
A Lenda de Lufi...
Capitulo 3: Chegamos em Cherry Field Após chegarem em Cherry Field, Lufi observa calmamente acontecimentos anormais em Cherry Field...
0
0
0
1
A Chegada...

(Lufi)
— Uau, a cidade é cheia de cerejeiras!
(Stellar)
— Claro filho, porque você acha que chama Campo de Cerejas? — Disse a mãe de Lufi, abrindo a porta do carro.
Lufi olha impressionado com a simplicidade da cidade.
(Stellar)
— Vamos filho! Eu vou resolver coisas da mudança, e aí você pode dar uma volta por aí, nos vemos no ponto de ônibus as 6! Ok?
(Lufi)
— Ok mãe!
Lufi começa a caminhar, e sua mãe sai com o carro.
(Lufi)
— Que estranho, porque a cidade está com o céu roxo, quando eu cheguei não estava assim...
Lufi, anda desconfiado pela cidade...
Lufi estava andando quando ouviu um estrondo na rua de baixo. Saiu correndo para ver o que tinha acontecido...
Quando chegou, Lufi viu um monstro que parecia ser um boneco em frente a uma menina com uma faca vermelha nas mãos. Ele tinha um gorro e estava vestido com uma roupa vermelha com estampa de presentes, além disso ele também carregava um saco de presentes nas costas; Assim que o monstro viu a menina, o monstro atacou ela, mas ela desviou e começou a lutar.
(From now on - Deltarune)
O monstro pegou um dos pacotes da sacola e arremessou em direção à menina. Assim que o presente bateu no chão, houve uma pequena explosão, não tão forte, mas capaz de machucar. Por sorte, a menina conseguiu se esquivar, pulando para o lado direito. A jovem então correu contra o inimigo e o atingiu com sua faca. O monstro natalino acabou fugindo apavorado.
A menina saiu da casa, nesta hora Lufi se escondeu e não fez barulho para a menina não notar sua presença. Lufi avistou uma imensa nuvem sombria encobrindo toda a cidade, enquanto uma gigantesca muralha se erguia ao redor de Cherry Field. Enquanto observava a cena, um jovem chegou e falou com a menina:
(Menina)
— Minha nossa, Min! Você está bem?
(Menino)
— Eh... sim. Mas o que foi que aconteceu aqui?
(Menina)
— Puxa... eu não faço ideia. Mas precisamos encontrar os outros. Eu vou atrás do Brendan e do Archie. Você procura pela Luna, Emmi e Nicky no hotel.
(Menina)
— Certo. Nos vemos em breve, Moray.
(Menino)
— Tome cuidado, Min.
O menino foi embora.
(Lufi)
— Então essa menina se chama Min, e o menino Moray... Minha curiosidade nunca foi tão alta, tenho que descobrir o que está acontecendo aqui!
LUFI SEGUE MIN...
Lufi correu pela direita e avistou muitos monstros diferentes, alguns se assemelhavam a gatos, outros a cães, e até a fogueiras. Por sorte, o centro movimentado de Cherry Field ficava bem perto, e provavelmente lá existiriam mais pessoas.
Lufi correu contra o vento gelado da madrugada e agora do novo mundo que surgia em meio a um cenário desconhecido. Cristais negros se misturavam às ruas com cristais rosados e vermelhos, e, embora fosse assustador, também possuía uma beleza peculiar. O vento trazia o aroma de cerejas, e algumas pétalas de cerejeira caíam enquanto Lufi seguia em direção ao Centro da Cidade.
Ao chegar, Lufi se escondeu atrás de uma lata grande de lixo. Min avistou a prefeita Louise, que estranhamente empunhava um bastão dourado com detalhes rosados e usava uma coroa vermelha. Além disso, trajava um longo vestido em tons de vermelho e rosa. 1 menino e 1 menina permaneciam escondidos atrás de uma imensa cerejeira que se erguia até o céu. Então, Min aproximou-se deles:
(Min)
— O que vocês estão fazendo aqui?
(Menina)
— A prefeita surtou. Está dizendo que todos nós somos monstros.
(Min)
— Caramba. O hotel fica para lá. Vamos ter que passar por ela.
(Menino)
— Então vamos logo!
Então, os três jovens avançaram até a prefeita, que, ao avistá-los, exclamou:
(Louise)
— Se afastem! Vocês são monstros! O que querem comigo?!
(Min)
— Senhora Louise! Sou eu, Min! Esse é o Archie e ela é a Nicky!
(Louise)
— O que vocês fizeram com esses pobres jovens?! Vocês roubaram as identidades deles?! Eu não vou permitir que passem!
