
O Viajante do Destino
Capítulo 6: Lua da Justiça Após uma batalha contra seus próprios amigos, Gelly se sente culpado e o que será que ele fez?
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Incógnita?
Um tempo depois da batalha contra seus amigos, Gelly se sentiu muito triste por ter feito aquilo e disse aos outros que ia ficar sozinho por um tempo.
Assim, ele foi até uma pequena colina que ficava no Deserto, perto de onde eles estavam.
Lá, ele estava pensando em tudo o que tinha acontecido, tentando digerir cada golpe que desferiu contra seus companheiros. Mas de repente, ele desmaiou e em sua mente, um jovem apareceu e falou com ele:
- Gelly.
- Quem está aí? - perguntou Gelly, em sua mente.
- Não me reconhece? Sou eu, Incógnita.
- Você de novo! Você é um louco! Você me fez bater nos meus amigos! Não foi você quem criou todos nós? Você disse que criou tudo o que acontece aqui, não é?
- Sim Gelly. Mas isso foi por um bem maior.
- Bem maior? Você não sabe o que diz?! Eu vou te avisar apenas uma vez. Se você fizer isso de novo, eu vou acabar com a sua raça!
- Mantenha a calma Gelly. Eu também não gostei de fazer isso, mas foi necessário.
- Chega! Eu já cansei dessa história de Equilíbrio! De Justiça! Eu não aguento mais! - disse Gelly puxando uma faca.
- Abaixe essa faca Gelly, essa luta não vai acontecer. Não agora. Eu não criei essa luta agora.
- Eu não quero saber o que você criou ou não!
(Vs. Susie - Deltarune)
Gelly correu na direção de Incógnita e tentou esfaquear ele, mas a faca o atravessou como se fosse um fantasma. Sem sofrer dano, o adversário revidou e lançou o jovem longe, com sua força. Mesmo sabendo que não poderia vencer, Gelly se levantou e usou sua telepatia para jogar Incógnita no chão, e foi isso que aconteceu, mas o oponente se levantou rápido e começo a falar com o jovem:
- Chega! Você já provou o que queria provar! Você e seus amigos não são como minhas outras criações, vocês tem vontade própria. Isso é magnífico. Mas eu não vim aqui para isso. Sua amiga, Marie. Ela morreu.
- O quê?! Você fez isso?!
- Não. Diferente de você, ela não era uma criação minha, mas sim de uma amiga minha.
- Então... nós somos apenas personagens de uma história?
- Não é bem assim. Vocês são criações. Representam partes da nossa própria personalidade. Vocês são magníficas criações. Parte de nosso próprio ser, nossa imaginação, nossa vontade. Vocês são complexos.
- Como assim?
- Não tenho muito tempo nesse mundo. Quero que você saiba, que eu não posso controlar tudo. E você provou isso hoje. Há algo tirando o meu controle dessa aventura. Um força corrompida, um caos. E cabe a você e seus amigos destruírem ela. - disse Incógnita, desaparecendo.
- Espera! Quem é você afinal?! Não vá agora! Me responda!
Assim, ele foi até uma pequena colina que ficava no Deserto, perto de onde eles estavam.
Lá, ele estava pensando em tudo o que tinha acontecido, tentando digerir cada golpe que desferiu contra seus companheiros. Mas de repente, ele desmaiou e em sua mente, um jovem apareceu e falou com ele:
- Gelly.
- Quem está aí? - perguntou Gelly, em sua mente.
- Não me reconhece? Sou eu, Incógnita.
- Você de novo! Você é um louco! Você me fez bater nos meus amigos! Não foi você quem criou todos nós? Você disse que criou tudo o que acontece aqui, não é?
- Sim Gelly. Mas isso foi por um bem maior.
- Bem maior? Você não sabe o que diz?! Eu vou te avisar apenas uma vez. Se você fizer isso de novo, eu vou acabar com a sua raça!
- Mantenha a calma Gelly. Eu também não gostei de fazer isso, mas foi necessário.
- Chega! Eu já cansei dessa história de Equilíbrio! De Justiça! Eu não aguento mais! - disse Gelly puxando uma faca.
- Abaixe essa faca Gelly, essa luta não vai acontecer. Não agora. Eu não criei essa luta agora.
- Eu não quero saber o que você criou ou não!
(Vs. Susie - Deltarune)
Gelly correu na direção de Incógnita e tentou esfaquear ele, mas a faca o atravessou como se fosse um fantasma. Sem sofrer dano, o adversário revidou e lançou o jovem longe, com sua força. Mesmo sabendo que não poderia vencer, Gelly se levantou e usou sua telepatia para jogar Incógnita no chão, e foi isso que aconteceu, mas o oponente se levantou rápido e começo a falar com o jovem:
- Chega! Você já provou o que queria provar! Você e seus amigos não são como minhas outras criações, vocês tem vontade própria. Isso é magnífico. Mas eu não vim aqui para isso. Sua amiga, Marie. Ela morreu.
- O quê?! Você fez isso?!
- Não. Diferente de você, ela não era uma criação minha, mas sim de uma amiga minha.
- Então... nós somos apenas personagens de uma história?
- Não é bem assim. Vocês são criações. Representam partes da nossa própria personalidade. Vocês são magníficas criações. Parte de nosso próprio ser, nossa imaginação, nossa vontade. Vocês são complexos.
