
1
O Fim Está Próximo
Assim que derrotaram o Cavaleiro do Caos, foram ajudar as pessoas que estavam presas nos escombros e a retirar aqueles que não conseguiram escapar e sucumbiram. O trabalho durou muito tempo, e quando finalmente todos foram encontrados, os feridos foram levados e os mortos também, Gelly disse que iria pensar um pouco, para onde eles iriam.
Como de costume, Incógnita apareceu para falar com ele e os dois conversaram:
- Então... você está aqui? - perguntou Gelly
- Sim.
- Até quando você vai fazer isso? Quantas pessoas perderam a vida? E você não faz nada?! Eu nem sequer sei o seu nome?! Por quê?! Só me diz o motivo de tudo isso! - disse Gelly
- Você... não entenderia.
- Chega! Eu cansei! Fale agora!
- Você não entende! Se esconder atrás de histórias! De contos que não existem! Que nunca existiriam! Um universo ideal. Você faz parte desse lugar. Eu não...eu não vivo nele. No lugar onde eu vivo, pessoas morrem todos os dias. E não existe herói nenhum que salve elas. Os bons contra os maus...uma luta sem fim Gelly...que dura milênios.
- Eu...eu não entendo.
- Gelly...nem tudo na vida é um morango. As vezes fosse sofre por erros que cometeu e que não pode mais concertar.
- Sempre dá para concertar. Não é isso que estamos fazendo? Estamos tentando voltar e derrotar o Destino, Lastmare e o Cavaleiro!
- No seu universo isso é possível. No meu...nem tudo pode ser concertado. Muitas vezes um erro...pode acabar com toda a história. Não tem como apagar... não tem como reiniciar o jogo para conseguir o final bom... você simplesmente perde. E não pode fazer nada além de conviver com sua derrota.
- Mas... nós temos que ter esperança!
- Esperança? Nós temos esperança...mas não quer dizer que aquilo que queremos vai acontecer. No meu universo...nem tudo tem um final feliz. Pessoas ruins vencem. Por mais que lutemos pelo bem... a cada dia... ficamos mais fracos.
- Incógnita. Não desista.
- Desistir? Eu já fiz isso. E agora... não posso concertar essa atitude. Tolo? Não...Realista. Para que lutar...se a guerra já está perdida? Esperança é ilusão.
- Esperança não é ilusão, é uma maneira de não desistir daquilo que você acredita.
- Esperançoso como eu queria. Você sou eu Gelly... só que universo ideal.
- E quem sou eu?
- Você... é Victor. Você é Incógnita... Não esqueça quem você é. E não seja...o que eu sou.
Tendo dito isso, Victor simplesmente desapareceu e deixou uma carta para Gelly. Ao abrir, viu o que nela estava escrito: " Vá para a Sede do Laboratório Calêndula. Eles tem 3 fragmentos da chave. O Cavaleiro destraiu vocês enquanto Rose pegava eles. Derrotem o mal e venham até mim...o fim está próximo."
Como de costume, Incógnita apareceu para falar com ele e os dois conversaram:
- Então... você está aqui? - perguntou Gelly
- Sim.
- Até quando você vai fazer isso? Quantas pessoas perderam a vida? E você não faz nada?! Eu nem sequer sei o seu nome?! Por quê?! Só me diz o motivo de tudo isso! - disse Gelly
- Você... não entenderia.
- Chega! Eu cansei! Fale agora!
- Você não entende! Se esconder atrás de histórias! De contos que não existem! Que nunca existiriam! Um universo ideal. Você faz parte desse lugar. Eu não...eu não vivo nele. No lugar onde eu vivo, pessoas morrem todos os dias. E não existe herói nenhum que salve elas. Os bons contra os maus...uma luta sem fim Gelly...que dura milênios.
- Eu...eu não entendo.
- Gelly...nem tudo na vida é um morango. As vezes fosse sofre por erros que cometeu e que não pode mais concertar.
- Sempre dá para concertar. Não é isso que estamos fazendo? Estamos tentando voltar e derrotar o Destino, Lastmare e o Cavaleiro!
- No seu universo isso é possível. No meu...nem tudo pode ser concertado. Muitas vezes um erro...pode acabar com toda a história. Não tem como apagar... não tem como reiniciar o jogo para conseguir o final bom... você simplesmente perde. E não pode fazer nada além de conviver com sua derrota.
- Mas... nós temos que ter esperança!
