
As Perguntas: 100 Finais Diferentes.
Um Quiz Totalmente Normal Com 100 Finais Totalmente Normais Todos Com Carácteres Colecionáveis Totalmente Normais
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1

Você está numa rua normal e vê uma galinha usando óculos escuros. O tempo desacelera. Os carros somem. Só restam você... e ela. O que você faz?
Ignoro e sigo andando.
Tento conversar com a galinha.
Pego a galinha para tirar uma selfie.
Grito "ESSA É MINHA CHANCE!" e desafio a galinha para uma partida de truco no meio da rua.
Paro e encaro... não a galinha, mas os vultos escuros atrás dela.
2

De repente, uma porta gigante aparece no meio da parede da sua casa. O que você faz?
Tranco todas as portas e ligo para a polícia, porque isso definitivamente não é normal.
Pinto a porta de rosa e dou nome pra ela de “Marcelinho”.
Sento em frente à porta e fico encarando-a por horas, esperando ela me chamar pelo nome verdadeiro que ninguém mais sabe.
Passo pela porta sem pensar.
Chamo os bombeiros, deve ser um problema elétrico.
3

Você recebe uma mensagem que só tem zeros e uns: “010001000 011001001 011011000 011001111 ” O que faz?
Leio em voz alta. A lâmpada pisca três vezes, um pato surge na sala, e você agora se chama Florisbelo.
Você sente que entendeu a mensagem antes de traduzir. Algo desperta em sua mente. Você começa a lembrar de uma vida que nunca viveu... e ela estava te chamando.
Ignoro, deve ser spam ou troll.
Tento traduzir o código binário.
Respondo com outro código aleatório.
4

Você está numa cafeteria e o atendente te entrega o pedido errado. O que você faz?
Peço educadamente pra trocar.
Aceito e como assim mesmo.
Reclamo com o gerente.
Troco discretamente com o pedido da mesa ao lado.
Escrevo uma resenha de 1 estrelas no Google e volto no dia seguinte como se nada tivesse acontecido.
5

Você acorda no topo de uma montanha feita de gelatina, cercado por ornitorrincos de cartola. Eles começam a cantar um hino patriótico em sueco. O que você faz?
Canto junto, mesmo sem entender.
Grito “EU SOU O NOVO REI!” e começo a dançar.
Pergunto onde fica a saída do sonho.
Desmaio e acordo dentro de uma geladeira.
Tento comer a montanha de gelatina enquanto os ornitorrincos me julgam em silêncio.
6

Você acorda em sua casa, mas algo está errado. Todos os objetos estão no lugar... só que parecem ligeiramente diferentes. Como se alguém tivesse recriado tudo de memória — e errado em 1%. O que você faz?
Saio imediatamente e não olho pra trás.
Tento interagir com as coisas, fingindo normalidade.
Grito perguntando se alguém está me observando.
Aceito o erro e sigo o dia normalmente.
Abro a gaveta mais próxima esperando encontrar algo que prove que esse mundo é uma cópia.
7

Você precisa entregar um trabalho importante hoje, mas esqueceu completamente. O que faz?
Faço tudo às pressas e entrego do jeito que der.
Invento uma desculpa triste envolvendo um gato.
Copio de um colega e torço pra passar.
Entrego uma folha em branco com a frase: “o silêncio também é conhecimento.”
Mando um áudio de 8 minutos explicando como a pressão acadêmica destrói o potencial criativo.
8

Você escorrega no banheiro e cai em um universo onde todos são versões alternativas suas, mas com bigode. O que faz?
Tento me comunicar com o “El Bigodón Master”.
Me escondo até descobrir como voltar.
Aceito o novo mundo e viro barbeiro.
Desafio minha versão mais musculosa pra um duelo de dancinha.
Raspo todos os bigodes e fundo a Rebelião dos Cara-de-Rato.
9

No metrô, um senhor estranho senta ao seu lado e diz: “Você me lembra alguém que ainda não conheci.” Em seguida, ele sorri e te entrega um papel completamente em branco. O que você faz?
Agradeço, guardo o papel na mochila e esqueço.
Fico encarando o papel, esperando alguma coisa aparecer.
Tento conversar mais com o velho.
Dobro o papel como um aviãozinho e lanço na próxima estação.
Começo a escrever nele tudo que quero esquecer.
10

Você é convocado inesperadamente para um tribunal de formigas. Elas te acusam de ter pisado num “grão sagrado de açúcar”. Qual sua defesa?
Alego que foi um acidente e me ofereço pra varrer o formigueiro.
Nego tudo e exijo um advogado humano.
Cito a Constituição das Formigas, que li num sonho.
Peço asilo político às joaninhas.
Me declaro culpado.