
A Lenda de Lufi...
Cap. 6: Doce conversa Lufi e Grapi estão prestes a se revelarem para o grupo. O grupo continuava no acampamento.
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Cerejas e Flores
(Lufi)
— Ao derrotar o Cavaleiro e receber a Pedra Amarela, Emmi voltou a dormir, pois já estava tarde demais. A noite estava calma, o barulho das folhas de cerejeira balançando graças ao vento era revigorante.
Mas Min não conseguia dormir, algo a perturbava no fundo de sua alma, então, ela se levantou para observar as estrelas. Ao ouvir a jovem levantando, Moray também acordou e foi falar com ela, sob o céu estrelado e o aroma doce de Cerejas.
(Grapi)
— Nossa, como você sabia que algo perturbava a Min no fundo de sua alma?
(Lufi)
— Eu deduzi.
(Grapi)
— Hum. Agora continua dizendo o que aconteceu.
(Lufi)
— Bom, o Moray disse:
— Min. Está tudo bem?
— Ah...Moray. Eu não sabia que estava acordado. - disse a jovem se sentando
— Eu acordei com você se levantando. - falou Moray, também se sentando
— Está tudo bem...eu só...queria saber se um dia tudo vai voltar ao normal. O meu pai...a Cidade.
— Vai sim. Nós vamos impedir o Cavaleiro. E trazer seu pai de volta. Vai ficar tudo bem!
— Eu não sei como você consegue ser tão otimista. Mesmo quando tudo parece estar caótico. Isso é incrível.
Moray riu, mas depois chorou e disse:
— Vo... você acha? - perguntou o jovem com o rosto vermelho
— Eu acho! E sempre admirei isso.
— Min...eu estou ficando vermelho! Para!
— Ahahaha! Não precisa ficar vermelho! Você é engraçado!
— Para Min! Ahh! Eu foi virar um tomate!
— Ahahaha! Você tem algum sonho Moray? Tipo... visitar a Terra, ou sei lá... conhecer outra dimensão? - perguntou a menina.
— Eu acho que estou bem aqui. Eu tenho bons amigos. Uma boa vida. E uma excelente companheira de viagem.
E depois disso, bom, eles se beijam!
(Grapi)
— Se beijam? Santo ser transcendente e metafísico.
(Lufi)
— É mentira, só queria ver a sua cara! — Disse Lufi sorrindo com o binóculo na mão observando tudo o que acontecia.
(Grapi)
— Nossa, você criou uma ilusão de vínculo de longo prazo regulado pela vasopressina na minha mente.
(Lufi)
— Hahaha! Enfim, continuando...
— Moray?! — diz a menina se virando e olhando para o garoto
— Eu não queria...me desculpa!
— Ahm...Tudo bem. Realmente a gente se conhece há muito tempo. Já fazem 10 anos né. — disse Min
— Eh... Realmente. Nós somos vizinhos há muito tempo. Se lembra daquela vez em que nós roubamos o regador da sua mãe? — perguntou Moray com um sorriso no rosto
— Lembro! Isso foi há muito tempo! Hahahaha! Nós escondemos ele na caixa de artigos para vender do meu pai. Ela quase matou ele! Ahahaha!
— Hahahaha! Bons momentos Min... muito bons. — disse Moray
Por um momento, os dois somente se olharam. Pareciam Conectados mentalmente, como se estivessem lendo os pensamentos um do outro. Os olhos de Min brilhavam e os de Moray também.
Por um momento, parecia que Cherry Field não existia. De repente, um monstro rádio que estava passando por ali começou a tocar uma música.
(Skies Forever Blue - Itoki Hana and Toby Fox)
Min se levantou, assim como Moray e os dois continuaram conversando:
— Min...eu agradeço muito por ter você como vizinha. E amiga.
— Eu também Moray. Acho que não teria tanta graça viver aqui sem suas piadas totalmente sem graça.
— Sem graça? Mas você ri!
— Ah Moray...eu rio de qualquer coisa. Ahahaha! — disse Min com um sorriso no rosto
— Hahaha! Bom...eh... acho que nós dois somos assim!
— Vamos voltar, já estou mais calma!
— Vamos!
Então, os dois voltaram para o acampamento improvisado e dormiram.
(Grapi)
— É, eu vi o monstro. Agora acho que devemos dormir.
(Lufi)
— Também acho. Boa noite!