- Esperança? Nós temos esperança...mas não quer dizer que aquilo que queremos vai acontecer. No meu universo...nem tudo tem um final feliz. Pessoas ruins vencem. Por mais que lutemos pelo bem... a cada dia... ficamos mais fracos.
- Incógnita. Não desista.
- Desistir? Eu já fiz isso. E agora... não posso concertar essa atitude. Tolo? Não...Realista. Para que lutar...se a guerra já está perdida? Esperança é ilusão.
- Esperança não é ilusão, é uma maneira de não desistir daquilo que você acredita.
- Esperançoso como eu queria. Você sou eu Gelly... só que universo ideal.
- E quem sou eu?
- Você... é Victor. Você é Incógnita... Não esqueça quem você é. E não seja...o que eu sou.
Tendo dito isso, Victor simplesmente desapareceu e deixou uma carta para Gelly. Ao abrir, viu o que nela estava escrito: " Vá para a Sede do Laboratório Calêndula. Eles tem 3 fragmentos da chave. O Cavaleiro destraiu vocês enquanto Rose pegava eles. Derrotem o mal e venham até mim...o fim está próximo."
2
EUA...aqui vamos nós
Sem o Teleporter, os heróis iriam de avião, não em um qualquer. Mas no de um homem bom que o doou, o nome dele era Bruno.
Assim, o grupo conversou com a guardiã Maria antes de ir:
- Vocês já vão? - perguntou a guardiã
- Eh... O Gelly disse que temos que nos apressar. - disse Marie
- Ah...Eu e Mirae vamos ficar aqui. Parece que agora só restam 3 guardiões afinal. - disse a Guardiã Brasileira
- O que houve com os outros? - perguntou Lunna.
- Moray disse que eles caíram ontem...em uma vez só. Moray está vindo para cá, nós vamos torcer por vocês. - disse Mirae
- Está bem. Até a próxima! - disse Yuri
E assim eles entraram no avião particular e foram para os Estados Unidos.
Durante a viajem, Lunna foi falar com Gelly, que estava quieto há muito tempo:
- O que está acontecendo? - perguntou Lunna
- Nada. Está tudo bem. Só temos que acabar logo com isso.
- Eu já sei. Incógnita apareceu de novo?
- Argh...sim. Ele disse que...o fim está próximo.
- Isso é bom certo?
- Não sei...ele parecia diferente dessa vez. Parecia com medo de algo. Medo e tristeza. E ele disse o seu verdadeiro nome.
- Qual?
- Victor. Ele falou sobre um mundo onde há uma luta infinita entre bem e mal. E que alguns erros não podem ser concertados.
- Nossa...isso é estranho.
- Pois é. Eu vou descansar um pouco. Diga para a Min me avisar quando chegarmos.
- Aham.
E assim, Gelly se sentou no fundo do avião e dormiu.
Assim, o grupo conversou com a guardiã Maria antes de ir:
- Vocês já vão? - perguntou a guardiã
- Eh... O Gelly disse que temos que nos apressar. - disse Marie
- Ah...Eu e Mirae vamos ficar aqui. Parece que agora só restam 3 guardiões afinal. - disse a Guardiã Brasileira
- O que houve com os outros? - perguntou Lunna.
- Moray disse que eles caíram ontem...em uma vez só. Moray está vindo para cá, nós vamos torcer por vocês. - disse Mirae
- Está bem. Até a próxima! - disse Yuri
E assim eles entraram no avião particular e foram para os Estados Unidos.
Durante a viajem, Lunna foi falar com Gelly, que estava quieto há muito tempo:
- O que está acontecendo? - perguntou Lunna
- Nada. Está tudo bem. Só temos que acabar logo com isso.
- Eu já sei. Incógnita apareceu de novo?
- Argh...sim. Ele disse que...o fim está próximo.
- Isso é bom certo?
- Não sei...ele parecia diferente dessa vez. Parecia com medo de algo. Medo e tristeza. E ele disse o seu verdadeiro nome.
- Qual?
- Victor. Ele falou sobre um mundo onde há uma luta infinita entre bem e mal. E que alguns erros não podem ser concertados.
- Nossa...isso é estranho.
- Pois é. Eu vou descansar um pouco. Diga para a Min me avisar quando chegarmos.
- Aham.
E assim, Gelly se sentou no fundo do avião e dormiu.
3
Continua
Em breve em...Rosa Corrupta.