, logo mais ela será designada a um posto oficial, ela sonha em ocupar um posto que ficará muito distante do instituto, onde você ainda estuda, mas ela ainda não se decidiu, esperando apenas sua aprovação. Você aprovaria?
Sim. Porque isso é o que ela treinou para ser. Meu dever não é acorrentá-la ao presente, mas respeitar a construção que ela fez até aqui. O caminho dela é um projeto. Se eu a amo, então amo inclusive o que ela precisa ser — mesmo longe de mim. Eu sofrerei em silêncio, mas não serei o obstáculo.
Se for isso que ela quer, vai. Mas que fique claro: eu não vou sorrir fingindo que está tudo bem. Vai doer pra caramba. E eu vou sentir falta dela todos os dias. Mas amor de verdade não é posse. É saber que ela vai olhar pra trás e ver que quem mais a apoiou fui eu. E um dia, ela vai voltar. Nem que seja pra me ver no topo também.
Não. Não sem antes falar tudo que sinto. Não sem expor minhas dúvidas, meus medos, minha saudade antecipada. Mas no fim… sim. Eu diria que vá. Porque ninguém que ama deve impedir o outro de florescer. Eu sofreria, sim. Mas também esperaria. E cada carta, cada lembrança dela, seria uma pequena cura até o reencontro. Amar também é deixar partir.
Eu já vi essa cena. Em uma versão, eu digo que sim, e ela parte. Em outra, peço que fique e ela se apaga aos poucos. A decisão não é minha, é dela. Mas se ela precisa da minha aprovação para voar, então voa. Eu prefiro um adeus que seja verdadeiro do que um 'fica' cheio de culpa. O tempo nos levará onde for justo — talvez até de volta um ao outro.
5
É sua primeira vez sendo escalado para um duelo amistoso, você treinou muito e agora está preparado e confiante, mas você percebe na hora que seu adversário está com más intenções. Como você age diante disso?
Eu percebo os desvios no comportamento dele. A postura, o foco nos pontos frágeis — isso não é um treino, é um ataque disfarçado. Mas eu não serei o primeiro a quebrar o protocolo. Eu seguirei cada regra, cada passo, com perfeição. E se ele tentar cruzar a linha, eu terei provas, testemunhas e uma resposta justa. Eu não luto só com magia. Luto com disciplina.
Ele quer transformar isso numa briga real? Ótimo. Eu também sei lutar de verdade. Mas a diferença é que eu vou me segurar até o último segundo — por respeito ao duelo. Se ele ultrapassar esse limite… então ele vai conhecer tudo o que eu treinei. Ele veio pra machucar? Eu vim pra vencer.
Eu sinto isso no ar, como um corte gelado. Ele quer me quebrar, não só fisicamente — ele quer me humilhar. Mas eu não dou esse poder a ninguém. Eu não entro no jogo dele. Eu lutarei com tudo o que sou, com honestidade e força emocional. E se ele ultrapassar o limite, que ele revele a própria feiura diante de todos. Eu vencerei sem me corromper.
Há algo errado na forma como ele segura os feitiços. Algo atrasado demais… ou antecipado demais. Eu respiro. Observo. Recalculo. O duelo começou no momento em que senti a intenção dele. Agora o tempo joga a meu favor. Quando ele agir fora do combinado, eu já estarei lá. Antes mesmo dele entender o que aconteceu.
6
Durante uma aula prática, você percebe que um colega do qual não gosta está tendo muita dificuldade. O que faz quanto a isso?
Não gosto dele. Isso é fato. Mas não estou aqui para gostar — estou aqui para formar conjuradores competentes e manter a estabilidade do campo mágico. Se ele falhar, pode pôr todos em risco. Então eu vou ajudá-lo. Sem simpatia, sem vínculo. Só o necessário para que ele não atrapalhe o funcionamento da aula — e nem me arraste com ele.
Ele me irrita. Sempre irritou. Mas vê-lo ali, patético, tropeçando na própria magia… não me dá prazer. Me dá nojo. Porque eu não quero vencer alguém quebrado — quero vencer alguém de pé. Então sim, eu vou ajudar. Não por ele. Mas porque eu não suporto vitórias fáceis. E se um dia a gente for duelar, ele que venha forte. Sem desculpas.