E os dois dormiram.
— Ao derrotar o Cavaleiro e receber a Pedra Amarela, Emmi voltou a dormir, pois já estava tarde demais. A noite estava calma, o barulho das folhas de cerejeira balançando graças ao vento era revigorante.
Mas Min não conseguia dormir, algo a perturbava no fundo de sua alma, então, ela se levantou para observar as estrelas. Ao ouvir a jovem levantando, Moray também acordou e foi falar com ela, sob o céu estrelado e o aroma doce de Cerejas.
(Grapi)
— Nossa, como você sabia que algo perturbava a Min no fundo de sua alma?
(Lufi)
— Eu deduzi.
(Grapi)
— Hum. Agora continua dizendo o que aconteceu.
(Lufi)
— Bom, o Moray disse:
— Min. Está tudo bem?
— Ah...Moray. Eu não sabia que estava acordado. - disse a jovem se sentando
— Eu acordei com você se levantando. - falou Moray, também se sentando
— Está tudo bem...eu só...queria saber se um dia tudo vai voltar ao normal. O meu pai...a Cidade.
— Vai sim. Nós vamos impedir o Cavaleiro. E trazer seu pai de volta. Vai ficar tudo bem!
— Eu não sei como você consegue ser tão otimista. Mesmo quando tudo parece estar caótico. Isso é incrível.
Moray riu, mas depois chorou e disse:
— Vo... você acha? - perguntou o jovem com o rosto vermelho
— Eu acho! E sempre admirei isso.
— Min...eu estou ficando vermelho! Para!
— Ahahaha! Não precisa ficar vermelho! Você é engraçado!
— Para Min! Ahh! Eu foi virar um tomate!
— Ahahaha! Você tem algum sonho Moray? Tipo... visitar a Terra, ou sei lá... conhecer outra dimensão? - perguntou a menina.
— Eu acho que estou bem aqui. Eu tenho bons amigos. Uma boa vida. E uma excelente companheira de viagem.
E depois disso, bom, eles se beijam!
(Grapi)
— Se beijam? Santo ser transcendente e metafísico.
(Lufi)
— É mentira, só queria ver a sua cara! — Disse Lufi sorrindo com o binóculo na mão observando tudo o que acontecia.
(Grapi)
— Nossa, você criou uma ilusão de vínculo de longo prazo regulado pela vasopressina na minha mente.
(Lufi)
— Hahaha! Enfim, continuando...
— Moray?! — diz a menina se virando e olhando para o garoto
— Eu não queria...me desculpa!
— Ahm...Tudo bem. Realmente a gente se conhece há muito tempo. Já fazem 10 anos né. — disse Min
— Eh... Realmente. Nós somos vizinhos há muito tempo. Se lembra daquela vez em que nós roubamos o regador da sua mãe? — perguntou Moray com um sorriso no rosto
— Lembro! Isso foi há muito tempo! Hahahaha! Nós escondemos ele na caixa de artigos para vender do meu pai. Ela quase matou ele! Ahahaha!
— Hahahaha! Bons momentos Min... muito bons. — disse Moray
Por um momento, os dois somente se olharam. Pareciam Conectados mentalmente, como se estivessem lendo os pensamentos um do outro. Os olhos de Min brilhavam e os de Moray também.
Por um momento, parecia que Cherry Field não existia. De repente, um monstro rádio que estava passando por ali começou a tocar uma música.
(Skies Forever Blue - Itoki Hana and Toby Fox)
Min se levantou, assim como Moray e os dois continuaram conversando:
— Min...eu agradeço muito por ter você como vizinha. E amiga.
— Eu também Moray. Acho que não teria tanta graça viver aqui sem suas piadas totalmente sem graça.
— Sem graça? Mas você ri!
— Ah Moray...eu rio de qualquer coisa. Ahahaha! — disse Min com um sorriso no rosto
— Hahaha! Bom...eh... acho que nós dois somos assim!
— Vamos voltar, já estou mais calma!
— Vamos!
Então, os dois voltaram para o acampamento improvisado e dormiram.
(Grapi)
— É, eu vi o monstro. Agora acho que devemos dormir.
(Lufi)
— Também acho. Boa noite!
E os dois dormiram.
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Comece o Jogo!