(Forlon - Undertale Yellow )
Louise girou com seu bastão e o apontou para os jovens. De repente, folhas de cerejeira começaram a girar ao redor deles, formando um redemoinho. Uma dessas folhas voou em direção a Min e a atingiu de raspão. Porém, as folhas eram afiadas e cortavam com facilidade. Min então empunhou sua faca e tentou atacar Louise, aplicando pouca força, mas conseguiu acertá-la.
A prefeita cambaleou para trás, mas rapidamente avançou em direção aos jovens e acertou Archie com o bastão. Aproveitando a oportunidade, Nicky atingiu Louise na cabeça, fazendo a coroa cair. Em um instante de lembrança, Louise se recordou de Archie e Nicky da noite anterior e disse:
(Louise)
— Vocês são os jovens que eu ajudei na noite passada! Mil perdões! Eu não sei o que tinha na minha cabeça!
(Archie)
— Uma coroa.
(Min)
— Muito engraçado, garoto.
(Louise)
— Hahahahaha! Tudo bem. Estou confusa. O que aconteceu por aqui?
(Min)
— Não temos tempo para explicar, senhora prefeita. Vamos encontrar alguns amigos.
(Louise)
— Tenham cuidado!
(Nicky)
— Pode deixar!
E assim, eles seguiram em frente e foram até o hotel.
Lufi, só observando, decidiu segui-los discretamente.
— Uau, a cidade é cheia de cerejeiras!
(Stellar)
— Claro filho, porque você acha que chama Campo de Cerejas? — Disse a mãe de Lufi, abrindo a porta do carro.
Lufi olha impressionado com a simplicidade da cidade.
(Stellar)
— Vamos filho! Eu vou resolver coisas da mudança, e aí você pode dar uma volta por aí, nos vemos no ponto de ônibus as 6! Ok?
(Lufi)
— Ok mãe!
Lufi começa a caminhar, e sua mãe sai com o carro.
(Lufi)
— Que estranho, porque a cidade está com o céu roxo, quando eu cheguei não estava assim...
Lufi, anda desconfiado pela cidade...
Lufi estava andando quando ouviu um estrondo na rua de baixo. Saiu correndo para ver o que tinha acontecido...
Quando chegou, Lufi viu um monstro que parecia ser um boneco em frente a uma menina com uma faca vermelha nas mãos. Ele tinha um gorro e estava vestido com uma roupa vermelha com estampa de presentes, além disso ele também carregava um saco de presentes nas costas; Assim que o monstro viu a menina, o monstro atacou ela, mas ela desviou e começou a lutar.
(From now on - Deltarune)
O monstro pegou um dos pacotes da sacola e arremessou em direção à menina. Assim que o presente bateu no chão, houve uma pequena explosão, não tão forte, mas capaz de machucar. Por sorte, a menina conseguiu se esquivar, pulando para o lado direito. A jovem então correu contra o inimigo e o atingiu com sua faca. O monstro natalino acabou fugindo apavorado.
A menina saiu da casa, nesta hora Lufi se escondeu e não fez barulho para a menina não notar sua presença. Lufi avistou uma imensa nuvem sombria encobrindo toda a cidade, enquanto uma gigantesca muralha se erguia ao redor de Cherry Field. Enquanto observava a cena, um jovem chegou e falou com a menina:
(Menina)
— Minha nossa, Min! Você está bem?
(Menino)
— Eh... sim. Mas o que foi que aconteceu aqui?
(Menina)
— Puxa... eu não faço ideia. Mas precisamos encontrar os outros. Eu vou atrás do Brendan e do Archie. Você procura pela Luna, Emmi e Nicky no hotel.
(Menina)
— Certo. Nos vemos em breve, Moray.
(Menino)
— Tome cuidado, Min.
O menino foi embora.
(Lufi)
— Então essa menina se chama Min, e o menino Moray... Minha curiosidade nunca foi tão alta, tenho que descobrir o que está acontecendo aqui!
LUFI SEGUE MIN...
Lufi correu pela direita e avistou muitos monstros diferentes, alguns se assemelhavam a gatos, outros a cães, e até a fogueiras. Por sorte, o centro movimentado de Cherry Field ficava bem perto, e provavelmente lá existiriam mais pessoas.
Lufi correu contra o vento gelado da madrugada e agora do novo mundo que surgia em meio a um cenário desconhecido. Cristais negros se misturavam às ruas com cristais rosados e vermelhos, e, embora fosse assustador, também possuía uma beleza peculiar. O vento trazia o aroma de cerejas, e algumas pétalas de cerejeira caíam enquanto Lufi seguia em direção ao Centro da Cidade.
