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Era 1960, a cidade de Mariana interior de Minas Gerais, Brasil, tinha um internato femenino católico chamado "Nossa Senhora Das Dores". Ana Carolina, ou Nana foi encontrada em uma noite fria e chuvosa de maio. Ana era uma garota gentil, tinha 16 anos e cresceu sendo uma garota doce.
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Porém tudo mudou, o amor chegou cedo em seu coração. Nana estava apaixonada por Arianna, uma garota do internato. Nana nunca conversou com ela, mas ela a achava linda, seus olhos castanhos, pele morena e cabelo castanho escuro. Porém, por ser rebelde, Arianna... Tinha uma namorada. Ninguém sabia, ninguém notava mas Nana sim. Nada notava tudo... As mãos se tocando por baixo da mesa de jantar e elas brincando de pega-pega. *Personagens(não se preocupe não vai interferir no jogo)

Nana-Ana Carolina.

Isabella (namorada de Ari.

Lucia (melhor amiga de Nana.

Beatriz "Bia" (melhor amiga de Nana e Lúcia.
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Sobre Arianna: Arianna tem 17 anos, as freiras só sabem que a mãe dela se chama Olivia porém ela teve que ir e deixou Arianna no internato e partiu. Outras dizem que a mãe de Arianna era adolescente e teve uma gravidez indesejada. Pelo sim e pelo não Arianna não queria saber da mãe... Não importa o que acontecesse.
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Internato.

Cozinha.

Dormitório femenino.

Lago.

Jardim.

Pátio da escola.

Sala de aula.

Banheiro feminino.

Banheiro do dormitório.

Capela do orfanato.

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Era 21h da noite. As garotas estavam na mesa de jantar, porém, Nana viu Ari e Bia juntas. Irmã Rita disse:"Querida sua sopa vai esfriar" disse com um tom maternal. Nana ficou quieta enquanto isso. Ela pegou um pouco da sopa com a colher, escondendo as lágrimas ao abaixar os olhos. Nana não comeu quase nada.
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Nana tomou um banho, e depois foi para seu dormitório usando uma camisola branca e uma trança no cabelo. Ela leu um livro, de noite. Até que Ari apareceu ao lado dela... E disse: — Oi... Você... Tá tarde, não acha melhor dormir? *Disse Ari enquanto olhava nos olhos dela.* *Nana não disse nada, na verdade não olhou nos olhos dela.* — Eu já vou dormir. *Disse Nana enquanto finalmente a olhava.*
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