(Lufi)
— Após uma noite de sono revigorante, os 6 heróis enfim acordaram. Mesmo de dia, o céu de Cherry Field ainda estava escuro, por causa do Domo de Corrupção. Min não parava de pensar no que aconteceu durante a noite com Moray, ela estava muito feliz e ao mesmo tempo nervosa. Mas eles não tinham tempo para pensar, nem para conversar. Como o desconhecido disse no hotel, o tempo estava acabando.
Mesmo assim, eles não sabiam para onde ir, nem o que fazer. Ninguém sabia nada sobre a Dama Perdida, muito menos sobre o que as pedras coloridas faziam.
Eles estavam totalmente desnorteados, até que viram alguém suspeito entrando no parque de diversões ao lado da Prefeitura. Min, assim que viu o desconhecido disse:
— Pessoal. Vamos atrás dele...ou dela. Não sei.
Bom e foi isso até começarmos a seguir eles!
(Grapi)
— E no caminho?
(Lufi)
— Certo. Mas vamos com cuidado. — respondeu Luna.
Então, eles seguiram a pessoa estranha, que entrou nos bastidores do Circo. Graças ao caos instaurado na cidade, o lugar estava vazio, não havia uma viva alma andando por um dos lugares mais famosos da região.
Mas chegou uma hora em que a pessoa simplesmente parou. Os heróis se esconderam atrás de algumas cortinas vermelhas e esperaram. A pessoa desconhecida se virou e disse:
— Eu sei que vocês estão atrás de mim. Por favor, saiam e vamos conversar. Eu tenho algo que vocês precisam.
Min foi a primeira a sair, o resto do grupo a seguiu logo após. A jovem viu que não se tratava de alguém intimidador. Era uma menina, com o rosto pintado de branco, o seu vestido era rosa e branco e ela tinha luvas nas mãos. Min olhou bem a pessoa e disse:
— Quem é você? Por que está andando por aqui?
— Eu só queria me divertir um pouco. Mas parece que ele acabou com o espetáculo de hoje.
— Ele quem?
— Ora. Gelly. O Cavaleiro.
— Como você sabe?! Quem é você?!
— Meu nome é Ki Flux. Prazer, eu já lutei com seu pai. E tenho algo aqui que vocês adorariam ter. Essa pedra... brilhante. — disse a menina levantando uma pedra azul.
— Ela tem uma pedra colorida. Você poderia dar para a gente?
— Hum... que tal um acordo. Vocês me fazem rir e eu dou a pedra! Que tal?
— Ah... Claro! Não deve ser difícil. O que você quer?
— Eu quero brincar de um jogo. Se vocês perderem... — disse a menina puxando uma bomba e apontando para os jovens — vocês morrem!
Todos arregalaram os olhos e sacaram suas armas, mas Emmi disse:
— Então você gosta de brincar. Eu também!
— Excelente! — respondeu a menina. — Agora... vamos lá! Deixe o jogo começar!
Ki Flux jogou uma bomba de gás para reduzir o campo de visão dos jovens. Com sua faca, Min tentou acertar a adversária com uma série de golpes, mas errou todos. E Ki Flux disse:
— Hahaha! Errou! Errou!
Brendan estava tentando pegar uma lanterna na mochila, enquanto os outros estavam lutando. Emmi, que também tinha bombas, jogou uma na tentativa de acertar a menina, e também errou. Com a fumaça era quase impossível acertar algum golpe. Archie pegou seu grande machado e jogou como se fosse um bumerangue, mas não acertou também. Até que Brendan pegou a lanterna e conseguiu avistar Ki Flux, que estava bem debaixo de algumas cortinas enroladas, presas por uma corda. O jovem, então, correu até essa corda e a desamarrou, fazendo com que caíssem em cima da adversária. Assim que ficou presa nas cortinas ela disse:
— Whoa! Isso foi divertido! Não tão engraçado. Mas serve. Toma a pedra. — disse a menina entregando para Min.
— Muito obrigado. E você vai para onde?
— Eu vou ficar bem com vocês! É mais seguro! — disse Ki Flux.
— Tem razão. Nós vamos atrás de mais pistas sobre pedras coloridas e damas perdidas. — disse Emmi.
— Certo! Certo! Vamos!
E assim, ela se juntou ao grupo e eles saíram do Circo de Cherry Field, com mais uma pedra colorida.
Bom foi isso! Agora estamos na biblioteca!