Ao chegar, Lufi se escondeu atrás de uma lata grande de lixo. Min avistou a prefeita Louise, que estranhamente empunhava um bastão dourado com detalhes rosados e usava uma coroa vermelha. Além disso, trajava um longo vestido em tons de vermelho e rosa. 1 menino e 1 menina permaneciam escondidos atrás de uma imensa cerejeira que se erguia até o céu. Então, Min aproximou-se deles:
(Min)
— O que vocês estão fazendo aqui?
(Menina)
— A prefeita surtou. Está dizendo que todos nós somos monstros.
(Min)
— Caramba. O hotel fica para lá. Vamos ter que passar por ela.
(Menino)
— Então vamos logo!
Então, os três jovens avançaram até a prefeita, que, ao avistá-los, exclamou:
(Louise)
— Se afastem! Vocês são monstros! O que querem comigo?!
(Min)
— Senhora Louise! Sou eu, Min! Esse é o Archie e ela é a Nicky!
(Louise)
— O que vocês fizeram com esses pobres jovens?! Vocês roubaram as identidades deles?! Eu não vou permitir que passem!
(Forlon - Undertale Yellow )
Louise girou com seu bastão e o apontou para os jovens. De repente, folhas de cerejeira começaram a girar ao redor deles, formando um redemoinho. Uma dessas folhas voou em direção a Min e a atingiu de raspão. Porém, as folhas eram afiadas e cortavam com facilidade. Min então empunhou sua faca e tentou atacar Louise, aplicando pouca força, mas conseguiu acertá-la.
A prefeita cambaleou para trás, mas rapidamente avançou em direção aos jovens e acertou Archie com o bastão. Aproveitando a oportunidade, Nicky atingiu Louise na cabeça, fazendo a coroa cair. Em um instante de lembrança, Louise se recordou de Archie e Nicky da noite anterior e disse:
(Louise)
— Vocês são os jovens que eu ajudei na noite passada! Mil perdões! Eu não sei o que tinha na minha cabeça!
(Archie)
— Uma coroa.
(Min)
— Muito engraçado, garoto.
(Louise)
— Hahahahaha! Tudo bem. Estou confusa. O que aconteceu por aqui?
(Min)
— Não temos tempo para explicar, senhora prefeita. Vamos encontrar alguns amigos.
(Louise)
— Tenham cuidado!
(Nicky)
— Pode deixar!
E assim, eles seguiram em frente e foram até o hotel.
Lufi, só observando, decidiu segui-los discretamente.
2
Algo no escuro...

Enquanto os três jovens caminhavam até o Hotel, Min começou a ficar tonta e acabou desmaiando. Enquanto estava desmaiada, alguém falou com ela, em sua mente:
(Min)
— Quem está aí?
(João Victor)
— Não me reconhece? Eu sou João Victor. O criador dessa história.
(Min)
— Incógnita?
(João Victor)
— Hahahaha… não, Min. O Incógnita era um fraco! Eu sou a parte forte do Victor.
(Min)
— O Cavaleiro do Fim.
(João Victor)
— Exatamente. Você não quer saber o que está acontecendo?
(Min)
— Eu não vou dar ouvidos a um vilão!
(João Victor)
— Vilão? Eu não sou vilão. Sou o verdadeiro protagonista. Você não entende, né? Por isso faz essa cara de assustada.
(Min)
— E… eu não tô assustada!
(João Victor)
— Hahaha… se você diz. Eu vou explicar só uma vez. Fiquem longe do meu caminho, e vocês não morrem.
(Min)
— O que quer dizer com isso?
(João Victor)
— Eu vou acabar com essa aventura. Estou farto disso! A mesma coisa se repete várias vezes. Vocês… e eles.
(Min)
— Eles quem?
(João Victor)
— Você não sabe? Além de mim, existem outras pessoas… Há uma tênue barreira que separa o seu Universo e o meu. O seu você é livre para fazer o que quiser, sem preço. No meu… você paga um preço muito alto.
(Min)
— O que você está dizendo? Outro Universo?
(João Victor)
— Sim, Min… um universo sem vilões e sem heróis. No meu Universo não existem protagonistas. Todos têm controle próprio e todos jogam em um único videogame. Bilhões de controles para um único jogo. E o mais interessante é que… ninguém pode te ajudar! E ninguém vai se importar com a sua derrota! Hahahaha! Não importa o que você FAÇA! Hahaha!
(Min)
— Eu não estou entendendo nada!
(João Victor)
— Você vai entender, Min… assim como seu pai entendeu. No seu mundo, você tem uma vida ideal. Uma vida de sonhos e fantasias. Mas no meu, Min… hahahaha… seus sonhos morrem, sua esperança acaba. E ninguém pode fazer nada quanto a isso. Agora chega de falar! Eu vim aqui para acabar com você!