- Como assim?
- Não tenho muito tempo nesse mundo. Quero que você saiba, que eu não posso controlar tudo. E você provou isso hoje. Há algo tirando o meu controle dessa aventura. Um força corrompida, um caos. E cabe a você e seus amigos destruírem ela. - disse Incógnita, desaparecendo.
- Espera! Quem é você afinal?! Não vá agora! Me responda!
2
Luna, a Justiça.
Assim que essa conversa acabou, Gelly se levantou e viu que Luna estava vindo em sua direção. Quando ela chegou eles dois conversaram:
- Luna, que bom que você veio. Eu preciso falar algo com você.
- O quê?
- É sobre a Marie. Ela...ela morreu. Eu tive uma visão sobre isso.
- O quê? Como assim?! Nãããoooo! - disse Luna se ajoelhando, aos prantos.
- Eu sei que é difícil, mas nós temos que levantar a cabeça. Não podemos ficar parados chorando. Eu sinto muito.
- Sente mesmo? Por sua causa o Universo quase acabou uma vez, lembra? Por sua causa nós estamos aqui! Se eu estivesse com ela... talvez isso não tivesse acontecido! Você não é um herói! Talvez você seja o verdadeiro mal!
- Calma Luna, eu não ataquei vocês de propósito, o Lastmare estava me manipulando!
- Seu mentiroso! Você vai ver! Eu vou acabar com esse mal agora! Chega de Tragédias!
(Hammer of Justice - Deltarune, NyxTheShield)
Luna pegou a pedra dos poderes que ela tinha, e a transformou em uma grande espada, parecia uma Katana. Ela correu na direção de Gelly atacando ele com toda a fúria, se ela o acertasse, ele morreria na hora. Rapidamente ele desviou, mas não revidou, pois não queria machucar sua amiga novamente.
Sem piedade e cheia de Determinação, ela ergueu sua espada, e com a lua se erguendo atrás dela e uma suave brisa vinda do Oeste, correu novamente na direção de seu amigo, veloz como uma flecha ela o derrubou e colocou a espada em seu pescoço, dizendo:
- Me dê um bom motivo para não acabar com você agora!
- Por favor Luna! Nós somos amigos...eu não quero lutar.
- Agora você não quer lutar?! Você é um covarde! Vamos lá! Me diga um bom motivo para não matar você agora!
- Eu... você tem razão. Eu não devia jamais ter me aliado ao Lastmare. Eu não deveria ter atacado você. Me desculpe. Mas se isso não tivesse acontecido, não seríamos amigos. Nunca teríamos conhecido a Phan, a Dollie, o Gut, a Noriko. Nós somos amigos Luna.
- Você... você tem razão. - disse Luna transformando a katana novamente em uma pedra - vamos voltar logo. Eles estão esperando.
- Está bem.
Assim que Luna ajudou seu amigo a levantar, eles se juntaram novamente ao grupo.
- Luna, que bom que você veio. Eu preciso falar algo com você.
- O quê?
- É sobre a Marie. Ela...ela morreu. Eu tive uma visão sobre isso.
- O quê? Como assim?! Nãããoooo! - disse Luna se ajoelhando, aos prantos.
- Eu sei que é difícil, mas nós temos que levantar a cabeça. Não podemos ficar parados chorando. Eu sinto muito.
- Sente mesmo? Por sua causa o Universo quase acabou uma vez, lembra? Por sua causa nós estamos aqui! Se eu estivesse com ela... talvez isso não tivesse acontecido! Você não é um herói! Talvez você seja o verdadeiro mal!
- Calma Luna, eu não ataquei vocês de propósito, o Lastmare estava me manipulando!
- Seu mentiroso! Você vai ver! Eu vou acabar com esse mal agora! Chega de Tragédias!
(Hammer of Justice - Deltarune, NyxTheShield)
Luna pegou a pedra dos poderes que ela tinha, e a transformou em uma grande espada, parecia uma Katana. Ela correu na direção de Gelly atacando ele com toda a fúria, se ela o acertasse, ele morreria na hora. Rapidamente ele desviou, mas não revidou, pois não queria machucar sua amiga novamente.
Sem piedade e cheia de Determinação, ela ergueu sua espada, e com a lua se erguendo atrás dela e uma suave brisa vinda do Oeste, correu novamente na direção de seu amigo, veloz como uma flecha ela o derrubou e colocou a espada em seu pescoço, dizendo:
- Me dê um bom motivo para não acabar com você agora!
- Por favor Luna! Nós somos amigos...eu não quero lutar.
- Agora você não quer lutar?! Você é um covarde! Vamos lá! Me diga um bom motivo para não matar você agora!
- Eu... você tem razão. Eu não devia jamais ter me aliado ao Lastmare. Eu não deveria ter atacado você. Me desculpe. Mas se isso não tivesse acontecido, não seríamos amigos. Nunca teríamos conhecido a Phan, a Dollie, o Gut, a Noriko. Nós somos amigos Luna.
- Você... você tem razão. - disse Luna transformando a katana novamente em uma pedra - vamos voltar logo. Eles estão esperando.
- Está bem.
Assim que Luna ajudou seu amigo a levantar, eles se juntaram novamente ao grupo.
3
Continua
Em breve