— Após uma noite de sono revigorante, os 6 heróis enfim acordaram. Mesmo de dia, o céu de Cherry Field ainda estava escuro, por causa do Domo de Corrupção. Min não parava de pensar no que aconteceu durante a noite com Moray, ela estava muito feliz e ao mesmo tempo nervosa. Mas eles não tinham tempo para pensar, nem para conversar. Como o desconhecido disse no hotel, o tempo estava acabando.
Mesmo assim, eles não sabiam para onde ir, nem o que fazer. Ninguém sabia nada sobre a Dama Perdida, muito menos sobre o que as pedras coloridas faziam.
Eles estavam totalmente desnorteados, até que viram alguém suspeito entrando no parque de diversões ao lado da Prefeitura. Min, assim que viu o desconhecido disse:
— Pessoal. Vamos atrás dele...ou dela. Não sei.
Bom e foi isso até começarmos a seguir eles!
(Grapi)
— E no caminho?
(Lufi)
— Certo. Mas vamos com cuidado. — respondeu Luna.
Então, eles seguiram a pessoa estranha, que entrou nos bastidores do Circo. Graças ao caos instaurado na cidade, o lugar estava vazio, não havia uma viva alma andando por um dos lugares mais famosos da região.
Mas chegou uma hora em que a pessoa simplesmente parou. Os heróis se esconderam atrás de algumas cortinas vermelhas e esperaram. A pessoa desconhecida se virou e disse:
— Eu sei que vocês estão atrás de mim. Por favor, saiam e vamos conversar. Eu tenho algo que vocês precisam.
Min foi a primeira a sair, o resto do grupo a seguiu logo após. A jovem viu que não se tratava de alguém intimidador. Era uma menina, com o rosto pintado de branco, o seu vestido era rosa e branco e ela tinha luvas nas mãos. Min olhou bem a pessoa e disse:
— Quem é você? Por que está andando por aqui?
— Eu só queria me divertir um pouco. Mas parece que ele acabou com o espetáculo de hoje.
— Ele quem?
— Ora. Gelly. O Cavaleiro.
— Como você sabe?! Quem é você?!
— Meu nome é Ki Flux. Prazer, eu já lutei com seu pai. E tenho algo aqui que vocês adorariam ter. Essa pedra... brilhante. — disse a menina levantando uma pedra azul.
— Ela tem uma pedra colorida. Você poderia dar para a gente?
— Hum... que tal um acordo. Vocês me fazem rir e eu dou a pedra! Que tal?
— Ah... Claro! Não deve ser difícil. O que você quer?
— Eu quero brincar de um jogo. Se vocês perderem... — disse a menina puxando uma bomba e apontando para os jovens — vocês morrem!
Todos arregalaram os olhos e sacaram suas armas, mas Emmi disse:
— Então você gosta de brincar. Eu também!
— Excelente! — respondeu a menina. — Agora... vamos lá! Deixe o jogo começar!
Ki Flux jogou uma bomba de gás para reduzir o campo de visão dos jovens. Com sua faca, Min tentou acertar a adversária com uma série de golpes, mas errou todos. E Ki Flux disse:
— Hahaha! Errou! Errou!
Brendan estava tentando pegar uma lanterna na mochila, enquanto os outros estavam lutando. Emmi, que também tinha bombas, jogou uma na tentativa de acertar a menina, e também errou. Com a fumaça era quase impossível acertar algum golpe. Archie pegou seu grande machado e jogou como se fosse um bumerangue, mas não acertou também. Até que Brendan pegou a lanterna e conseguiu avistar Ki Flux, que estava bem debaixo de algumas cortinas enroladas, presas por uma corda. O jovem, então, correu até essa corda e a desamarrou, fazendo com que caíssem em cima da adversária. Assim que ficou presa nas cortinas ela disse:
— Whoa! Isso foi divertido! Não tão engraçado. Mas serve. Toma a pedra. — disse a menina entregando para Min.
— Muito obrigado. E você vai para onde?
— Eu vou ficar bem com vocês! É mais seguro! — disse Ki Flux.
— Tem razão. Nós vamos atrás de mais pistas sobre pedras coloridas e damas perdidas. — disse Emmi.
— Certo! Certo! Vamos!
E assim, ela se juntou ao grupo e eles saíram do Circo de Cherry Field, com mais uma pedra colorida.
Bom foi isso! Agora estamos na biblioteca!
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