(Min)
— Então vamos lutar logo!
(Min)
— Quem está aí?
(João Victor)
— Não me reconhece? Eu sou João Victor. O criador dessa história.
(Min)
— Incógnita?
(João Victor)
— Hahahaha… não, Min. O Incógnita era um fraco! Eu sou a parte forte do Victor.
(Min)
— O Cavaleiro do Fim.
(João Victor)
— Exatamente. Você não quer saber o que está acontecendo?
(Min)
— Eu não vou dar ouvidos a um vilão!
(João Victor)
— Vilão? Eu não sou vilão. Sou o verdadeiro protagonista. Você não entende, né? Por isso faz essa cara de assustada.
(Min)
— E… eu não tô assustada!
(João Victor)
— Hahaha… se você diz. Eu vou explicar só uma vez. Fiquem longe do meu caminho, e vocês não morrem.
(Min)
— O que quer dizer com isso?
(João Victor)
— Eu vou acabar com essa aventura. Estou farto disso! A mesma coisa se repete várias vezes. Vocês… e eles.
(Min)
— Eles quem?
(João Victor)
— Você não sabe? Além de mim, existem outras pessoas… Há uma tênue barreira que separa o seu Universo e o meu. O seu você é livre para fazer o que quiser, sem preço. No meu… você paga um preço muito alto.
(Min)
— O que você está dizendo? Outro Universo?
(João Victor)
— Sim, Min… um universo sem vilões e sem heróis. No meu Universo não existem protagonistas. Todos têm controle próprio e todos jogam em um único videogame. Bilhões de controles para um único jogo. E o mais interessante é que… ninguém pode te ajudar! E ninguém vai se importar com a sua derrota! Hahahaha! Não importa o que você FAÇA! Hahaha!
(Min)
— Eu não estou entendendo nada!
(João Victor)
— Você vai entender, Min… assim como seu pai entendeu. No seu mundo, você tem uma vida ideal. Uma vida de sonhos e fantasias. Mas no meu, Min… hahahaha… seus sonhos morrem, sua esperança acaba. E ninguém pode fazer nada quanto a isso. Agora chega de falar! Eu vim aqui para acabar com você!
(Min)
— Então vamos lutar logo!
3
A luta...

Victor pegou uma espada flamejante e atirou bolas de fogo em direção a Min, que desviou enquanto corria na direção do inimigo, com sua faca vermelha. A garota conseguiu acertar o braço dele, mas o adversário não desistiu e disse:
(Victor)
— Eles querem um final feliz, Min! E eu não quero dar! Eu tenho o poder para escrever o que eu quiser!
(Min)
— Você não pode nos governar!
(Victor)
— Eu já estou fazendo isso, Min! Quer uma prova?
Victor, então, lançou uma bola de fogo em Min, que não conseguiu desviar e foi lançada longe. Então, João Victor se aproximou e disse:
(João Victor)
— Você viu? Eu decido o que acontece ou não. Mas eu quero brincar um pouco mais. Vamos lá, você vai acordar e não vai falar nada para ninguém. Você vai esquecer.
Assim que Victor disse isso, Min acordou. Archie e Nicky estavam desesperados tentando acordá-la, e se aliviaram ao ver que ela despertou. Mas estranhamente, a menina não se lembrou de nada.
Lufi ainda observava atenciosamente a luta, quando seu celular apitou... Era uma notificação de sua mãe:
— Cadê você?
(Lufi)
— Meu Deus, já são 6 horas! Preciso ir rápido!
Lufi saiu correndo para a parte normal de Cherry Field.
(Victor)
— Eles querem um final feliz, Min! E eu não quero dar! Eu tenho o poder para escrever o que eu quiser!
(Min)
— Você não pode nos governar!
(Victor)
— Eu já estou fazendo isso, Min! Quer uma prova?
Victor, então, lançou uma bola de fogo em Min, que não conseguiu desviar e foi lançada longe. Então, João Victor se aproximou e disse:
(João Victor)
— Você viu? Eu decido o que acontece ou não. Mas eu quero brincar um pouco mais. Vamos lá, você vai acordar e não vai falar nada para ninguém. Você vai esquecer.
Assim que Victor disse isso, Min acordou. Archie e Nicky estavam desesperados tentando acordá-la, e se aliviaram ao ver que ela despertou. Mas estranhamente, a menina não se lembrou de nada.
Lufi ainda observava atenciosamente a luta, quando seu celular apitou... Era uma notificação de sua mãe:
— Cadê você?
(Lufi)
— Meu Deus, já são 6 horas! Preciso ir rápido!
Lufi saiu correndo para a parte normal de Cherry Field.
4
Aguarde o Cap. 3!
...................................................