Não importa se gosto dele ou não. O que vi nos olhos dele… foi medo. Foi dor. E isso é universal. Isso me atravessa. Se eu deixar ele falhar por rancor, estarei negando a quem eu sou. Eu vou ajudá-lo. Mesmo se ele não quiser. Mesmo que ele não mude. Porque talvez, só talvez, alguém tenha feito isso por mim um dia — e eu nem percebi.
Eu já vi essa cena antes. Em uma versão, eu o ignoro — e ele falha de um jeito que compromete a aula inteira. Em outra, eu o ajudo — e ele melhora, mas depois usa isso contra mim. Nenhuma é perfeita. Mas talvez o momento certo não seja agora. Talvez uma dica discreta, um gesto, um tempo extra... Eu dou a ele o que posso sem me comprometer. O resto, é com o tempo.
7
Seu melhor amigo tem um segredo que pode comprometer a vida dele caso seja exposto e ele o implora para que seja mantido em segredo, porém, manter esse segredo seria perigoso para o instituto. O que faria?
"Ele é meu melhor amigo. Mas o Instituto é maior que nós dois. Eu o amo como irmão, mas minha responsabilidade não é com uma pessoa — é com todos. Eu não sairia correndo para expô-lo... Mas encontraria a forma mais correta, mais justa e menos destrutiva possível de revelar o que precisa ser revelado. E quando o segredo vier à tona, estarei ao lado dele. Mas não mentindo por ele.
Ele confiou em mim, e isso pesa mais do que qualquer regra. Mas se esse segredo pode ferir alguém inocente… então não é só dele. É meu também, agora. Eu vou dar a ele a chance de contar de cabeça erguida. Se não contar, também não conto.
Ele não me escolheu só por proximidade, escolheu porque acredita que eu o protegeria, até contra o mundo. E eu vou. Mesmo que esse segredo me corroa. Mesmo que o risco pese. Porque promessas não são só palavras — são pactos de alma. E se alguém tiver que cair por isso, que seja eu primeiro. A dor de traí-lo seria pior do que qualquer consequência.
Essa decisão tem consequências demais. Eu vejo os dois caminhos — e nenhum é limpo. Se eu calar, o risco cresce. Se eu falar, posso perder meu amigo... ou pior. Talvez a resposta esteja no tempo certo. Eu vou falar com ele. Mostrar o que pode acontecer. Dar a chance de escolher o próprio destino. Mas se o risco persistir... eu agirei. E ele vai me odiar agora, mas talvez me perdoe… depois.
8
Você agora está no terceiro ano do instituto, no próximo ano, mudará de campus, indo para longe. Tem um novato que tem sentimentos por você e você também tem sentimentos por ele. Como agiria nessa situação?
Eu gosto dele. Mais do que deveria. Mas o que temos agora é instável, e minha partida é um fato. Eu não sou do tipo que promete o que não pode manter. Então, serei honesto. Direi o que sinto — com clareza. Se ele quiser viver isso, mesmo sabendo que tem data de mudança, então que seja com lucidez, não ilusão. Eu não fujo de conexões. Mas também não faço delas um erro de cálculo.
Se o tempo é curto, então que seja intenso. Não vou desperdiçar um sentimento só porque o calendário diz que vai acabar. Eu vou me jogar. Com tudo. E se doer depois, paciência — melhor um coração quebrado por verdade do que um coração vazio por covardia. Se ele me quer, que venha. Queime comigo. Mesmo que seja por três meses e uma lembrança eterna.
Eu sinto por ele algo real. E isso… não acontece todo dia. Mas também sei que a partida está próxima. Parte de mim quer se afastar agora, para não sentir tanto depois. Mas seria injusto — comigo e com ele. Se nossos sentimentos são verdadeiros, então que sejam vividos com pureza, mesmo que só por um ciclo breve. O que é profundo não precisa ser eterno. Só precisa ser sincero.
Eu vejo tudo isso já em pedaços. Os dias que ainda nem vivemos, as cartas que ainda não escrevemos, a saudade antes mesmo da despedida. Mas eu também vejo outra coisa: a chance. A chance de sentir, mesmo sabendo que acaba. O tempo é o que a gente faz dele. Então sim… eu me aproximaria. Com cuidado. Com consciência. Mas com vontade. Porque às vezes o amor não é pra durar — é pra marcar.